“Análise concreta das condições concretas”: um estudo da relação entre o Partido dos Panteras Negras e o maoísmo

Nota do blog: Este artigo é interessante de ser estudado para se compreender a natureza dos Panteras Negras, as razões pelas quais é justo reivindicá-lo como uma organização das massas populares negras no USA, principalmente juventude, e cuja experiência demonstra a energia revolucionária dessas massas de combater o velho Estado imperialista ianque, travando luta armada contra as forças policiais genocidas em um ambiente completamente vigiado, militarizado e na cidadela do inimigo, botando muitos argumentos revisionistas de negação da luta para debaixo do chinelo. Faltou a essas massas e aos Panteras Negras um partido maoista do proletariado norte-americano para conduzir a luta de classes e destruir o imperialismo ianque e libertar os povos, inclusive a população preta.

 


 

“Análise concreta das condições concretas”: um estudo da relação entre o Partido dos Panteras Negras e o maoísmo

Chao Ren


“… a coisa mais essencial no marxismo, sua alma viva, é a análise concreta das condições concretas…” — Mao Tsetung, “Sobre a Contradição”, Abril de 1937.


No fim de Setembro, 1971, Huey P. Newton, co-fundador e líder do Partido dos Panteras Negras, aterrissou na misteriosa terra do Oriente, a República Popular da China(1), o que precedeu a visita oficial de Nixon em Fevereiro de 1972, Huey estava repetidamente impressionado com o avanço que a revolução comunista na China trouxe. Pareceu que ele encontrou o paraíso celestial na terra, sua utopia na mente. 

“Tudo que vi na China demonstrou que a República Popular é um território livre e libertado com um governo socialista… Ver uma sociedade sem classes em operação é inesquecível.”(2)

Huey Newton recebido por Zhou Enlai,
China.

Portanto Huey realmente descreveu sua experiência na República Popular da China. Apontou contrastes entre sua experiência em territórios capitalistas e na República Popular. Comparou sua experiência quando passou pela imigração e pela alfândega. Ele descreveu a alfândega dos países imperialistas como “desumana” enquanto chamou os da República Popular da China como “de território livre”.(3) Ele também comparou a polícia nos dois sistemas, clamando a polícia chinesa estar “servindo o povo”, enquanto criticou a polícia americana por ser um “enorme grupo armado que é contra a vontade do povo”.(4)

A visita de Huey Newton à República Popular da China em 1971 confirmou e consolidou sua aceitação da doutrina maoista revolucionária. A viagem serviu como uma peregrinação à sagrada terra de sua crença revolucionária, muito parecida com a viagem de Malcolm X à Meca em 1964 para completar sua Hajj.(5)

Por causa da constante aclamação pelos Panteras Negras e o uso da violência, o Partido é constantemente comparado com os supremacistas brancos, como a Ku Klux Klan e o Conselho dos Cidadãos Brancos, como se fosse suas equivalências para os negros.(6) Porém, essa comparação e julgamento foram feitos a partir da aparência externa da luta do partido. Se traçarmos a origem das ideias e inspirações do Partido dos Panteras Negras, nós entenderíamos que os Panteras Negras eram bem diferente dos grupos supremacistas, porque as inspirações do Partido tinha uma sólida base filosófica: o sistema filosófico do materialismo dialético.(7) Foi essa combinação das teorias marxistas com o nacionalismo negro que difere o Partido dos Panteras Negras dos outros partidos de Poder Negro, como também difere dos grupos supremacistas brancos.

Origens Intelectuais do Partido dos Panteras Negras: Malcolm X e Maoísmo.

