Peru: ‘A Guerra Popular é o caminho que seguiremos até o Comunismo!’ (MPP – CR)

Tradução não-oficial

Proletários de todos os países, uni-vos!

A Guerra Popular é o caminho que seguiremos até o Comunismo!

Movimento Popular Peru, órgão constituído pelo Partido para o trabalho externo.

Hoje celebramos com entusiasmo e elevado otimismo revolucionário o 40° Aniversário do início da Guerra Popular no Peru (Início da Luta Armada em 1980, ILA 80), dirigida pelo Partido Comunista do Peru (PCP), sob a Grande Chefatura do Presidente Gonzalo, dirigente do Partido e da revolução, a quem expressamos as nossas saudações e a nossa plena e incondicional sujeição, ao maior marxista-leninista-maoista vivo sobre a face da terra, professor dos comunistas, sucessor de Marx, Lenin e do Presidente Mao Tsetung, centro de unificação do Partido e garantia de triunfo que nos levará até o comunismo.

Expressamos as nossas saudações e a nossa plena e incondicional sujeição à nossa toda-poderosa ideologia do marxismo-leninismo-maoismo e pensamento Gonzalo, principalmente pensamento Gonzalo, fundamento sólido de sua Grande Chefatura e ao nosso Heroico Combatente, o PCP, a todo o seu sistema de direção; a todos os acontecimentos, documentos e resoluções do Partido, ao 1° Congresso, um congresso marxista, um congresso marxista-leninista-maoista e pensamento Gonzalo, um marco imperecível da vitória conquistada no calor da Guerra Popular, que estabeleceu a base de unificação do Partido: o marxismo-leninismo-maoismo e pensamento Gonzalo, o Programa e a Linha Política Geral, tendo em seu cerne a Linha Militar. Do mesmo modo, ao histórico e transcendental Terceiro Plenário e à sua síntese magistral do discurso de nosso Grande Dirigente, que brilha próspero e desafiadoramente diante do mundo como uma arma de combate, e nos convida a persistir em nossas tarefas devido aos comunistas em formação que somos.

O nosso compromisso consiste em dar as nossas próprias vidas em defesa da Grande Chefatura do Presidente Gonzalo e servir para concluir a tarefa da Reorganização Geral do Partido.

Expressamos as nossas saudações aos militantes, combatentes e às massas do PCP. Saudações ao Exército Popular de Libertação e ao Novo Poder.

Expressamos as nossas saudações ao proletariado internacional e aos povos do mundo. Ao Movimento Comunista Internacional e aos Partidos e Organizações, que ao encarnar o maoismo, lutam para colocá-lo como único comando e guia da nova grande onda da revolução mundial proletária, em sua fase de ofensiva estratégica e de varredura do imperialismo e da reação da face da terra através da guerra popular.

Nós saudamos a revolução como a principal tendência histórica e política no mundo. Saudamos a futura realização da Conferência Internacional Maoista Unificada que dará a luz a Nova Organização Internacional do Proletariado, como um importante passo em frente na reunificação do Movimento Comunista Internacional em uma nova Internacional, como produto do desenvolvimento da Guerra Popular no planeta.

Nós saudamos o 200° aniversário de nascimento de Friedrich Engels, um fundador do marxismo, correspondente de Marx a estabelecer a nova ideologia, em quem a primeira e mais grandiosa montanha, reconhecida por Engels, foi materializada. Ao lado de Marx, as outras duas grandiosas montanhas são Lenin e o Presidente Mao Tsetung.

Nós saudamos o 75° aniversário de vitória da Segunda Guerra Mundial, um grande triunfo do proletariado e dos povos do mundo na guerra antifascista em escala mundial, em defesa da ditadura do proletariado na União Soviética e pelo progresso da revolução mundial. Saudamos o camarada Stalin pelo grandioso feito por ele conduzido na Segunda Guerra Mundial.

