Peru: Declaração do MPP sobre 172 anos do Manifesto do Partido Comunista

Tradução não-oficial.

Proletários de todos os países, uni-vos!

Declaração do Movimento Popular Peru pelo 172º aniversário do Manifesto do Partido Comunista

O Manifesto do Partido Comunista segue sendo bandeira válida até o Comunismo

Saudamos o proletariado internacional e aos povos do mundo com exultante alegria e otimismo revolucionário ao tope por ocasião do 172º aniversario de O Manifesto do Partido Comunista de Marx e Engels, em fevereiro de 1848.

“O Manifesto” é o punto de partida del movimento comunista internacional. Antes houve intentos, antecedentes; no próprio trabalho de Marx y Engels temos sua participação na Liga dos Comunistas, porém essa Liga de Comunistas era um amassado de ideias diversas, não era uma clara expressão do proletariado.

É recente com o Manifesto do Partido Comunista, que por vez primeira os comunistas plantearam sua posição e seu programa e é o ponto de partida, a pedra angular ou a primeira pedra sobre a qual se levanta todo nosso edifício, tudo o que é o grandioso marxismo-leninismo-maoismo; é a partir do Manifesto, que segue sendo bandeira valida até comunismo, não como disse Kruschov: que havia terminado sua missão com o programa do PCUS do ano de 61, pretendendo tirar-nos a posição de classe e introduzir uma podre concepção burguesa, uma revisão cabal e completa de todo o marxismo. Por isso, O Manifesto é nosso ponto de partida, a primeira pedra miliária, miliária porque milhares de anos vai durar e quando haja comunismo seguirá sendo considerado como esse grande começo que levou à nova humanidade.

A ideologia do proletariado internacional, no crisol da luta de classes, insurgiu como marxismo devenindo-se marxismo-leninismo e, posteriormente, marxismo-leninismo-maoismo. Assim, a todo-poderosa ideologia científica do proletariado, todo-poderosa porque é verdadeira, têm três etapas: 1)marxismo, 2)leninismo, 3)maoismo; três etapas, momentos ou marcos de seu processo dialéctico de desenvolvimento; de uma mesma unidade que em cento e quarenta anos (*), a partir do “Manifesto”, na mais heroica epopeia da luta de classes, em encarniçadas e frutíferas lutas de duas linhas nos próprios partidos comunistas e o imenso labor de titãs do pensamento e ação que somente a classe podia gerar, sobressaíram três luminárias imarcescíveis: Marx, Lenin, Mao Tsetung, mediante grandes saltos e três grandiosos nos armaram com o invencível marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo de hoje.

Engels nos disse, que todas as classes anteriores ao proletariado tinham um reflexo invertido da realidade, que quer dizer isto? Que não pode compreender a verdade tal qual é, não pode colher a contradição tal como é; as ideologias não proletárias são deformações, não são científicas e no fundo é muito concreta: se sustentam na exploração, na propriedade privada dos meios de produção, tanto que o proletariado não se sustenta na propriedade dos meios de produção nem na exploração, precisamente sua missão histórica está em destruir a propriedade privada sobre os meios de produção a fim de varrer toda exploração e diferenças existentes.

As ideias nossas do proletariado internacional, são produto de uma altíssima elaboração, são mais de 2.500 anos de conhecimento que tem sido reelaborado desde a posição e os interesses do proletariado internacional. Estritamente se chama proletariado e é internacional porque é uma só classe, assim pois temos uma só ideologia.

É heroica epopeia da luta de classes, claro, só a luta de classes pode gerar nossa concepção, nossa ideologia; só o proletariado com sua grandiosa transformação incessante da realidade material na prática produtiva, ou na luta de classes cujo centro é a política tanto em conquista e defesa do poder para a classe derrubando outros poderes, só enquanto prática de investigação, pôde a classe, gerando titãs do pensamento e a ação, plasmar-se como a grandiosa ideologia que nós desfraldamos e desfraldaremos sempre. Nesse grandioso processo sobressaem três luminárias imarcescíveis: Marx, Lenin e Mao Tsetung.