As duas origens intelectuais diretas do Partido dos Panteras Negras foram o legado de Malcolm X e do Presidente Mao, ambas ideias cujo o partido conscientemente abraçou.(8)

Na segunda metade dos anos 60, o Movimento dos Direitos Civis tinha crescido para uma fase mais radical. Malcolm X disse para o público: “Não se sente, levante-se!”.(9) A chamada de Stokely Carmichael para o Poder Negro nas Marchas Contra o Medo em 1966 em Mississipi marcou a mudança para o radicalismo dentro do SNCC (Student Nonviolent Coordinating Committee, em português: Comitê Estudantil Coordenando de Não Violência). A ascensão do Poder Negro começou a desafiar a doutrina pacifista do Dr. Martin Luther King. Em vez disso, os ativistas procuravam outros meios de atingir o poder e a “autodefesa”. Eles tinham testemunhado os Direitos Civis e o Direito Eleitoral serem assinados e passados pelo governo federal, a real condição de subordinação do povo negro não tinha substancialmente mudado. Eles tomaram consciência da necessidade de puxar o movimento, de chamar o povo negro a ter a consciência de conquistar poder e proteger seus direitos. Nesse processo trabalhando pela coalizão, duas escolhas estavam no caminho dos ativistas: Nacionalismo negro baseado na identidade negra, e internacionalismo proletário baseado nas condições socioeconômicas.

A resistência acerca da não-violência efetuada por Malcolm X e sua constante aclamação à ação negra para proteger o povo negro eles mesmos, obviamente, teve uma grande influência nos fundadores dos Panteras Negras. “A influência de Malcolm está sempre presente” disse Huey, “Acreditamos que o Partido dos Panteras Negras existiu sob o espírito de Malcolm”.(10) Bobby Seale, o outro co-fundador e líder do Partido, coletou todos os discursos de Malcolm e os estudou cuidadosamente com seus camaradas.(11) Porém, os Panteras Negras não seguiam completamente as doutrinas de Malcolm X. Huey Newton disse: “Eu não clamo que o Partido tenha feito tudo que Malcolm faria… Mas o espírito de Malcolm está em nós”.(12) Em vez de adotar uma linguagem separatista ou forma de ação, o Partido dos Panteras Negras renegaram as táticas da Nation of Islam (Nação do Islã) e da SNCC nos seus últimos anos. Em vez disso, o Partido formou uma “frente única”, uma coalisão do movimento popular de libertação negra para todas as etnias.(13)

O desvio das táticas de Malcolm X é notável; a influência de Malcolm sob o partido prevalecia e era evidente. Porém o partido rejeitava as ideias no núcleo das ideias de Malcolm: a consciência do povo negro como uma nação. O Partido rejeitava a ideia de Nacionalismo Negro, mas abraçava o que eles chamavam de “intercomunalismo” (em inglês: “intercommunalism”), e identificavam os interesses mais importantes como interesses de classe, e não interesses nacionais.

Por que e como isso aconteceu? A resposta surge da outra fonte de ideias do Partido: o maoísmo.

Panteras Negras e o maoísmo: o começo.

O Partido dos Panteras Negras foi inicialmente influenciado pelo maoísmo em diversos aspectos. Huey Newton disse que foi intensamente influenciado pelo livro “Negros com Armas”, cujo autor, Robert F. Williams, se exilou na China no começo da década de 60.(14) Para ele foi dada uma recepção honrosa na China.(15) Em primeiro de Outubro de 1965, Williams passou a celebração do Dia Nacional ao lado do Presidente Mao e fez um discurso sem censura para 1,5 milhão, o qual obviamente o lembrou do discurso censurado de John Lewis na Marcha Sobre Washington em 1963.(16) A calorosa recepção e liberdade que Williams aproveitou na China certamente teve um impacto em Huey.

Panteras Negras promovendo o “Livro Vermelho” de Mao Tsetung.

