Sobre a atitude dos antiimperialistas quanto ao PKK

Extraído de vnd-peru.blogspot.com.br

(Dem Volke Dienen, Alemanha)

Apresentação

 Como apresentação da tradução de um colaborador, do alemão para espanhol, deste importante documento  do blog : Dem Volke Dienen (Servir ao Povo), SOBRE A ATITUDE DOS ANTIIMPERIALISTAS QUANTO O PKK, queremos dizer o seguinte:

O Presidente Mao nos ensina que, quando o imperialismo invade o país ou desata sua agressão militar como o faz, em conluio e pugna por partilha e repartilha, nos países do Oriente Médio Ampliado (Ásia ocidental, no artigo), o que corresponde fazer é “formar uma ampla frente única nacional revolucionária”.

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Sobre a atual situação na Venezuela – Parte II

Nota do Blog: Publicamos a seguir a continuação da série de análises sobre a situação da Venezuela propalada pelos companheiros da “Associação de Nova Democracia – Nuevo Peru” (Hamburgo – Alemanha).

 

SOBRE A CRISE POLÍTICA NA VENEZUELA

 

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Dar a vida pelo Partido e pela Revolução (Dia da Heroicidade – Presidente Gonzalo, 1987)

Nota do blog: Publicamos tradução não-oficial encontrada na internet da declaração do Presidente Gonzalo, chefatura do PCP e da Revolução Peruana, por ocasião do Dia da Heroicidade.

Após a heroica resistência desatada pelos prisioneiros de guerra, militantes e dirigentes do PCP nas Luminosas Trincheiras de Combate de El Frontón, Lurigancho e Callao, o Presidente Gonzalo sintetizou aquele episódio: “a rebelião dos prisioneiros de guerra, custando a própria vida, conquistou para o Partido e à revolução um grandioso triunfo moral, político e militar … e sim, a besta reacionária bebeu sangue até a saciedade para impor a paz dos mortos, as vidas miseráveis e sorreteiramente cegadas transformaram-se em imperecedoras, plasmam a trilogia monumental das luminosas trincheiras de combate do Frontón, Lurigancho e Callao, marco histórico que proclamará mais e mais a grandeza do Dia da Heroicidade.”


O inesgotável seio do povo nutriu-os com sóbrio alimento e colocou-os a andar; a luta de classes foi modelando sua mente; e o Partido, como a principal e maior forma social, elevou sua consciência política, armando-a com o marxismo-leninismo-maoísmo pensamento-guia, potencializou sua combatividade organizando-os no Exército Guerrilheiro Popular, e fundindo-os com as massas do campesinato pobre, temperou seu corpo e espirito na fornalha inextinguível da guerra popular. Convertidos em prisioneiros de guerra, nunca ajoelharam-se, persistiram em combater, mobilizar e produzir e, em ardorosas lutas, transformaram as sórdidas masmorras do caduco e podre Estado peruano em luminosas trincheiras de combate.

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Marrocos: As lutas das massas populares do Rife são justas e legítimas!

Retirado de vnd-peru.blogspot.com

Jamais a repressão do regime reacionário poderá apagar a chispa revolucionária que incendeia a região depois de tanto tempo!

Há mais de 7 meses, as massas da região norte de Marrocos – Rife revolucionário – mantêm a realização de lutas incansáveis e em curso, e isto apesar do covarde assassinato do jovem Mohsen FIKRI por assassinos do regime marroquino reacionário.

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Chefes, Partido, Classe, Massas (Lenin, 1920)

Esquerdismo, a doença infantil do comunismo

Capítulo V
O comunismo “de esquerda” na Alemanha
Chefes, Partido, Classe, Massas

Os comunistas alemães, de quem vamos falar agora, não se chamam de “esquerdistas”, mas de “oposição de princípio”, se não me engano. Mas, pelo que se segue, pode-se ver que têm todos os sintomas da “doença infantil do esquerdismo”.

O folheto intitulado Cisão no Partido Comunista da Alemanha (Liga dos Espartaquistas), que reflete o ponto de vista dessa oposição e que foi editado pelo “Grupo local de Francfort-sobre-o-Meno”, expõe com  grande evidência, exatidão, clareza e concisão a essência dos pontos de vista dessa oposição. Algumas citações serão suficientes para mostrar aos leitores essa essência: Continuar lendo “Chefes, Partido, Classe, Massas (Lenin, 1920)”

A operária na Rússia soviética

O seguinte texto de Inessa Armand foi publicado em “Bulletin Communiste”, nº 17, de 8 de julho de 1920. Assinou o artigo como Heléne Blonina. Inessa Armand foi dirigente do Departamento da Mulher do Secretariado do Comitê Central do Partido Bolchevique.

Retirado de culturaproletaria.wordpress.com.

Em celebração dos 100 anos da Grande Revolução Socialista de Outubro (1917).


O poder soviético foi o primeiro a criar as condições em que a mulher poderá completar, finalmente, a obra de sua própria emancipação.

No curso dos séculos, foi escrava. Inicialmente, sob o reino da pequena produção, foi da família, depois com desenvolvimento do capitalismo, o seu trabalho triplicou: no Estado, na fábrica e na família.

Foi assim não só sob o regime czarista, bárbaro e subdesenvolvido, mas também nas “democracias” mais “civilizadas” da Europa ocidental e da América.

