Anarquismo ou Socialismo? (Josef Stalin)

O seguinte artigo é de autoria de Josef Stalin (assinado como “Koba”), dirigente máximo da URSS socialista de 1924 à 1953, donde o mesmo faz uma ampla e vigorosa contribuição ao debate que rasgou séculos desde a I Internacional e que ainda hoje mostra-se, embora enfraquecido, ainda presente: “Anarquismo ou Socialismo?”. Para tal, Stalin analisa o teor das críticas anarquistas ao marxismo, repassa os princípios angulares do marxismo — como o materialismo dialético e histórico e a ditadura do proletariado — e, por fim, conclui de maneira contundente afirmando que somente o socialismo pode fazer cumprir as necessidades históricas da humanidade que recaí sobre a sua classe, o proletariado. Extraído do Marxists Archives Internet.

  • Redação, Servir ao Povo de Todo Coração.
Marx, Engels, Lenin, Stalin e Mao: os cinco guias do proletariado internacional.

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Resposta a Kruschev (Partido Comunista do Brasil, 1963)

Nota do blog: O artigo que segue é uma resposta do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil, em 1963, ao Partido Comunista da União Soviética, na época já dominado pela camarilha revisionista de Kruschev, revisionistas que transformariam a URSS em Estado social-imperialista e contrarrevolucionário. O contexto da resposta é o Grande Debate no Movimento Comunista Internacional, protagonizado pelos revisionistas soviéticos e os comunistas da China e Albânia. O Partido Comunista do Brasil (PCdoB), recém-reconstruído do que sobrou de revolucionário do PCBrasileiro (tomado desde então pelo revisionismo que vemos hoje), e na época guiado por uma linha ideológica revolucionária baseada nos ensinamentos do então denominado “Pensamento Mao Tsetung”, tomou parte do debate apoiando a linha proletária encabeçada pela China. Aqui segue a resposta a Kruschev.

 

Mao Tsetung recebe delegação do PCdoB (composta pelo
carniceiro João Amazonas e Lincoln Oest), década de 60.
 

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Contradições Sob o Socialismo (Mao Tsetung)

Nota do blog: Aqui, o Presidente Mao Tsetung aborda a questão da contradição sob o socialismo, explana que mesmo sob o socialismo e comunismo, ainda haverá pensamentos incorretos, indivíduos retrógrados e idealistas, e explica qual será — mais ou menos — a natureza das contradições. Traduzido pela colaboração do blog Servir ao Povo de Todo Coração.

 

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Sobre a Guerra Prolongada (Mao Tsetung, 1938)

Nota do blog: “Sobre a Guerra Prolongada” é um dos ensaios do Presidente Mao acerca da questão militar. Fora escrito e elaborado por ocasião da Guerra de Resistência do povo chinês à invasão do imperialismo japonês, logo na entrada da segunda grande guerra imperialista. No texto, o Presidente Mao aborda questões militares e a visão política da guerra, a guerra como instrumento político e não o inverso, retirando um pouco da visão de que  “os fins justificam os meios” na guerra. Um ótimo ensaio, de valor histórico e incalculável, manual militar da guerra popular! Retirado do Marxists Internet Archive.

Presidente Mao Tsetung em desfile militar após o fim da Guerra Civil chinesa.

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Filme: "A Fundação de uma República" (China, 2009)

Nota do blog: A seguinte publicação é um anexo do filme produzido na China, em 2009, com o título “A Fundação de uma República”. O contexto inicial do filme se passa na China pós-segunda grande guerra mundial, onde o Partido Comunista Chinês, o Kuomingtang e outros partidos e organizações patrióticas, numa frente anti-japonesa, haviam acabado de expulsar os invasores imperialistas japoneses e voltavam aos seus objetivos incomum. As duas principais forças na China, Kuomingtang e PCCh — que antes da segunda guerra já travavam uma luta pelo poder por meio da guerra civil — tentam conciliar-se pela paz e pela democracia. O filme relata as cisões internas no Kuomingtang entre os democratas e os patriotas versus os pró-imperialistas e lacaios das forças burocratas e semifeudais, que ajudou a desmoronar ainda mais o velho Poder na velha China; relata como procedeu o PCCh, a linha correta de como solucionar as contradições no seio do povo, isto é, a maneira como este se coloca na liderança de organizações pequeno-burguesas e patrióticas, que não eram comunistas, todavia, que tinham objetivos imediatos em comum com o PCCh: a libertação da dominação semicolonial, semifeudal e imperialista, e portanto, aceitaram a liderança dos comunistas. O filme, portanto, no seu geral, é totalmente recomendado; atenção, porém, para alguns contrabandos ideológicos presentes no filme — por exemplo, nos diálogos finais do filme entre os dirigentes comunistas, do qual Mao Tsetung teria afirmado que “não podemos nos livrar dos capitalistas agora”, numa frase vazia, sem princípios e, lógico, que não cabe atribuir verdadeiramente ao Mao; uma verdadeira tentativa de reforçar que, ainda hoje, a China “não poderia se livrar dos capitalistas”, que eles, ainda hoje, seriam “necessários”. Essa atenção é também recomendada, afinal, o filme foi produzido na China atual, imperialista e anti-povo.