Expressamos o nosso profundo ódio de classe a cerca do novo revisionismo, no nosso país assim como no mundo todo, que serve à ofensiva contrarrevolucionária geral, encabeçada pelo imperialismo ianque na sua condição exclusiva de superpotência hegemônica sendo então, em conluio com a polícia contrarrevolucionária do mundo e em disputa com a superpotência atômica russa e as outras potências imperialistas, o principal inimigo dos povos do mundo.

Com a ILA 80, a revolução democrática no Peru começou a se desenvolver por meio da Guerra Popular e, nesse sentido, servindo à revolução mundial, elevando ao topo as invencíveis bandeiras de Marx, Lenin e do Presidente Mao, três bandeiras vitoriosas que serão sempre firmemente seguradas pelas mãos do proletariado internacional, do qual somos uma parcela relevante.

O começo e o desenvolvimento da Guerra Popular no Peru, apesar da situação difícil e complexa em que ainda se encontra, é uma grande vitória da nossa invicta ideologia do proletariado internacional, o marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo, assim como a concretização dessa grandiosa e toda-poderosa verdade pela aplicação à realidade concreta, da qual o pensamento Gonzalo se tornou. A Guerra Popular no Peru prova a completa e universal validez do maoismo e da Guerra Popular.

O começo e o desenvolvimento da nova Guerra Popular, aplicando o marxismo-leninismo-maoismo com as contribuições de validez universal do Presidente Gonzalo, estão em marcha e enfrentam as dores do parto; partir da Guerra Popular em potencial para a Guerra Popular em ação, fará com que os Partidos Comunistas, que as dirigem, compreendam mais profundamente o conteúdo e o valor do pensamento Gonzalo como um todo. Trata-se de um problema de correspondência entre o desenvolvimento objetivo e subjetivo da Revolução Mundial Proletária. É uma questão de tempo, sendo que ele já começou a correr.

Sob a Grande Chefatura do Presidente Gonzalo, em 17 de maio de 1980, dirigentes, quadros e militantes do PCP e combatentes da primeira companhia do Exército Guerrilheiro Popular (EGP), filhos do proletariado e do povo peruano com as massas da nossa pátria, deram início a maior epopeia da história do nosso povo. São as massas que fizeram, fazem e farão as profundas transformações, das suas gloriosas mãos o novo sempre surgirá para guiar a humanidade.

Com a Guerra Popular, décadas de luta dos camaradas pela reconstituição do Partido para iniciá-la, sonhos de camaradas que deram seu sangue para concretizá-la, começam a avançar da forma esperada. Quanto custou ao nosso povo até hoje, pois o povo é a principal fonte da qual retiramos força e energia palpitante que nos permite cumprir o que a história colocou em movimento: a necessidade de transformação.

Devido a isso, no 1° Congresso, prestando homenagem aos heróis do povo, o Presidente Gonzalo declarou:

Foi-nos ensinado muito precisamente pelo Presidente Mao Tsetung, que a guerra tem uma cota, tal cota é o princípio básico que nos faz ver como o bem de todos exige, necessariamente, o sacrifício de uma parte. Nesses oito anos em que se transformou a guerra popular, o sangue foi generosamente derramado; dirigentes do Partido, quadros e militantes, combatentes do Exército Guerrilheiro Popular e os filhos das massas que trabalharam mais perto de nós, deram a vida e o sangue; mas nunca, foi tão heroica e historicamente derramado, nessas terras, nunca essas terras viram como um sangue tão vermelho quanto o nosso, de revolucionários e comunistas, escorreu, para que o Novo Poder germinasse entre nós, mas que também generosamente escorreu para iluminar o mundo, pois o está a fazer. Muitas jovens vidas foram ceifadas, mas a reação sonha se pensa que simplesmente as ceifaram; tem sido a dedicação heroica e consciente à causa empreendida que tem levado camaradas, combatentes e filhos do povo a alcançar a expressão máxima que se pode dar para afirmar aquilo em que se acredita: dar a própria vida. São essas, vidas heroicas, bem vividas, gloriosamente dedicadas e, acima de tudo, seladas no campo de batalha semeando o comunismo.