Nós também reconhecemos o labor de Engels, é um fundador do marxismo. Porém foi Marx quem com esse portentoso talento e capacidade de ação que teve, em quem se plasmou o primeiro grandioso cume, reconhecido especialmente por Engels; foi ele quem propôs que foi Marx que fundamentou a nova ideologia.

Também reconhecemos o camarada Stalin. O camarada Stalin foi um grande marxista-leninista. Errou?, sim, porém nunca vendeu a revolução, como o Presidente [Mao] ensinou, seu erro partiu de uma insuficiente compreensão da dialéctica, de arrastar metafísica, daí deriva o problema do c. Stalin; porém ninguém pode negar seu enorme papel nem ninguém pode tirar-lhe sua condição de Chefe do proletariado internacional em décadas, sua grandiosa defesa do leninismo, foi ele quem o definiu e o impulso no mundo; a defesa da ditadura do proletariado feita por ele, c. Stalin, afrontando pela primeira vez a construção do socialismo. Foi em dura luta principalmente contra Zinoviev. Ninguém pode negar o grandioso esforço com que ele conduziu na II Guerra Mundial. Tem aportes? Claro que os têm!, não se lhe pode negar, devemos saber valorar.

Aí temos então já cinco, somados os três são cinco; porém é uma plêiade, um conjunto considerável de grandes figuras, de titãs do pensamento e ação. Aí, pois, está encerrado isso. Por que não temos enumerado? Para que fique nítido que são três as grandes figuras: Marx, Lenin, Presidente Mao Tsetung, essa é a razão.

Nossa ideologia vai desenvolver-se sendo um processo dialético através de grandes saltos e três grandiosos, claro!, três grandiosos saltos qualitativos: Marx, Lenin, Presidente Mao Tsetung. Porém esses três grandiosos saltos qualitativos não se poderiam entender sem outros saltos grandes, médios e até pequenos, e com esses saltos incessantes, que dada sua magnitude tão elementar não os consideramos. É dessa maneira que um grande processo dialético, então, gerado pelo proletariado produzindo homens que só a classe pode produzir, que chegamos ao marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo.

“O fundamental do maoismo é o Poder”. É o fundamental em Marx?, claro; quando Engels sintetiza o marxismo disse: “pode sintetizar-se assim: “que tudo é uma luta em torno a conquistar ou defender o Poder”. Para Lenin, “o problema central da revolução é o Poder”. Em todo comunista, ao fim e ao cabo. Mais explicitamente: 1) o Poder sob direção del proletariado, na revolução democrática; porque é ditadura conjunta, o que ganha o proletariado?, a direção. 2) o Poder para a ditadura do proletariado, nas revoluções socialista e culturais. 3) o Poder baseado numa força armada dirigida pelo Partido Comunista, conquistado e defendido mediante a guerra popular.

E, o que é o maoismo? O maoismo é a elevação do marxismo-leninismo a uma terceira, nova e superior etapa na luta pela direção proletária na revolução democrática, o desenvolvimento da construção do socialismo e a continuação da revolução sob a ditadura do proletariado, como revolução cultural proletária; quando o imperialismo aprofunda sua decomposição e a revolução deveniu-se a tendência principal da história, em meio das mais complexas e grandes guerras vistas até hoje e a luta implacável contra o revisionismo contemporâneo.

Hoje, o maoismo enfrenta situações similares às que teve que enfrentar o leninismo e como sempre o novo e o marxismo têm aberto passagem através da luta, o maoismo assim também se imporá e será reconhecido. Como o Presidente [Mao] disse: “o marxismo nunca deu um passo na vida senão em meio de luta”. E um grande salto qualitativo, grandioso como ele deu, uma nova etapa, vai ser facilmente aceita? Não, tem que ser resistida, negada, questionada, interrogada. E assim, é questionada por alguns a universalidade da guerra popular. Não nos referimos aqui principalmente aos revisionistas, já que eles estão aberta e furiosamente contra, senão aos direitistas e aos centristas dentro do MCI, que dizem chamar-se maoistas. Por isso vamos à fonte mesma do maoismo para ver este problema.