Sob o regime burguês a mulher trabalhadora é privada dos escassos direitos políticos outorgados ao trabalhador. Na fábrica, na oficina, está, todavia mais oprimida, mais explorada que o homem, porque o patrão usa seu poder para oprimi-la não somente em sua qualidade de proletária, mas também para infligir-lhe todo tipo de ultrajes e violência enquanto mulher. E em nenhum lugar nem em nenhum momento, a prostituição, o fenômeno mais repugnante , o mais odioso da escravidão assalariada do proletariado, se estendeu tão escandalosamente como sob o reino do capitalismo.

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Comunismo e Pan-Islamismo (Tan Malaka, 1922)

Nota do blog “Futuro Luminoso”: Antes de tudo quero agradecer o camarada Soselo, do blog “Victoria dos Oprimidos Explorados”, que tomando as dificuldades de “escavar” entre velhos documentos compilados dos Clássicos do Marxismo-Leninismo-Maoísmo, da Internacional Comunista e de discursos de Dirigentes marxista-leninistas da segunda etapa, tenha feito chegar até nós o documento contendo o discurso do camarada Tan Malaka, que foi dirigente do Partido Comunista da Indonésia, antes do IV Congresso desse Partido Comunista Mundial que foi a Terceira Internacional, e que apresentamos hoje para consideração dos camaradas e leitores deste blog.

Este discurso do camarada Malaka, ao pleno do II Congresso da I.C., nos brinda com claros e valiosos ensinamentos a respeito de uma série de questões medulares que têm preocupado o MCI (ML) por vários meses. Primeiro, o camarada Malaka volta-se, a partir da experiência política prática adquirida pelo PCI no tratamento para com o movimento islâmico do próprio país, contra as teses de “combater o Pan-islamismo” e, ao contrário, recomenda “apoiar a luta de libertação dos extremamente combativos, muito ativos, 250 milhões de mulçumanos que vivem sob o jugo das potências imperialistas”. Segundo, que nesta luta nacional libertadora o aspecto ideológico (a religião) ocupa lugar secundário, subordinado em relação à luta política antiimperialista. Terceiro, que o trabalho dos comunistas de convencimento, educação, esclarecimento está dirigido para a base das massas dos movimentos islâmicos, formada por trabalhadores e camponeses, e não simplesmente com a direção dos mesmos. Quarto, esta exposição do camarada Malaka está dirigida, claro que sem ênfase, contra os setores ultraesquerdistas predominantes no seio dos Partidos Comunistas europeus (zinovievistas e trotskystas), os quais obrigaram a subscrever essa tese errônea contra o parecer de Lênin e dos bolcheviques russos no II Congresso da IC. (Com respeito a esse tema, em torno do esboço da tese sobre o problema nacional e colonial de Lenin, tratamos no meu segundo artigo de ISIS…es que?)

Ao reproduzir este documento não estamos movidos pela intenção de convencer a ninguém, menos aos que já estão convencidos na posição de anular qualquer aliança com os movimentos árabes e mulçumanos antiimperialistas, porém queremos fornecer elementos teóricos e políticos conceituadores da experiência do movimento marxista-leninista da segunda etapa, os quais ajudarão os militantes a pensar por conta própria e a orientar-se, dentro da atual situação internacional, no cumprimento das tarefas politico-revolucionárias levantadas por seus respectivos partidos comunistas de militância.

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A Terceira Internacional e seu lugar na história (Lenin)

 

Nota do blog: Publicamos importante documento do grande Lenin sobre a Internacional Comunista. A Internacional Comunista, quando reconstituída como III Internacional, dotou o proletariado de seu Partido internacional.

Na história, a Internacional Comunista foi a condição para que o proletariado se impusesse; hoje, a Internacional marxista-leninista-maoísta é a condição para que o maoísmo se imponha como mando e guia da Segunda Grande Onda da Revolução Proletária Mundial que já está em curso triunfante. Segunda Grande Onda que se dá com as lutas de libertação nacional dando cabo do invasor principalmente no Oriente Médio e com as guerras populares no Peru, Índia, Filipinas e Turquia e as que estão por iniciar, conformando em cada país a união do movimento de libertação nacional com o movimento comunista internacional.

Nas palavras do grande Lenin, “A aliança internacional dos partidos que dirigem o movimento mais revolucionário do mundo, o movimento do proletariado para a derrubada do jugo do capital, conta agora com uma base mais sólida do que nunca”.


A Terceira Internacional e seu lugar na história

V.I. LENIN

Os imperialistas dos países da “Entente” bloqueiam a Rússia, tratando de isolar a República Soviética, como foco contaminador, do mundo capitalista. Estas pessoas, que se gabam do “democratismo” de suas instituições, estão tão cegas pelo ódio à República Soviética que não atentam como eles próprios fazem o ridículo. Figurem-se os senhores, os países mais adiantados, mais civilizados e “democráticos”, armados até os dentes, que têm todo o mundo indivisível sob domínio militar, temem como ao fogo o contágio ideológico procedente de um país arruinado, faminto, atrasado e que, segundo eles, é inclusive um país semi-selvagem!

Apenas esta contradição já abre os olhos das massas trabalhadoras de todos os países e ajuda a desmascarar a hipocrisia dos imperialistas como Clemenceau, Loyd George, Wilson e seus governos.

Mas a nós, ajuda-nos não apenas a cegueira que o ódio aos Sovietes causa aos imperialistas, mas também as desavenças entre eles, que os levam a darem-se rasteiras mútuas. Organizaram entre si uma verdadeira conspiração de silêncio, temendo mais que tudo a difusão de notícias verídicas sobre a República Soviética em geral, e de seus documentos oficiais em particular. Porém, o órgão principal da burguesia francesa, Le Temps, publicou a matéria sobre a fundação, em Moscou, da III Internacional, da Internacional Comunista.

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