A criação artística das massas

Tsin Yen [1]

Um artigo do “Hongqi” sobre o desenvolvimento da criação literária e artística dos amadores operários-camponeses-soldados

 

As brilhantes “Intervenções nas palestras sobre a literatura e a arte de Ienan” feitas há 30 anos pelo Presidente Mao continuam, salvaguardam e desenvolvem a concepção marxista-leninista do mundo e a teoria marxista-leninista sobre a literatura e a arte. Resolveram as questões fundamentais de saber como e porquê a literatura e a arte devem servir os operários, camponeses e soldados, e definem a linha, os princípios e a política para o desenvolvimento da literatura e da arte proletária. No decorrer desses 30 últimos anos, as “Intervenções” guiaram-nos na derrota da linha burguesa em matéria de literatura e de arte sob todas as formas, e encorajaram os trabalhos literários e artísticos revolucionários e a grande massa de operários, camponeses e soldados a tomar parte ativa na revolução e na criação no domínio cultural.

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Sobre o centralismo democrático (Presidente Mao Tsetung, 1962)

Presidente Mao Tsetung

Discurso na Conferência Ampliada de Trabalho [partidário] convocada pelo Comitê Central do PCCh [1]

30 de janeiro de 1962

 

Camaradas: Quero abordar alguns pontos (aplausos entusiastas). No total são seis pontos sobre os quais quero falar. A essência do que vou expor é a questão do centralismo democrático, mas, ao mesmo tempo, quero falar sobre alguns assuntos adicionais.

O método seguido na realização desta conferência

Esta conferência ampliada de trabalho reúne mais de 7.000 pessoas. No começo da conferência o camarada Liu Shao-chi e vários camaradas prepararam um informe preliminar. Antes que este informe fosse discutido pelo Birô Político, lhes sugeri que em vez de primeiro realizar uma reunião do Birô Político para discuti-lo, deveríamos primeiro remeter ao conhecimento dos camaradas que estão participando nesta conferência, para que desta maneira todos pudessem comentar e fazer observações. Camaradas, entre vocês existem pessoas que provêm de diversas frentes e lugares, de diversos comitês estaduais, municipais e comitês distritais e dos comitês do partido de diversas empresas. Existem pessoas de diversos departamentos submetidos ao Comitê Central. A maioria de vocês tem mais contato com as bases e devem possuir uma melhor compreensão dos problemas e da situação do que nós do Comitê Permanente, do Birô Político e do Secretariado. Além disso, uma vez que todos vocês ocupam diferentes posições, podem abordar os problemas de diferentes ângulos. Por esta razão os temos convidado a expor suas ideias e demos a conhecer o informe preliminar. O resultado tem sido uma animada discussão na qual temos exposto muitas ideias, nem todas elas seguindo a política básica do Comitê Central. Posteriormente o camarada Shao-chi presidiu uma comissão de redação de 21 pessoas que incluía membros responsáveis de várias secretarias centrais. Depois de oito dias de discussão produziram um segundo informe escrito. Deve ficar claro que neste segundo informe o Comitê Central pode reunir e sintetizar os resultados de uma discussão de mais de 7.000 pessoas. Sem as ideias de vocês este segundo informe não poderia ter sido escrito; contém tanto em sua primeira como em sua segunda parte numerosas modificações. Isto se deve aos esforços de vocês. Tenho ouvido que todos vocês têm opiniões favoráveis a este segundo informe, considerando-o melhor que o primeiro. Se não houvéssemos empregado este método e no lugar disso, se houvéssemos conduzido esta conferência da maneira usual, teríamos que escutar primeiro o informe, realizar posteriormente a discussão e depois aprovado, talvez não tivéssemos feito as coisas tão bem.

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Heróis Proletários: O sofrimento e a visão da morte não quebram a têmpera do combatente!

“Ninguém é profeta na sua terra”, diz um velho provérbio. Dimitrov o contrariou. Na Bulgária, como na Alemanha, fez escola. É fato que os trabalhadores búlgaros, cuja vanguarda está há 13 anos na ilegalidade, forneceram para a luta antifascista admirável contingente de heróis. Contentemo-nos com um exemplo: o de Lutibrodsky.

Condenado à morte em dezembro de 1934, o operário Jurdan Lutibrodsky era executado, em fins de maio de 1935, no páteo da prisão de Varna.

Antes da execução, a ditadura ousara propor-lhe um negócio vergonhoso: se declarasse lastimar sua atividade revolucionária, renunciar a ela e exortar seus camaradas a fazer o mesmo, seria agraciado. como reagiu a essa suprema humilhação? Como um bolchevique. Como respondeu a seu pai que, desesperado, pedia-lhe que se submetesse?

Basta-nos reproduzir, sem comentários (qualquer comentário só poderia deslustrar) a carta que escreveu:

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A guerra de ‘baixa intensidade’ do imperialismo ianque contra o povo da Venezuela passou a manejar todo tipo de instrumento, como semear o caos com o apagão (Associação de Nova Democracia, março 2019)

Tradução não-oficial

Um jornal, em um artigo, disse o seguinte sobre o apagão causado presumivelmente pelos imperialistas ianque, como parte de sua agressão militar contra a nação venezuelana, por agora, com a sua chamada “guerra de baixa intensidade” para conseguir a capitulação do governo de Maduro e impor sua marionete no governo, com Guaidó ou outro:

“Numerosos informes e notas publicados nos últimos dias confirmam que o apagão foi precisamente produto de um atentado informático, obra de hackers de alto nível de sofisticação técnica. Não vem ao caso dar maiores detalhes do assunto, mas basta observar um artigo da revista Forbes, insuspeita de simpatias chavistas, no qual disse que embora a causa mais provável do apagão venezuelano tenha sido falhas e deficiências na manutenção da rede de represas, não pode descatar-se que o fato pode ter sido parte de uma operação do governo do Estados Unidos, haja visto a manifesta beligerância da Casa Branca contra a Repúbica Bolivariana da Venezuela e a crescente importância que a ciberguerra adquiriu nos círculos políticos e militares de Washington. Segundo o autor da nota, Kalev Leetaru, ‘o primeiro ataque cibernético pretende enfraquecer um Estado adversário como preparação para uma invasão convencional, e o caos e a anarquia gerados podem forçar a derrubada de um governo estrangeiro sem que este último possa acusar seu agressor. O artigo tem um tom muito cauteloso, apesar de que não deixar de dizer que “no caso da Venezuela a ideia de que um governo como o do Estados Unidos pode interferir à distância em sua grade é completamente realista’. (https://www.forbes.com/sites/kalevleetaru/2019/03/09/could-venezuelas-power-outage-really-be-a-cyber-attack/#3e026e0b607c)”.

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