“Podem nos cortar em mil pedaços mas não podem quebrar nossa moral Comunista” (1987)

Por ocasião do Dia da Heroicidade – 19 de Junho

Retirado de Dazibao Rojo


 POR OCASIÃO DO 19 DE JUNHO DE 1986

DIA DA HEROICIDADE

 “PODEM NOS CORTAR EM MIL PEDAÇOS MAS NÃO PODEM QUEBRAR NOSSA MORAL COMUNISTA”*

A carta chegou a nós, e a publicamos como testemunho do mais sério genocídio no país. Quase lúcida para uma morte. Dramática e cheia de esperança.

A missiva foi escrita quando o Pavilhão Azul, que os presos políticos chamavam de Luminosa Trincheira de Combate, foi totalmente destruído pelos bombardeios de morteiros, bazucas e tiros de canhão dos marinheiros. O agonizante senderista, finalmente deixou de existir junto a mais de 150 presos assassinados nesta ilha penal.

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Exemplos que ilustram a lei da unidade dos contrários (Pequim Informa, 1966) – Parte III

III – Conhecer a particularidade da contradição, analisar concretamente as coisas concretas

Nota do Redator: As contradições existem em todas as partes, porém é distinta a natureza da contradição nas diferentes coisas. São necessários métodos diferentes para resolver os diferentes tipos de contradições. O camarada Mao Tsetung nos ensina que “ao estudar a natureza específica de qualquer contradição… devemos fazer uma análise concreta e descartar a arbitrariedade subjetiva. Sem uma análise concreta não pode haver conhecimento da natureza específica de contradição alguma”. No enfoque dos problemas, no cultivo agrícola, no trabalho técnico, na difusão da experiência ou no trabalho político e ideológico, devemos partir da situação real, aplicar os princípios da dialética materialista e analisar concretamente as coisas concretas.

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Dia da Heroicidade: como foi a resistência (AND, 2012)

Nota do blog: Por ocasião do Dia da Heroicidade, 19 de junho, publica-se uma série de documentos referentes a essa data.

O Dia da Heroicidade demonstrou, ante os povos de todo o mundo e ante a reação, a que são capazes os comunistas, revolucionários e outros filhos do povo pela vitória da Revolução, pelo Partido e pelo triunfo do proletariado e das massas. Homens e mulheres de material especial, decididos a dar a própria vida pela vitória da Revolução, pela República Popular em construção, pelo fim de toda a desgraça que pesa sobre os ombros das massas pisoteadas. Em última instância, por uma causa que não veriam jamais: a gloriosa e superior causa do comunismo, da sociedade sem classes, sem exploração e opressão, o reino da liberdade, que desfrutará toda a humanidade posterior. Ali, como em outras oportunidades, a reação pôde perceber que não estavam guerreando com qualquer um.

Por isso o Presidente Gonzalo, chefatura do PCP e da Revolução Peruana, afirmou que os heróis caídos nas Luminosas Trincheiras de Combate alcançaram, com seu heroísmo, um triunfo sem igual para o proletariado, para o Partido e para a Revolução.

Saudamos singelamente ao exemplo dos prisioneiros de guerra e presos políticos caídos nas prisões de Lurigancho, Callao e El Frontón, assim como às milhares de massas revolucionárias de camponeses, operários e outros que, certos da vitória e firmemente decididos pela causa do proletariado, da revolução e do comunismo, suportaram toda a barbaridade da reação e pagaram sua cota de sangue.


Dia da Heroicidade: como foi a resistência

Rosana Bond

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No Fronton, os dirigentes enfrentam o exército

Efetivamente, os valorosos homens e mulheres presos na capital e arredores (Lurigancho, Callao e ilha do Frontón) merecem ser chamados de herois. Morreram cantando. E sem nenhum temor frente às tropas do Exército, Marinha e Aeronáutica, que atacaram os três presídios como feras carniceiras armadas com bombas de demolição, bazucas, granadas, gases e metralhadoras. Sem falar de lanchas e helicópteros artilhados, no caso da ilha do Frontón.

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Dar a vida pelo Partido e pela Revolução (Dia da Heroicidade – Presidente Gonzalo, 1987)

Nota do blog: Publicamos tradução não-oficial encontrada na internet da declaração do Presidente Gonzalo, chefatura do PCP e da Revolução Peruana, por ocasião do Dia da Heroicidade.

Após a heroica resistência desatada pelos prisioneiros de guerra, militantes e dirigentes do PCP nas Luminosas Trincheiras de Combate de El Frontón, Lurigancho e Callao, o Presidente Gonzalo sintetizou aquele episódio: “a rebelião dos prisioneiros de guerra, custando a própria vida, conquistou para o Partido e à revolução um grandioso triunfo moral, político e militar … e sim, a besta reacionária bebeu sangue até a saciedade para impor a paz dos mortos, as vidas miseráveis e sorreteiramente cegadas transformaram-se em imperecedoras, plasmam a trilogia monumental das luminosas trincheiras de combate do Frontón, Lurigancho e Callao, marco histórico que proclamará mais e mais a grandeza do Dia da Heroicidade.”


