Venezuela: Nós rejeitamos a disseminação de todas as ideias tolas e capituladoras que não servem para preparar o povo para a resistência à agressão imperialista ianque (Associação de Nova Democracia, 2019)

Os imperialistas ianques estão desenvolvendo sua agressão direta contra o povo da Venezuela. Para isso, geram distúrbios e fracassam, geram distúrbios e fracassam novamente, e assim por diante até sua derrota final. Essa é a lógica de todos os reacionários.

Para isso, montaram o chamado “Grupo de Lima”, que nos começos de janeiro de 2019 declarou o novo governo de Nicolas Maduro, que seria instalado em 10 de janeiro, como ilegítimo, fruto de eleição ilegítima. E estabeleceram que a única autoridade legítima era a da Assembleia Legislativa suspensa da Venezuela e seu novo presidente, Guaidó.

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Declaração conjunta em condenação à intervenção direta do imperialismo ianque na Venezuela (Partidos e Organizações maoistas, 2019)

Tradução não-oficial enviada por leitor

Proletários de todos os países, uni-vos!

Rechaçamos com profundo ódio de classe a intervenção direta e descarada do imperialismo ianque contra o povo da Venezuela

Dirigimo-nos à nossa classe, ao proletariado internacional e aos povos do mundo para condenar, esmagar, marcar com fogo e rechaçar com profundo ódio de classe a intervenção direta e desavergonhada do imperialismo ianque, superpotência hegemônica única, grande gendarme contrarrevolucionário mundial e principal inimigo dos povos do mundo, contra a nação, contra o povo da Venezuela.

Nesta nova agressão direta, o imperialismo ianque aplica um golpe para impor um governo fantoche na Venezuela. É um plano do imperialismo ianque, encenado com a autoproclamação como presidente interino de seu fantoche, o presidente da Assembléia Legislativa suspensa, Juan Guaidó, que foi imediatamente reconhecido pelo arquirreacionário e genocida governo de Trump-Pence como o “legítimo” presidente do país e dando um ultimato ao governo em exercício de Nicolás Maduro, para que ele entregue o comando ao governo fantoche; intimidando-o, que em caso de não seguir os ditames imperialistas, será usado todo o poder e violência da superpotência, estabelecendo como “causas belium” a capitulação do atual governo de Maduro em favor de seu fantoche. Ou seja, a capitulação da nação oprimida ou a guerra de agressão imperialista, qualquer que seja a forma que adote a intervenção militar.

Essa agressão direta do imperialismo ianque, liderado por Trump-Pence, para mudar o governo da Venezuela por um dos fantoches ianques, implicaria a mudança da situação semicolonial da Venezuela para a colonial. Esses imperialistas, em nome da luta contra a “ditadura” e a “democracia e liberdade”, tentam sujeitar o povo venezuelano à escravidão colonial. Constitui a mais flagrante intimidação, interferência, controle e agressão do Estados Unidos contra uma nação oprimida do Terceiro Mundo, violando a independência nacional, a soberania e a dignidade nacional do país e o próprio ordenamento jurídico internacional que é uma expressão da sua hegemonia global, sua Carta da ONU, da OEA, etc.

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Ao patriótico povo venezuelano cabe desenvolver uma luta heroica contra o agressor imperialista ianque e seus lacaios (Associação de Nova Democracia Nuevo Peru, 2019)

http://vnd-peru.blogspot.com/2019/01/america-latina-al-pueblo-patriotico.html

A agressão do imperialismo ianque contra a República Bolivariana da Venezuela está marchando como um golpe de Estado por um fantoche do imperialismo ianque, Juan Guaidó. O golpe de estado anunciado desde setembro de 2018, para preparar a opinião pública interna e externa, por representantes próprios do governo Trump e divulgado pelo The New York Times, sem revelar a forma, está em curso da maneira mais cínica e sinistra.

O fantoche do imperialismo ianque Juan Guaidó apareceu de repente como líder da “oposição” e foi nomeado presidente da Assembléia Legislativa suspensa. Então, continuando com o libreto do golpe estabelecido pelo governo arquirreacionário e genocida de Trump-Pence, ele se proclamou em uma reunião pública de seus partidários como “presidente interino” violando a ordem constitucional e legal do país, supostamente contra o “governo ilegítimo de Maduro”, “contra a ditadura”, “pela liberdade”.

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