Viva o 41º aniversário da Guerra Popular no Peru (Movimento Popular Peru, maio de 2021)

Tradução não-oficial

O Movimento Popular Peru, o organismo gerado para o trabalho partidário no exterior, expressa sua sujeição plena, cabal e consciente ao Presidente Gonzalo, líder do partido e da revolução, continuador de Marx, Lenin e o presidente Mao Tse Tung, centro da unificação partidária e garantia do triunfo que nos leva até o comunismo, Líder da revolução proletária mundial; a nossa todo-poderosa ideologia, todo-poderosa porque é verdadeira, o marxismo-leninismo-maoísmo, pensamento gonzalo; ao nosso heróico combatente, o Partido Comunista do Peru e todo seu sistema de liderança, que vem comandando a tarefa da Reorganização Geral do Partido; a todos os eventos e documentos partidários, ao I Congresso, que nos deu a Base de Unidade Partidária (BUP) com seus três elementos: o marxismo-leninismo-maoísmo, pensamento gonzalo, o Programa e a Linha Política Geral com seu centro a Linha Militar, no III Plenário do Comitê Central, histórico e transcendental que aprovou os planos de vitória e o Discurso da nossa Liderança, o Presidente Gonzalo, em 24 de setembro de 1992, que nos chama para continuar com nossas tarefas pelo que somos, comunistas em formação.

Saudamos o proletariado internacional, os povos e as nações oprimidas do mundo e da mesma forma saudamos fervorosamente o proletariado e povo peruano, heroico povo que de sua inesgotável força criadora promove no campo da luta de classes seu feroz combate contra os sinistros planos que vem desenvolvendo este atrasado Estado latifundiário burocrático que cai em pedaços, hoje com seu “segundo turno” de sua farsa eleitoral para a substituição de autoridades reacionárias e sua “nova constituição” para nova reestruturação do Estado, necessidade do imperialismo e da reação. Tudo dentro do plano reacionário do “Bicentenário”. Saudamos os partidos comunistas e organizações revolucionarias que, contra o vento e a maré, vem cumprindo a histórica tarefa de reunificação do movimento comunista internacional (MCI) esforçando-se para a realização da Conferência Internacional Maoísta Unificada (CIMU) e para dar vida à Nova Organização Internacional do Proletariado.

Em 17 de maio de 1980, o PCP sob a liderança do Presidente Gonzalo iniciou a luta armada (ILA 80), desenvolvendo desde então a guerra popular, que jamais parou, apesar da difícil e complexa situação que atravessa por conta da prisão da Liderança (Jefatura), o Presidente Gonzalo, e a traição dos revisionistas, tanto dos ratos da linha oportunista de direita revisionista e capitulacionista (LOD), das chamadas “cartas e conversações de paz” estruturada nas prisões com a ajuda da CIA Ianque – reação peruana, como das ratazanas do VRAEM encabeçadas por José. A guerra popular não foi parada nem pode ser cessada nunca porque a vida do partido que a comanda não pode ser cessada e nunca parará até que entremos no comunismo.

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