Celebrar os 50 anos da Grande Revolução Cultural Proletária!

“Pôr a política no posto de comando!”

“Na Grande Revolução Cultural Proletária é preciso trazer bem levantada a grande bandeira vermelha do pensamento de Mao Tsetung e pôr a política proletária no posto de comando.” (Partido Comunista da China, 1966: ‘Decisão do CC do PCCh sobre a GRCP’, ‘Documento dos 16 pontos’)

“É preciso ousar fazer a revolução, é preciso saber fazê-la com benefício. Não temer as desordens.” (Partido Comunista da China, 1966: ‘Comunicado da XI Sessão Plenária do Comitê Central resultante do VIII Congresso do PCCh’)

 

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o coração

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A fabricação de um relógio de frequência do tipo chinês nos apoiando em “Sobre a prática” e “Sobre a contradição” (China, 1966)

Nota do blog: No desfraldar da Grande Revolução Cultural Proletária, momento onde a direita reacionária no PCCh impulsionava em grande escala a restauração capitalista através dos aparelhos do Estado chinês e dos órgãos do Partido Comunista, o Presidente Mao – dirigindo a esquerda proletária e revolucionária – chamou os revolucionários a mobilizar as amplas massas populares com vistas a impulsionar uma contrarrestauração, combatendo a restauração em curso. Neste aspecto, o desfraldar da GRCP se deu mediante uma luta por mobilizar as massas para combater tal restauração – campanha propagada pela esquerda -, enquanto que a direita reacionária apregoava as massas como ignorantes com fins de impedir sua mobilização e dar prosseguimento ao caminho capitalista.

O seguinte texto, igual ao já publicado Aplicação da filosofia na venda de melancias em uma grande cidade, é produção das massas proletárias e camponesas explicando como aplicaram a dialética materialista para resolver seus problemas cotidianos e de trabalho. Este texto é expressão do esforço da esquerda revolucionária por reafirmar que as massas são todo-poderosas, que as massas são sábias e capazes de servir à revolução e libertar-se a si mesma. Daí se impôs uma luta decidida entre restauração-contrarrestauração no âmbito da GRCP; o desfraldar da GRCP só foi possível pela mobilização das massas, e este texto é expressão dessa luta.

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Declaração conjunta acerca do 30º Aniversário do Dia da Heroicidade

Nota do blog: Repercutimos a declaração assinada por vários partidos comunistas e organizações maoístas em virtude do 30º aniversário do Dia da Heroicidade, dia que os dirigentes e militantes do Partido Comunista do Peru, combatentes do Exército Guerrilheiro Popular e massas revolucionários se insurgiram contra o plano de genocídio do fascista Alan García dentro das prisões do velho Estado peruano, transformadas por eles em luminosas trincheiras de combate. Mais de 250 prisioneiros de guerra e presos políticos tombaram em combate, enfrentando o velho Estado e suas hordas fascistas, conquistando assim, com sacrifício e dando cota de sangue, uma vitória política, ideológica e moral para a Revolução Peruana.

Recomendamos a leitura deste documento importantíssimo para todos os ativistas e militantes populares, democráticos e revolucionários.

Abimael Guzmán, o Presidente Gonzalo, mais importante prisioneiro de guerra do mundo, representação maior dos heróis do Dia da Heroicidade

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Viva Zumbi dos Palmares! Viva o dia do Povo Preto!

Nota do blog: Reproduzimos nota da Coordenação Nacional da Liga dos Camponeses Pobres, assinada em dezembro de 2015, por ocasião do dia do Povo Preto, onde esta deslinda de modo que consideramos correto sobre o problema da questão racial.