O inesgotável seio do povo nutriu-os com sóbrio alimento e colocou-os a andar; a luta de classes foi modelando sua mente; e o Partido, como a principal e maior forma social, elevou sua consciência política, armando-a com o marxismo-leninismo-maoísmo pensamento-guia, potencializou sua combatividade organizando-os no Exército Guerrilheiro Popular, e fundindo-os com as massas do campesinato pobre, temperou seu corpo e espirito na fornalha inextinguível da guerra popular. Convertidos em prisioneiros de guerra, nunca ajoelharam-se, persistiram em combater, mobilizar e produzir e, em ardorosas lutas, transformaram as sórdidas masmorras do caduco e podre Estado peruano em luminosas trincheiras de combate.

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Exemplos que ilustram a lei da unidade dos contrários (Pequim Informa, 1966) – Parte II

Nota do blog: Continuamos a publicação do importante material de estudo traduzido pelo Núcleo de Estudos do Marxismo-leninismo-maoismo, originalmente publicado por Pequim Informa em 1966.


II – A causa fundamental do desenvolvimento de uma coisa está em sua contradição interna

Nota do Redator: A causa fundamental do desenvolvimento de uma coisa e sua mudança não é externa senão interna; está nas contradições internas dessa coisa. O camarada Mao Tsetung assinala que a dialética materialista “sustenta que as causas externas constituem a condição das mudanças e as causas internas a base das mudanças e que as causas externas atuam através das causas internas”.

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Exemplos que ilustram a lei da unidade dos contrários (Pequim Informa, 1966)

Nota do blog: Publicaremos a partir de hoje compilação traduzida pelo Núcleo de Estudos do Marxismo-leninismo-maoismo de 19 ensaios que sintetizam as experiências de camponeses, operários, soldados e quadros na China no estudo e a aplicação dos ensinamentos do presidente Mao. Ensaios estes publicados no ano de 1966 em Pequim Informa.

Para facilitar a leitura, publicaremos por partes tomando como orientação a divisão em grupos temáticos estruturada já em o “Cem exemplos que ilustram a lei da unidade dos contrários”.

Esta primeira parte está composta por Apresentação, Sumário, Prefácio de apresentação da Pequim Informa e primeiro bloco temático.


Exemplos que ilustram a lei da unidade dos contrários

Apresentação

Os seguintes dezenove ensaios, com que se sintetizam algumas experiências sobre o estudo e aplicação dos ensinamentos filosóficos do Presidente Mao, foram produzidos no ano de 1966 na República Popular da China por operários, camponeses, soldados e quadros revolucionários. Eles compõem a seleção publicada por Pequim Informa, sob o título geral de “Os operários, camponeses e soldados estudam e aplicam de maneira viva o pensamento filosófico de Mao Tsetung”. Por sua vez essa seleção se baseou na publicação de “Cem exemplos que ilustram a lei da unidade dos contrários”, feita pela revista filosófica chinesa, de então, a Zhexue Yanjiu (Investigação Filosófica).

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Alemanha: 45º aniversário do assassinato de Ibrahim Kaypakkaya (Comitê Bandeira Vermelha, 2018)

Nota do blog: Tradução não-oficial do publicado originalmente em Den Volke Dienem


O discurso abaixo foi realizado nas conferências paralelas organizadas pelo Partizan em Basileia e St. Pölten:

Proletários de todos os países, uni-vos!

Discurso do Comitê Bandeira Vermelha nos eventos de Partizan por ocasião do 45º aniversário do assassinato de Ibrahim Kaypakkaya

Camaradas

Amigos,

Em nome do Comitê da Bandeira Vermelha, queremos expressar nossas mais calorosas saudações revolucionárias às heroicas massas de luta na Turquia, a seus partidários democráticos na Europa, bem como a todos os participantes desta celebração. Cumprimentamos de maneira expressiva e sincera as massas, militantes e dirigentes do TKP / ML, bem como aqueles que lutam sob a liderança do Comitê Central armados contra o imperialismo. Para nós, comunistas em formação, seja na República Federal da Alemanhã (RFA) ou em qualquer outro lugar, eles são um farol e uma fonte de inspiração.

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Chile: 45 anos da morte do camarada Kaypakkaya (Fração Vermelha do Partido Comunista do Chile, maio de 2018)

Nota do blog: Tradução não-oficial do publicado originalmente em Dem Volke Dienen  

 


Documentamos a seguir mensagem dos camaradas da Fração Vermelha do Partido Comunista do Chile que juntaram-se às celebrações organizadas pelos camaradas de Partizan em Basel (Suíça) e St. Pölten (Áustria):

Proletários de todos os países, uni-vos!

Por ocasião do 45º aniversário do assassinato do camarada Ibrahim Kaypakkaya

Caros camaradas,

Recebam nossas saudações comunistas ao Partido Comunista da Turquia / Marxista-Leninista e seu Comitê Central. Saudamos também os quadros e militantes do Partido, as massas e os combatentes guerrilheiros que, sob a sua direção, lutam incansavelmente para ter a vitória da revolução.

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