A influência do Movimento de Libertação dos Negros e a luta dos Asio-americanos na Califórnia também elevaram o reconhecimento do maoísmo. No final dos anos 60, um partido de chino-americanos emergiu na Chinatown de São Francisco. O partido se autodenominou Partido da Guarda Vermelha, aparentemente modelado sob o radicalismo da juventude da Revolução Cultural na República Popular da China. O partido também elaborou um “Programa de 10 pontos” e chamou pelo reconhecimento popular da identidade asio-americana.(17) O movimento asio-americano foi intensamente influenciado pelo movimento dos negros, tanto que os ativistas adotaram a linguagem e o estilo dos Panteras Negras.(18) Por outro lado, o radicalismo do Partido da Guarda Vermelha também consolidou a aceitação e a crença nos princípios do maoísmo pelos Panteras Negras. Eles imprimiram Citações do Presidente Mao e venderam para levantar fundos.(19) Com a receita das vendas do “Pequeno Livro Vermelho”, os Panteras compraram sua primeira arma de fogo de um asio-americano radical.(20) O Partido não imprimia o Pequeno Livro Vermelho meramente por questões financeiras; eles tinha integrado as ideias maoístas no seu programa de educação política.(21) Até a justificativa do próprio partido sobre o uso da violência era singularmente maoísta. Embora o Partido tenha sido modelado somente após o Diáconos para Defesa e Justiça (em inglês: Deacons for Defense and Justice) e aceitado os argumentos de Malcolm X contra a não-violência, o que era usualmente utilizado como argumento para sustentar a violência eram as citações do Presidente Mao: “O poder nasce da ponta de um fuzil”.(22)

Partido dos Panteras Negras, Maoismo e Anti-imperialismo

A aceitação do maoísmo por parte dos Panteras Negras estava estritamente relacionado com seu caráter anti-imperialista. Anterior à criação do Partido dos Panteras Negras, os ativistas dos Direitos Civis tinham reconhecido seu próprio trabalhado como uma ação global anti-imperialista. De acordo com Cleveland Sellers, no começo de 1967 a maioria dos membros do SNNC (Student Non-violente National Comittee, em português: Comitê Nacional de Não Violência dos Estudantes) já se consideravam “parte de uma coalisão de revolucionários do Terceiro Mundo emergente, que eram anticapitalistas, anti-imperialistas e antirracistas”.(23) Não até o surgimento da fase posterior do Movimento Poder Negro que a palavra “revolucionários” foi usada para designar aos ativistas dos Direitos Civis. Os “revolucionários” negros estavam particularmente interessados nos trabalhos dos revolucionários do Terceiro Mundo: “Os Condenados da Terra” (Frantz Fanon), “Guerra de Guerrilha” (Che Guevara) e os escritos do Presidente Mao eram todos atenciosamente lidos e estudados.(24) Nesses trabalhos, os revolucionários negros descobriram um destino compartilhado de sofrimento da exploração do sistema imperialista.(25)

Em 16 de Abril de 1968, dias após o assassinato de Martin Luther King Jr, o Presidente Mao fez um famoso discurso intitulado “Uma nova tempestade contra o imperialismo”. A sólida perspectiva anti-imperialista e o tom carismático e revolucionário de Mao pareceu ter sido intensamente uma influência para o movimento negro. No discurso, Mao disse que a luta dos afro-americanos era “não apenas uma luta abanada pelo povo negro, explorado e oprimido, por liberdade e emancipação, mas era também uma clara chamada para todos os explorados e oprimidos dos EUA para lutar contra a norma monopolista da classe capitalista. Foi uma tremenda ajuda e inspiração para todos que lutavam contra o imperialismo do EUA ao redor do mundo, como para a luta dos vietnamitas”.(26) Considerando as ações de Muhammad Ali contra ser alistado pelo Vietnã, podemos entender melhor por quê as ideias e as chamadas revolucionárias do Mao pareciam ser tão atraente para os revolucionários negros. Eles estavam lutando contra as instituições estabelecidas no EUA branco, e os revolucionários, incluindo o Presidente Mao, estavam lutando e condenando as ações imperialistas dos EUA. Estavam ambos mirando o mesmo alvo – o sistema capitalista e imperialista do EUA. Compartilhando esse mesmo alvo, os revolucionários negros achavam as ideias do Presidente Mao extremamente atrativas.