O Presidente Mao volta a reafirmar o estabelecido por Marx: “A revolução como substituição violenta de uma classe por outra”. Porém, vai mais além e nos diz que é uma lei universal, sem exceção alguma. Isso é extraordinário.

O Presidente [Mao] nos disse é lei universal e especifica a violência como guerra e exército para conquistar o Poder e assim resolver as contradições fundamentais de uma sociedade; disse lei universal, sem exceção, rege em todas partes, isso quer dizer universal, é ele quem planteou isso. Guerra “para iniciá-la, desenvolvê-la ou travá-la para defender-se”, claro; porém alguns pensam que o problema da guerra é só até tomar o Poder. E já não há problema da guerra?, então, como se defende o novo Estado, como?: preparando-se para a guerra! E o Presidente [Mao] foi reiterativo até o cansaço por necessidade, planteando preparar-se para a guerra!, não dizia assim sempre? O que ele considerava que a guerra era chave? Claro, quando ele disse: “temo mais paz do que a guerra!”, para ele a guerra era fundamental. Assim, temos guerra popular atuante ou potencial, isto é guerra popular até entrar todos no comunismo.

A guerra popular, teoria militar do proletariado, implica vigência universal; este é o ponto em discussão.

A guerra popular é universal e há que entendê-lo bem. O que quer dizer?, que se aplica em toda circunstância em que dirige o proletariado tendo em conta o caráter da revolução: sim é democrática, sim é socialista ou sim é revolução cultural, se aplica; e tendo em conta as condições específicas de cada país.

Chave no Presidente [Mao] está na guerra de guerrilhas como estratégia, ele planteia que se pode levar uma guerra em todo o país com guerra de guerrilhas, ou seja o manejo do conjunto, assim elevou ao nível estratégico. Como ele mesmo disse: “nosso caso não é o da URSS donde há um exército regular que usa guerrilhas”, assim planteia, isso está bem claro em “Problemas estratégicos da guerra antijaponesa” donde ele planteia os seis problemas estratégicos, de que guerra, pois?, da guerra de guerrilhas, partindo de estabelecê-la, reitero, como estratégica. Esse é o problema no Presidente [Mao] e isso é o que não se entende muito bem, não entendem bem este problema. Na China é que o Presidente [Mao] o eleva ao nível estratégico, já não é complemento, isso é o que temos que entender.

Na revolução Chinesa se veem guerrilhas elementares ao começo, depois se vê exército guerrilheiro, sim, e na China se vai gerar depois um exército guerrilheiro com características de regular; sublinhamos isso, dizem alguns, exército regular, não é assim, se equivocam, é com características de regular. Por que?, porque o exército regular de novo tipo que não é tampouco qualquer exército regular, se estrutura depois do triunfo da revolução democrática.

Na China, com esse instrumento se há librado guerra de guerrilha cuja essência é a fluidez. Se chega à guerra de movimentos na China com guerra de guerrilhas. Com um exército guerrilheiro com características de regular se desenvolvem grandes operações estratégicas, por exemplo, as campanhas do nordeste na China, assim a conquista de Peiping (Pekín) é uma grande mobilização. A passagem do Yangtzé: para a passagem do Yangtzé se mobilizou um milhão duzentos mil homens. As conquistas de grandes cidades, Shangai?: treze milhões de habitantes, com uma maravilhosa coordenação de insurreição desde dentro e com o avanço do exército que então já se chamava Exército Popular de Libertação. Porque também o exército teve vários nomes conforme as reorganizações que foi tendo: há sido exército de operários, há sido exército vermelho, exército de operários e camponeses, há sido exército antijaponês e exército popular de libertação e não é mero nome, responde a um critério político e a uma estratégia militar. Na guerra popular na China, temos de tudo!, até de guerrilhas formadas a partir de um homem enviado a um ponto com a obrigação de levantar uma guerrilha que juntando a uns quantos assaltava um posto com um resolver de pau, até a tomada de Shangai, passando por exército guerrilheiro, passando por características regulares, passando por fluidez, por mobilidade, por posições, por assalto e tomada de cidades e luta de ruas que é a mais complexa e difícil como o demostrou a II guerra mundial, essa é a guerra mais mortífera que há, na contenda de assaltos se entende, não falamos de armas atômicas que é outro problema. O que é que falta na guerra popular, que exemplo falta?