 

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A Grande Revolução Cultural Brilhará Para Sempre! (10º Aniversário da Revolução Cultural, Partido Comunista Chinês)

Nota do blog: Este texto foi publicado originalmente em 16 de maio de 1976 no periódico oficial chinês “Pequim Informa” (ou “Peking Review”), em ocasião do 10º aniversário da Grande Revolução Cultural Proletária (GRCP). Neste mesmo ano, meses depois, as massas chinesas dirigidas pelo proletariado durante toda a revolução cultural seriam derrotados por um golpe de Estado contrarrevolucionário dirigido pela camarilha revisionista chinesa, instaurando um Estado de ditadura da burguesia sobre o proletariado. Este é o último artigo publicado durante a China maoísta que se refere à GRCP, e vale a pena a leitura pela sua importância histórica. Traduzido pela equipe de colaboração do blog Servir ao Povo de Todo Coração do seguinte link.

Na imagem, os famosos Dazibao’s, cartazes de grandes
caracteres usado constantemente como meios de crítica
e debate durante a Revolução Cultural Proletária. 

 

 

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Presidente Mao é o Sol Vermelho nos Corações dos Povos do Mundo ("Pequim Informa", 1966)

Nota do blog: A seguinte matéria foi originalmente publicada em 22 de julho de 1966, no periódico oficial chinês Pequim Informa (vol. 9, No. 30), em ocasião ao aniversário do Presidente Mao e retratando os depoimentos dos visitantes estrangeiros sobre o Presidente Mao. Um retrato histórico da admiração dos povos do mundo ao Presidente Mao – admiração que aumentou, sobretudo, após o Grande Debate que o mesmo foi protagonista e pelo qual desmascarou os revisionistas soviéticos liderados por Kruschov e durante a Revolução Cultural Proletária. Traduzido pela colaboração do blog.

Cartaz internacionalista produzido na China.

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Discurso da Camarada Jiang Qing em um comício das massas revolucionárias de Pequim

Nota do blog: Jiang Qing fora dirigente comunista e revolucionária, para além, uma das principais lideranças da Grande Revolução Cultural Proletária e o quadro mais avançado da linha proletária do PC da China pós-Mao, além de ser esposa do Presidente Mao. Jiang Qing tinha estreitas relações com as Guardas Vermelhas e seus combatentes. Inúmeras vezes, reunia-se com os Guardas nas ruas, locais públicos e semelhantes, os criticava, incentivava-os e lhes dava sugestões, ideias, enfim, buscava sempre se unir politicamente aos Guardas. Foi de inestimável importância durante a Revolução Cultural e poderia ter ido além se a linha proletária não tivesse sido golpeada e o estado e Partido chineses usurpados pelos revisionistas com a morte do Presidente Mao. Demonizada pelos revisionistas como “bruxa” nos artigos e matérias oficiais chineses, foi sentenciada a pena capital, posteriormente transformada em prisão perpétua. Morreu em 1991 com chuva de fogos de artifício pelos revisionistas, tendo até comemorado sua morte nos órgãos oficiais. Sua obra vive e seu legado, igualmente. Este texto é, portanto, uma demonstração da — já citada anteriormente — importância da camarada Jiang Qing durante a GRCP e sua ligação com os Guardas Vermelhos. Traduzido pela colaboração do Blog, inédito em português.

Jiang Qing e Mao Tsetung.

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