Dando continuidade, o Presidente Gonzalo expressou o compromisso do PCP de nunca depor as armas até chegar ao comunismo:

(…) Tomemos essas vidas, esse exemplo, esse sangue e coloquemos em nossa própria carne, para que inflamem as nossas mentes e reforce cada vez mais a nossa decisão, para que esse caminho aberto com esforço jamais visto aqui e que por séculos provocará perplexidade, seja o caminho que seguiremos até cumprirmos essa tarefa com a qual eles se comprometeram. A melhor homenagem que lhes podemos prestar e estamos a prestar-lhes hoje, é persistir nesse caminho, nesse curso e não pararemos, camaradas; como um Partido, como uma classe, como massas, não pararemos; junto ao proletariado internacional, junto aos Partidos comunistas e às amplas massas dos povos do mundo, não pararemos até o comunismo. Que esse seja o verdadeiro compromisso que hoje, mais uma vez, assumimos nesse Congresso em homenagem aos heróis do povo.

O Presidente Gonzalo especifica que dos dois aspectos da guerra, destruição e construção, o principal é a construção. Enquanto por um lado, a destruição contém em si o extermínio da velha ordem obsoleta, do velho Estado em decomposição, em contrapartida implica também, uma destruição de nossas próprias fileiras, do Partido, do Exército, do povo. É uma lei de guerra e até mais do que isso, é um princípio básico da mesma, mas a guerra é antes de tudo construção, ou seja, a guerra revolucionária é o que possibilita a criação de algo novo; somente ao tomar as armas com lucidez, firmeza, decisão e propósito, é que será possível derrubar a velha ordem e erguer uma nova. Com a Guerra Popular, com o exército revolucionário dirigido pelo Partido, um novo poder surge ao dar à luz a uma nova ordem em fase de germinação, ainda tenra e fraca, mas em processo de inevitável desenvolvimento em meio à restaurações e contra restaurações, avançando em sua relativa estabilidade conforme a fluidez da guerra.

O Presidente Gonzalo ressalta que uma Guerra Popular, com caráter revolucionário e justo como a nossa, somente pode ser dirigida por um Partido Comunista e mais nada além disso; dirigida e não travada, pois são as massas que a travam: O Partido é a luz que rompe com o obscurantismo, as massas são a força vital que transforma e muda tudo. No entanto, ao ver a própria história desta nação em formação que nós mesmos estamos a moldar, ao ver como essas massas órfãs de um Partido vagueiam no escuro, derramando o próprio sangue porque jamais deixaram de fazê-lo e jamais deixarão de fazê-lo, as massas são as massas; isso nos leva a compreender cada vez mais que sem um Partido, toda essa luta das massas, do povo e do glorioso proletariado internacional do qual fazemos parte assim como o proletariado peruano, sem o Partido comunista, sem esse eixo, sem esse fator que revigora, dirige e guia, nada será feito, tudo será desprezível; mas esse castelo de cartas irá colapsar, pois se as massas têm a força, nós temos o rumo, por isso que o Partido é o eixo.

Tudo isso nos leva a compreensão cada vez maior da importância da tarefa de reconstituição ou de constituição dos Partidos comunistas, de acordo com as particularidades de cada país, no mundo e da importância dos grandes avanços que estão se concretizando na preparação do início da nova guerra popular, que tem de se somar às que já estão em marcha no Peru, Índia, Filipinas e Turquia. Como fruto disso, temos o progresso na tarefa de reunificação dos comunistas, da esquerda do MCI na convocação da Conferência Internacional Maoista Unificada com o trabalho de construção ideológica, política e organizacional em meio à luta de classes e à luta de duas linhas em nível internacional, realizada como parte inseparável da tarefa de reconstituição dos Partidos, com campanhas internacionais, eventos regionais, etc. desenvolvendo a campanha pelo maoismo e pela defesa da Grande Chefatura do Presidente Gonzalo.