Partido dos Panteras Negras, Maoísmo e Intercomunalismo

Intercomunalismo foi um termo criado pelos Panteras Negras que reconhecia a contradição entre “o pequeno circulo que controla e se enriquece do Império dos EUA e os povos que querem determinar seu próprio destino”.(27) Em um discurso em 1971, Huey delineou a evolução dos revolucionários de “nacionalistas negros” para “revolucionários nacionalistas”, depois para “internacionalista” e então para defender e lutar pelo “intercomunalismo revolucionário”.(28) Em cada estágio dessa evolução, disse Huey, os revolucionários encontraram novos problemas em novas condições: quando ainda consideravam serem “negros nacionalistas”, perceberam que o pequeno número de pessoas negras nos Estados Unidos era uma barreira para que eles se tornarem força dominante e conquistarem o poder. Então se tornaram “revolucionários nacionalistas” e se juntaram com o movimento mundial de descolonização e nacionalidade. Mais tarde, eles mudaram de novo sua auto-definição para “internacionalista” em reconhecimento de suas próprias preocupações com os outros povos do mundo e a esperança desses povos por revoluções sociais e econômicas. Eventualmente, os “internacionalistas” descobriram o problema da luta dos negros americanos: os EUA não era mais uma nação, então seus problemas não podiam ser resolvidos a nível nacional, em vez disso, deveriam ser aproximados de unidades da sociedade para “comunidades”.(29) De acordo com Huey, uma comunidade era “uma pequena unidade com uma coleção de instituições compreendidas que existem para servir um pequeno grupo de pessoas” e as comunidades ao redor do mundo estavam todas conectadas em um jeito reacionário ou revolucionário.(30)

O Partido finalmente, então, pousou na teoria do Intercomunalismo, um grande avanço do puro Nacionalismo Negro do começo. Essa inovação teórica foi claramente influenciada pelo internacionalismo maoísta. Os Panteras reconheciam o generoso esforço chinês na ajuda dos países africanos.(31) Esse espírito internacionalista maoísta influenciou fortemente pessoas como Huey, que citou a afirmação internacionalista do Presidente Mao na frente de sua narração da viagem à China.(32) Porém, o avanço de “internacionalismo” para “intercomunalismo”, o qual pareceu como um desvio dos pensamentos de Mao, era também um produto da influência desses pensamentos. A resposta é a filosofia de Mao, o qual Huey Newton chamou de “método dialético materialista”.(33)

Partido dos Panteras Negras, Maoísmo e o Método Dialético Materialista

A maior parte do pensamento e da filosofia do Presidente Mao estavam altamente concentrada em dois de seus ensaios filosóficos em 1937: “Sobre a Prática” e “Sobre a Contradição”. No seu ensaio “Sobre a Contradição”, Mao claramente e sistematicamente estabeleceu seu pensamento na dialética materialista. Ele analisou a universalidade e a particularidade da contradição e elaborou em conceitos como a contradição e o principal aspecto da contradição. O princípio do ensaio era guiar a prática dos revolucionários comunistas na China. A essência de seus argumentos era amplamente conhecida como “análise concreta das condições concretas”. Reconhecendo a universalidade e a particularidade da contradição, qualquer um poderia facilmente aplicar o método da dialética materialista para a análise prática e usar isso para guiar suas ações.

Huey Newton era um brilhante estudante da dialética materialista. Ele a chamou de “o processo e a ordem inteira do universo”.(34) Nos seus escritos, Newton demonstrou, com sucesso, seu domínio do método dialético materialista. Quando respondeu às questões sobre o “intercomunalismo”, estava claramente seguindo o ensinamento da “análise concreta das condições concretas” na análise das condições revolucionárias dos negros americanos e posteriormente nas questões ambientais.(35) Newton não se auto-intitulava como marxista, mas era claramente um bom estudante do método dialético materialista. Com certeza, com a defesa de Newton e Bobby Seale, o estudo da filosofia maoista se tornou indispensável no partido.

