‘Terra para quem nela trabalha’ (Revista Internacional Comunista, abril 2021)

Proletários de todos os países, uni-vos!

Texto publicado na revista Communist International – Internacional Comunista no dia 22/04/2021.

Tradução: Alejandro A.

O imperialismo em escala mundial se encontra em uma crise geral e última, em estado mais avançado de decomposição, tanto nos países imperialistas (países opressores) quanto nos de capitalismo burocrático, que foram gerado pelo imperialismo sobre a base semifeudal, nas nações oprimidas do Terceiro Mundo.

O imperialismo ianque é o mais monopolista, mais parasitário e mais agonizante, dessa forma, é o que mais expressa essa decomposição. O imperialismo ianque, a superpotência hegemônica única, o autodenominado policial contrarrevolucionário mundial e inimigo principal dos povos do mundo, se encontra em um longo mas inevitável processo de declínio como todos os impérios anteriores. Existem outros imperialistas que não ficam muito atrás, como a superpotência atômica russa (“o cachorro magro”), que busca recuperar seu status de superpotência, e as potências que também estão nos calcanhares como a Alemanha, China social-imperialista, etc. O conluio e pugna imperialista se intensificam por uma nova partilha e os espólios a serem repartidos são as nações do Terceiro Mundo. O imperialismo se afunda em uma série complexa de guerras de todo tipo, indo de fracasso em fracasso.

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