É que erroneamente quando se fala da revolução Chinesa, se diz, bom, é uma guerra de guerrilhas nada mais pensando na guerra de guerrilhas de Cuba, não veem pois a realidade, como foi a revolução Chinesa e a guerra popular na China que tem todas essas questões. Houve guerra de posições, guerra de movimentos, fluidez desde o começo; assaltos a médias cidades, pequenas previamente, grandes também; luta de classes?, as houve; que faltou, insurreições?, como creem que tomaram as cidades? Assim, não há nada que lhe falte; o que ocorre é que não se conhece ou não se recorda ou não se quer recordar: como é, pois, a revolução e como é a guerra popular que dirigiu o Presidente [Mao]. Por isso pensamos que é aplicável a toda circunstância porque há de tudo e para tudo; nem falar dos princípios que todos conhecemos: a estratégia unificada que é chave na teoria militar do Presidente Mao Tsetung.

Então se dirá, porém a guerra popular não será como para guerra atômica, quem disse?; pois bem, o Presidente Mao planificou o desenvolvimento da guerra popular depois da reorganização do exército de novo tipo, para a guerra atômica. O Presidente Mao Tsetung disse que a arma atômica não muda a guerra, é uma arma mais de matança generalizada, isso sim é, porém não muda o caráter da guerra porque o caráter da guerra é político, é a política por meios bélicos, isso não muda. O Presidente Mao Tsetung dispôs a produção de bomba atômica e bomba de hidrogênio; o ano 64 rebentaram a bomba atômica pela primeira vez. Assim que, sabia o Presidente [Mao] de bomba atômica e sabia, de mísseis, ou não?, sabia. Há que estudar a teoria militar a fundo, pois, o que são as armas?, um desenvolvimento desde a pedra até o foguete pois, o que mais é? Assim que o Presidente concebeu o desenvolvimento da guerra popular com armas atômicas e foguetes.

A guerra popular, sendo teoria militar do proletariado e este a última classe, poderá ser superada?: não; razão: é última classe.>>

Tudo o que está escrito aqui, é ensinamento do maior marxista-leninista-maoísta vivente sobre a face da Terra, o Presidente Gonzalo, quem magistralmente sintetiza:

<<A guerra popular é a teoria militar do proletariado, tem vigência universal, portanto se aplica em todas as partes e o Presidente na China já o demonstrou. E pode ser defendida uma pátria socialista, de verdade, como o era a que dirigia o Presidente [Mao], com guerra popular inclusive usando guerras atômicas; porém a chave sempre será desenvolver a guerra de massas, desenvolver uma guerra de guerrilhas para que se afundem os agressores num mar armado do qual não saiam senão cadáveres, essa é a questão. E é insuperável, a burguesia não poderá jamais encontrar uma estratégia superior; nenhuma classe caduca pôde superar na história a uma classe nova na geração de um novo tipo de guerra, nunca!, o que tem feito é simples e planamente armar-se até os dentes, porém quanto mais se tem armado, é quando mais se aproximavam a seu derrubamento, e isso o dizem até estrategas reacionários. Desde o Império Persa já sabemos como se construiu quando organizaram o valor e como se afundaram quando centraram em armas; por que?, porque o Presidente [Mao] voltou a dizer-nos, estabelecendo uma lei incomovível “o homem é o principal”; como ele dizia: “enquanto hajam massas e Partido Comunista, todos os milagres serão feitos”, assim não nos disse?, se refere aos milagres que têm feito as classes novas, as massas, isso é. Esse é o problema da guerra popular.

