Algumas questões fundamentais acerca do Marxismo-Leninismo-Maoismo (revista Internacional Comunista)

Introdução

Tradução não-oficial enviada por um leitor.

O artigo tratará das duas questões nas quais é fundamental estabelecer uma unidade na compreensão do Marxismo-Leninismo-Maoismo, principalmente Maoismo, a ser aplicado na transformação revolucionária do mundo, consciente de todo seu potencial transformador como uma arma ideológica todo-poderosa do proletariado internacional, organizado em Partidos Comunistas, Marxista-Leninista-Maoistas, militarizados. Um Partido Comunista enquanto partido distinto e oposto a todos os demais, cuja razão de ser é fazer a revolução em cada país, à serviço da revolução proletária mundial, por meio da violência revolucionária concretizada na Guerra Popular, para conquistar e defender o poder.

As questões aqui abordadas são duas: 1. o que é fundamental no Maoismo? Onde se vê o conteúdo da frase sintética: o fundamental no Maoismo é o poder; e 2. O que é o Maoismo? Onde se aborda o problema de qual momento histórico produz uma elevação a um terceiro, novo e superior estágio de nossa ideologia? A resposta se refere à maior decomposição do imperialismo, um problema que tem a ver com a contradição fundamental do imperialismo, expressa nas circunstâncias de que, a cada dia, o imperialismo produz mais para satisfazer as necessidades mais elementares da humanidade, enquanto bilhões de seres humanos não têm tais necessidades satisfeitas, demonstrando que a expropriação dos expropriadores está se aproximando e eles serão destruídos – disto, podemos inferir seu avançado estado de decomposição. Com base em Lênin, que estabeleceu que o imperialismo amadurece as condições para a revolução, tanto quanto o filho desse pai moribundo, o capitalismo burocrático, amadurece as condições para a revolução nos países oprimidos ou no Terceiro Mundo. E em relação ao imperialismo, o que significa nos encontrarmos na nova fase do Marxismo?

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As eleições do USA e o papel de Avakian (revista Internacional Comunista)

Tradução não-oficial enviada por um leitor. do documento emitido pela nova revista do Movimento Comunista Internacional, “Internacional Comunista”.

“[…]vocês dizem que o seu Estado é livre, quando na realidade, enquanto existir a propriedade privada, o Estado de vocês, embora seja uma república democrática, não é mais do que uma máquina em mãos dos capitalistas para reprimir os operários e, quanto mais livre o Estado for, com maior clareza isto se há de patentear. Exemplos disto são a Suíça, na Europa, e os Estados Unidos, na América. Em parte alguma domina o capital de forma tão cínica e implacável e em parte alguma a sua dominação é tão ostensiva como nestes países, apesar de se tratar de repúblicas democráticas, por muito belamente que as pintem e por muito que nelas se fale de democracia, do trabalho e de igualdade de todos os cidadãos. O fato é que na Suíça e nos EUA domina o capital, e qualquer tentativa dos operários por atingir a menor melhoria efetiva da sua situação provoca imediatamente a guerra civil. Nestes países há poucos soldados, um exército regular pequeno – a Suíça conta com uma milícia e todos os cidadãos suíços têm um fuzil na sua morada, enquanto, nos Estados Unidos, até há bem pouco, não existia um exército regular —, de modo que, quando estala uma greve, a burguesia arma-se, contrata soldados e reprime a greve; em nenhuma parte a repressão ao movimento operário é tão cruel e feroz como na Suíça e nos Estados Unidos e em nenhuma parte se manifesta com tanta força como nestes países a influência do capital sobre o Parlamento. A força do capital é tudo, a Bolsa é tudo, enquanto o Parlamento e as eleições não são mais do que bonecos, títeres…”1

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