Equador: 25 anos de sua prisão. Viva o Presidente Gonzalo!

PdteGonzalo

Nós estamos aqui nestas circunstâncias; alguns pensam que é uma grande derrota, eles sonham, dizemos que sigam sonhando. É simplesmente uma curva, nada mais, uma curva no caminho! O caminho é longo e com isso chegaremos, e triunfaremos! Vocês verão!

PRESIDENTE GONZALO

Há 25 anos a reação do Peru tomou como prisioneiro de guerra o presidente Gonzalo. Não vamos deixar de reconhecer o duro impacto que teve este fato no desenvolvimento da Guerra Popular no Peru e, com ele, no seio do MCI, mas de maneira nenhuma podemos cair na emboscada que pôs a linha oportunista de direita que esgrime, a partir deste fato, que se tratou de um golpe fulminante e que marcou a “derrota definitiva” da guerra popular no Peru.

Em 15 de setembro do mesmo ano, o Presidente Gonzalo, da cela onde foi exposto como “troféu de guerra”, manifestou: “É simplesmente uma curva, nada mais, uma curva no caminho!”. É a verdade. Uma curva, porque deve-se entender que ninguém, absolutamente ninguém saiu invicto na luta contra o imperialismo e a conquista do poder para a classe e para o povo sem receber algum golpe ou tenha estado isento de entregar a necessária cota de sangue e outros sacrifícios. A história referendou isto, como uma lei própria desse longo, complexo e cruento caminho por dirimir, de uma vez por todas, as contradições antagônicas e irreconciliáveis existentes entre oprimidos e opressores, explorados e exploradores, comunistas e revisionistas, revolução e contrarrevolução.

É simplesmente uma curva”, e é verdade, porque a guerra popular no Peru não pode ser vista como um fato isolado da dinâmica que o proletariado internacional cobrou a partir deste marco histórico, fato este que deu condições para que o marxismo-leninismo fosse elevado a uma terceira e superior etapa: o maoismo. E nós comunistas sabemos, o marxismo se desenvolveu em luta, em briga permanente.

Uma curva, porque se bem é certo que a guerra popular no Peru entrou em uma etapa de dificuldades, a linha consistente, a linha vermelha, comunista, revolucionária sobrevive como uma chama que subsiste aos negros ventos sustentados pelo imperialismo, pela reação, o velho Estado, o revisionismo, o centrismo, o oportunismo, ou seja, o destacamento completo de inimigos da classe e do povo que permanentemente sustentam que a guerra popular chegou a seu fim, que a guerra foi derrotada, e sobre esta patranha, tratam de levantar uma série de argumentos teóricos e políticos pretendendo justificar o injustificável: a traição e a capitulação.

A reação tem sonhos de cachorro se acreditam que a guerra popular foi derrotada. O revisionismo emite balido de ovelha famélica com o discurso de que é o momento de “dar lugar a reconciliação, porque a guerra popular culminou”.

Mas em meio a essas dificuldades, pouco a pouco vai se estabelecendo uma importante mudança na correlação de forças dentro da guerra popular, pouco a pouco vai se dinamitando a linha oportunista de direita liderada pelo Movadef, que intencionalmente busca sustentação teórica e política nas diretrizes ideológicas de Avakian e Prachanda, alimentada covardemente a partir da ambiguidade centrista que conseguiu fazer trincheiras no seio do proletariado da Itália e da França, novo ninho de oportunistas que, além disso, traficam com as lutas da classe, do povo e as guerras populares que vêm avançando no mundo.

Hoje, o pensamento Gonzalo cobra uma força inusitada na Alemanha, Áustria etc. na constituição e reconstituição de partidos comunistas como é o caso do Brasil, Chile, Bolívia, Equador, Colômbia, México e outros, os quais sobre a base do marxismo-leninismo-maoismo, sem verniz e inequivocadamente, incorporamos às nossas particularidades os aportes que o Presidente Gonzalo fez ao MLM, precisamente, naqueles países onde o proletariado entendeu que a revolução não é um ato mecânico, linear, mas dialético, que tem dificuldades, que o caráter da guerra é prolongada e que por sua natureza histórica, está condenada ao triunfo.

Ao completar-se mais um aniversário da prisão do Presidente Gonzalo, o Partido Comunista do Equador – Sol Vermelho exige do velho Estado do Peru respeito a vida, dignidade e saúde do presidente, sua imediata libertação.

VIVA O PRESIDENTE GONZALO!

VIVA O PENSAMENTO GONZALO!

VIVA A GUERRA POPULAR NO PERU!

A GUERRA POPULAR INEVITAVELMENTE VENCERÁ!

VIVA A GUERRA POPULAR NO PERU, ÍNDIA, TURQUIA E FILIPINAS!

SOMOS DO TERCEIRO MUNDO E O TERCEIRO MUNDO É A BASE DA REVOLUÇÃO PROLETÁRIA MUNDIAL!

O CAMINHO É LONGO E COM ELE CHEGAREMOS, TRIUNFAREMOS!

VIVA O MARXISMO-LENINISMO-MAOISMO!

PARA CONQUISTAR O SOL VERMELHO DA LIBERTAÇÃO: O COMUNISMO!

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