Qual é o medular pois, e o que está em debate? “uma questão chave e decisiva é a compreensão da validez universal da guerra popular e sua consequente aplicação, tendo em conta os diferentes tipos de revolução e as condições específicas de cada revolução”. Nós defendemos a plena vigência do maoismo e a universalidade da guerra popular para conquistar e defender o Novo Poder.>>

São 172 anos de briga do proletariado internacional e os povos do mundo que nos têm dado grandes marcos na conquista e defesa do Novo Poder mediante a violência revolucionária, que hoje só pode ser guerra popular, donde se destacam a Comuna de Paris de 1871, a Grande Revolução Socialista de Outubro na Rússia, o triunfo da Revolução na China e a Grande Revolução Cultural Proletária na China e na atualidade as guerras populares no Peru, na Índia, Turquía e Filipinas.

São 172 anos de vidas de comunistas e massas ofertadas a torrentes pela revolução proletária mundial sob o lema estabelecido em “O Manifesto”: Proletários de todos os países, uni-vos! Como condição para o desenvolvimento vitorioso da revolução proletária mundial.

Na luta pela unidade internacional do proletariado tem se gerado a Associação Internacional dos Trabalhadores, fundada por Marx e Engels, a II Internacional que Engels dirigiu na parte final de sua vida e la III Internacional Comunista fundada por Lenin, que ajudou a difundir o comunismo no mundo e à forja do Partido de novo tipo. Hoje não temos uma internacional; por isso, os Partidos e Organizações Marxista-Leninista-Maoístas do mundo estão brigando exitosamente pela realização da Conferência Internacional Maoista Unificada e por dar vida à nova organização do proletariado internacional aplastando o revisionismo, o direitismo e o centrismo. O marxismo tem ensinado, nos diz o Presidente Gozalo, que os comunistas somos componentes de uma só classe no orbe, o proletariado internacional e que está esparramado com interesses de classe únicos, idênticos, com um destino indissoluvelmente soldado e deriva que devemos guiar-nos pelo internacionalismo proletário desfraldando, defendendo e aplicando o lema estabelecido no “O Manifesto”. Uma revolução específica sempre deve ser considerada dentro da revolução mundial. Mais ainda, é que nos desenvolvemos na nova era que se iniciou com a Grande Revolução de Outubro em 1917. O comunismo não se dará num só país, a ele entramos todos ou não entra ninguém. Por isso desenvolvemos a revolução e a guerra popular no Peru como parte e a serviço da revolução mundial.

Para terminar, nesta solene celebração, reiteramos o compromisso expresso no I Congresso do PCP pelo Presidente Gonzalo ante aos heróis da revolução:

“Recolhemos essas vidas, esse exemplo, esse sangue e os adentramos em nossa própria carne, que acenda nossa própria mente e tensione nossa vontade cada vez mais, para que essa senda aberta com esforço nunca visto aqui e que será assombro dos séculos, seja a senda que continuemos até cumprir aquela tarefa em que eles se empenharam. A melhor homenagem que lhes podemos render e lhes estamos rendendo hoje é o persistir nesse caminho, nesse rumo e não pararemos, como Partido, como classe, como massas, não pararemos junto com o proletariado internacional, junto com os Partidos Comunistas e as massas imensas do povo do orbe, e não pararemos até o comunismo. Que esse seja o sério compromisso que assumimos hoje, uma vez mais, neste Congresso em homenagem aos heróis do povo”.

GLÓRIA ETERNA AO MARXISMO-LENINISMO-MAOISMO!

Movimento Popular Peru, fevereiro de 2020

(*) Contado até a 1ª Sessão do I Congresso do PCP, fevereiro de 1988, hoje 172 anos.

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