Tudo isso leva a compreensão cada vez maior, primeiramente e principalmente para nós, da necessidade de servir para culminar a Reorganização Geral do Partido, em e para a Guerra Popular, fazendo o novo revisionismo explodir em pedaços, ambos os revisionistas e capitulacionistas da Linha Oportunista de Direita (LOD), encabeçada pela ratazana “Miriam”, como os da chamada Linha Oportunista de “Esquerda” (LOE), o outro lado da mesma moeda revisionista e capitulacionista, estruturada pela ratazana “José” e camarilha.

Guerra Popular até o comunismo!

Para concluir, assumimos uma posição firme e elevamos o nosso firme compromisso de dar a nossa própria vida para cumprir o que foi estabelecido pelo Presidente Gonzalo no 1° Congresso:

Antes da Guerra Popular, tudo havia sido tentado aqui! As eleições, os eleitoreiros rastejantes, ao ponto do esgotamento e do tédio! (…) Nós vimos levantes urbanos que provam que esse não é o caminho; vimos como o campesinato abalou muitas vezes as próprias entranhas e profundezas desse país, mas não havíamos tentado o único e verdadeiro caminho da guerra popular. É esse o caminho que ousamos assumir, éramos então um punhado, em comparação à hoje, ainda que fôssemos talvez tantos quanto os dedos de uma só mão que persistiam na defesa do Partido. Como nos disse o Presidente Mao: “a questão não é quantos são, mas sim se querem ou não”. E nós queríamos, queremos e iremos querer a guerra popular, ninguém vai nos afastar do nosso caminho, com isso se inicia a conquista do poder. É assim que tem de ser, mais cedo ou mais tarde, e o tempo já começou a correr em direção a essa conquista, pode parecer que não, mas se cavarmos mais fundo veremos que sim; mas a guerra popular continuará a nos acompanhar, pois com ela estaremos a defender o novo Estado e iluminaremos as partes do mundo que ainda são oprimidas; não pararemos até vermos, falando como o Partido, as legiões de ferro convergirem em um mar vermelho e armado, que oscila, agita e vira a terra do avesso. Assim será.

Será que isso implica que não temos problemas? De certa forma, é claro que temos; as situações complexas e difíceis que a Guerra Popular no Peru atravessa, são problemas de desenvolvimento, como Stalin especificaria, nesse sentido, são problemas que no seu crescimento engendram o novo. Muito antes, o nosso fundador, Marx, já havia identificado as características do desenvolvimento das revoluções proletárias ao dizer que as mesmas pareciam por vezes extinguir-se, apenas para reacenderem novamente.

Nesse mesmo sentido, o Presidente Gonzalo fez um apelo à todos os comunistas para que estivessem claramente conscientes de tais realidades e fatos, pois precisamos lidar com os fatos, tomar a sua lei e transformá-los profundamente; se o que a história exige é a construção da conquista do poder em todo o país e nós não formos capazes de criar organizações superiores às da reação, não seremos capazes de transformar o país.

Ao aplicar os planos para culminar a Reorganização Geral do Partido, ao aplicar os princípios de não dissociar a ideologia e a política da construção organizacional, a direção do Partido removerá o que tem que ser removido, demolido e destruído, para que o novo possa brilhar ainda mais e se concretizar, esmagando o direitismo em dura luta de duas linhas, para conjurar o principal perigo que é o revisionismo. Está estabelecido que basta segurar-se a transformação da necessidade e infalivelmente, iremos fazê-lo, iremos varrê-los e, dessa forma, a guerra popular deixará a curva, dando um grande salto de acordo com a conquista do poder em todo o país.

VIVA O 40° ANIVERSÁRIO DA GUERRA POPULAR!

VIDA LONGA AO PRESIDENTE GONZALO E AO TODO-PODEROSO PENSAMENTO GONZALO!

VIVA O PARTIDO COMUNISTA DO PERU!

VIVA O EXÉRCITO POPULAR DE LIBERTAÇÃO!

GLÓRIA ETERNA AO MARXISMO-LENINISMO-MAOISMO!

GLÓRIA E HONRA AO PROLETARIADO E AO POVO PERUANO!

Movimento Popular Peru

17 de maio, 2020

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