Conclusão: Influência maoísta no Partido dos Panteras Negras

O Partido dos Panteras Negras tinham vários sinais distintos da influência maoísta. A Revolução Chinesa inspirou significantemente a luta dos negros americanos por liberdade e libertação. A filosofia do materialismo dialético estava no núcleo da influência maoísta no partido, e essa filosofia constituía a singularidade (ou particularidade) do Partido dos Panteras Negras. “Análise concreta das condições concretas”. Os Panteras eram teoricamente inovadores, eles não se mantiveram estáticos em relação às doutrinas de Nacionalismo Negro de Malcolm X e ao internacionalismo de Mao. Em vez disso, eles analisaram as condições de sua luta revolucionária e fizeram inovações eles mesmos, clamando pelo novo conceito de “intercomunalismo revolucionário”. Os Panteras rejeitaram o Nacionalismo Negro, porque usaram suas próprias cabeças para pensar, para analisarem suas condições e para chegarem à conclusão que os interesses socioeconômicos das classes oprimidas eram mais importantes que a Nação Negra. A filosofia maoísta era renovadora e serviu para eles de forma ótima e os fizeram diferentes dos outros movimentos dos direitos civis. A existência de uma sólida filosofia guia também, mais tarde, refutou as comparações com a Ku Klux Klan ou Conselho dos Cidadãos Brancos, já que ambos não tinham nenhuma base concreta filosófica. O pensamento maoísta, especialmente a filosofia maoísta, tinha se tornado um guia da luta dos Panteras Negras, o qual deu poder para que eles lutassem por liberdade e libertação.


 

*Fotos adicionadas pelo blog.

Arquivo original da internet (inglês): https://www.marxists.org/history/erol/ncm-1/bpp-maoism.pdf
Notas (em português):
1. Huey P. Newton, Suicídio Revolucionário (Nova Iorque: Escritos e Leitores publicado em 1995). 323
2. Idem, 326
3. Idem, 324
4 Huey. P. Newton, Leitor Newton (Nova Iorque: Editora Sete Histórias, 2002), 51.
5. Malcolm X e Alex Haley, A autobiografia de Malcolm X (Nova Iorque: Editora Grove 1966), 318
7. Idem, 275
8. Robert O. Self, Babilônia Americana (Princeton: Editora Princeton, 2003), 224-25
9. Malcolm X, “Não sente; se levante” Arquivo Marxista Internacional, disponível em https://www.marxists.org/reference/archive/malcolm-x/index.htm/; Internet.
10. Newton, Leitor Newton
11. Idem
12. Idem, 52
13. Self, Babilônia Americana, 224-25
14. Timothy B. Tyson, Rádio Dixe Livre (Chapell Hill: Editora Universidade Carolina do Norte, 1999), 289
15. Idem, 295
16. Idem, 296
17. Daryl J. Maeda, “Panteras Negras, Guarda Vermelha e “homens da china”: Construindo a identidade asio-americana através da Performing Blackness, 1969-1972, “Trimestral Americana – Volume 57, Número 4, Dezembro 2005: 1079
18. Idem, 1081
19. Thomas D. Lutze, entrevista do autor, Bloomington, IL, 1 de Abtil, 2008.
20. Maeda “Panteras Negras, 1087
21. Idem, 1085
22. Newton, Leitor Newton, 51. Newton, Suicídio Revolucionário, 324.
13. Cleveland Sellers, com Robert Terrel, O Rio sem volta: A autobiografia de umamilitante negra e a vida e amorte da SNCC (Jackson: Editora univertária do Mississippi, 1990), 188
24. Newton, Leitor Newton, 50. Robert O. Self e “O Partido dos Panteras Negras e a longa era dos Direitos Civis” no A Procura do Partido dos Panteras Negras: Novas perspequitivas de um movimento revolucionário, editora Jama Lazerow e Yohuru Williams (Durham: Editora da Universidade de Duke, 2006), 40
25. Self, Babilonia Americana, 224
26. Mao Tse-Tung (MAo zedong) “Uma nova tempestade contra o imperialismo” Revisão de Pequim, 19 de Abril, 1968, 5-6
27. Newton, Leitor Newton, 187
28. Idem, 184-88
29. Newton, Leitora Newton, 184-87
30. Idem, 187
31. “Pequim Constroi a Maior Fabrica Textil da Tanzania” O Partido dos Panteras Negras, 15 de Janeiro de 1969, 3
32. O povo que triunfou na sua própria revolução deve ajudar aqueles que ainda lutam por libertação. Essa é o nosso dever internacionalista – Presidente Mao, “Pequeno Livro Vermelho” Newton, Suicídio Revolucionário, 322
33. Newton, Leitor Newton, 275
34. Newton, Leitor Newton, 275
35. Idem, 189-99, 304-12
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