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A luta pelo maoísmo, pela guerra popular e novas cisões

Nota do blog: O seguinte documento, assinado pelo Núcleo de Estudos do Marxismo-Leninismo-Maoísmo (Brasil) e publicado originalmente no Jornal A Nova Democracia (nº 86, fevereiro de 2012), faz uma análise do movimento comunista brasileiro e suas diversas lutas de duas linhas pela assimilação e afirmação do maoismo, as resultantes cisões entre marxistas e revisionistas no curso destas lutas e, por fim, a perspectiva histórica tirada destas lutas e da vasta experiência do proletariado na sua luta pela constituição do seu partido comunista autêntico e revolucionário.

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“Meu rompimento com a UJR, e porque decidi militar no MEPR”

Nota do blog: Repercutimos a Carta de esclarecimento acerca do rompimento de uma então militante da UJR (juventude do PCR, cuja direção revisionista, com suas bravatas à esquerda, prende principalmente a juventude no mais vil legalismo, reformismo e demais variantes do revisionismo); ademais de sua decisão de militar no MEPR – Movimento Estudantil Popular Revolucionário.

Isto é expressão cabal de que, com a crise generalizada do velho Estado e de suas estrutura e instituições falidas, aqueles partidos que, posando de “esquerda” e agindo no mais cretino revisionismo e legalismo, insistindo em se integrar em troco de migalhas nas entranhas daquilo que está podre, só vai, daqui para frente, acelerar seu já certo processo de fracasso e apodrecimento. Os seus militantes de base mais abnegados, dedicados, sérios, entusiastas da luta revolucionária, comprometidos de coração e razão com a causa do proletariado, com a causa do povo; estes já começam a sair de suas fileiras, já largam no chão essas suas bandeiras falidas de “acumulação de forças” via eleições, “propaganda revolucionária” através da mendingança de votos, etc. etc. etc..

O revisionismo, como ofensiva ideológica da burguesia dentro das fileiras da classe proletária, deve ser combatido como e na mesma intensidade que o imperialismo e as classes dominantes locais. Eis, pois, a condição de triunfo da classe. E assim farão os militantes honestos que estão já se desprendendo da camisa de força do oportunismo e que, daqui em diante, hão de se desprender cada vez mais, adentrando nas organizações combativas e revolucionárias geradas e continuadoras das resolutas e cruentas lutas das massas em nosso país.

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Estudar os 16 pontos, assimilá-los, pô-los em prática (China, 1966)

Nota do blog: O Documento dos 16 pontos foi resultado de uma longa e dura luta de duas linhas no qual a esquerda revolucionária impôs a linha política geral da Grande Revolução Cultural Proletária. Muito esforço foi necessário para impulsionar a mobilização das massas na crítica aos elementos revisionistas e direitistas burgueses no seio do Partido e em postos dirigentes na China Vermelha; este Editorial do órgão oficial do PCCh, Renmin Ribao, foi um entre várias iniciativas neste sentido, de consolidar o programa da Grande Revolução Cultural Proletária.

Traduzido ao português pelo núcleo de colaboração da versão espanhol retirada do blog “Cultura Proletaria”.

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O Documento dos 16 pontos deu a direção a ser seguida pelas massas

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A filosofia aplicada à venda de melancias numa grande cidade (China, 1966)

Nota do blog: O Pensamento de Mao Tsetung, como era conhecido até então os aportes do Presidente Mao, ao início da Grande Revolução Cultural Proletária se proliferou e as amplas massas do povo chinês encarnaram seu pensamento, a ideologia científica da classe (marxismo-leninismo pensamento mao tsetung) e o aplicavam no seu cotidiano, resolvendo seus problemas através da ideologia da classe.

A esquerda revolucionária, reforçando a linha de massas no partido, incentivou as massas a escrever suas experiências de aplicação do Pensamento de Mao Tsetung, que eram publicadas em importantes órgãos do país, combatendo as posições da direita contrarrevolucionária que desprezava as massas e serviam assim à sua imobilização, consequentemente fazendo avançar a restauração capitalista.

Este é o primeiro de uma série de cinco textos desta iniciativa. Foi publicado na China, na revista Pequim Informa – Ano IV nº 37 – 14 de setembro de 1966.

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