Vídeo: Dia Internacional de Ações contra Prahaar-3

Publicamos a seguir o vídeo divulgado pela revista Internacional Comunista sobre a campanha internacional de ações contra a operação militar contrarevolucionária Prahaar-3, que ocorreu no dia 24 de novembro de 2021. O objetivo desta campanha é denunciar a operação realizada pelo governo reacionário de Narendra Modi e demonstrar apoio a luta do povo indiano e à Guerra Popular dirigida pelo Partido Comunista da Índia (Maoista).

‘Vencer as torturas é dever revolucionário’ (Manoel Lisboa, 1972)

Vencer as torturas é dever revolucionário’
(Manoel Lisboa, 1972)

A ditadura militar brasileira necessita do terror policial como o peixe necessita da água. Ela surgiu no nosso cenário histórico, justamente para impor o terror. Era preciso proteger os interesses do capital estrangeiro, da alta-burguesia nacional e dos latifundiários, ameaçados pela relativa liberdade existente no governo João Goulart. Tal liberdade facilitava o esclarecimento e a organização do povo pelas forças revolucionárias. Esse esclarecimento e essa organização desembocariam, mais cedo ou mais tarde, numa rebelião total contra a dominação imperialista em nosso país. Para esmagá-la no nascedouro, a Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos revolveu o museu de nossa história, lá encontrando os agentes indicados, os generais mais fascistas, mais fiéis aos monopólios norte-americanos e seus aliados nacionais.

Para cumprir sua missão, sabiam e sabem os generais, era indispensável prolongar a secular miséria de nosso povo, desde que a melhoria das condições de vida do mesmo é incompatível com a dominação de nossa economia pelos monopólios estrangeiros e a estrutura agrária, em que predomina o latifúndio. Sabiam e sabem os generais que sua missão se constituía na mais vergonhosa traição, no mais terrível crime contra o povo. No entanto, aceitaram, e cumprem com perfeição o papel de fiéis lacaios do imperialismo ianque. Para eles, nada mais honroso que os dólares recebidos e os elogios de Nixon ao “milagre brasileiro”.

Da noite para o dia, o Brasil se transformou no reino do capital estrangeiro. Empresas ianques, alemãs, japonesas, inglesas, francesas, etc. investem no Brasil, pois aqui está garantida a expansão dos seus lucros. Os generais brasileiros, chibata em punho, protegem o capital estrangeiro contra os “altos salários”, as greves e outros atropelos, mesmo que isso resulte em mais fome, mais desemprego, mais doenças para os trabalhadores.

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Por uma Conferência Internacional Maoista Unificada! Proposta acerca do balanço do Movimento Comunista Internacional e de sua atual Linha Política Geral (CCIMU, 2022)

O Comitê Coordenador para uma Conferência Internacional Maoista Unificada ­– CCIMU entrega ao proletariado internacional a seguinte proposta acerca do balanço do Movimento Comunista Internacional e de sua atual Linha Política Geral, com o objetivo de servir aos debates e preparação da Conferência Internacional Maoista Unificada.

Proletários de todos os países, uni-vos!

Por uma Conferência Internacional Maoista Unificada!

Proposta acerca do balanço do Movimento Comunista Internacional e de sua atual Linha Política Geral

I. INTRODUÇÃO
Como comunistas, somos filhos e filhas de uma classe única no mundo, o proletariado internacional, com um destino indissoluvelmente soldado, o comunismo, onde todos entram ou ninguém entra. Por isto, nos sujeitamos firmemente ao internacionalismo proletário como um princípio fundamental para o MCI, manifestando nosso poderoso e imortal lema estabelecido no Manifesto do Partido Comunista de Marx e Engels: “Proletários de todos os países, uni-vos!”.


O comunismo é a meta inexorável da história, em sua direção marcha a humanidade e a essa imarcescível meta se chegará, seja qual forem as vicissitudes que hoje enfrentamos.


A tarefa principal dos comunistas é conformar-se e desenvolver-se como Partido Comunista, marxista-leninista-maoista, para iniciar e desenvolver a guerra popular para conquistar o Poder, que temos que desenvolver segundo a particularidade de cada país, como parte e em serviço da Revolução Proletária Mundial para chegar à nossa meta final: o comunismo. Na Nova Era na qual nos desenvolvemos, a existência de um partido comunista é decisiva para fazer a revolução proletária. Sem um Partido Comunista marxista-leninista-maoista, a revolução não pode levar-se à cabo e muito menos desenvolver-se para conquistar e defender o Novo Poder.


O Movimento Comunista Internacional é a vanguarda do proletariado internacional. O principal problema hoje para o MCI é a dispersão de forças e o perigo principal segue sendo o revisionismo. Sua unidade se constrói sobre a base e o guia do marxismo, hoje marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo, e sua aplicação à prática concreta da revolução em cada país e ao processo da revolução mundial.

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‘Viva os 100 anos da fundação! Retomar e desenvolver Luis Emilio Recabarren!’ (Fração Vermelha do Partido Comunista do Chile)

Tradução não-oficial.

Várias ações de embandeiramento, colagem de cartazes e pichações foram realizadas na comuna de Parral, região de Maule, por ocasião do 100º aniversário da fundação do Partido Comunista do Chile

Proletários de todos os países, uni-vos!

Viva os 100 anos da fundação do Partido Comunista do Chile!

Retomar e desenvolver Luis Emilio Recabarren!

Há 100 anos, um importante contingente do proletariado de nosso país, dirigido por Luis Emilio Recabarren, fundou o Partido Comunista do Chile. Não foi uma mera mudança de nome. Fê-lo no meio de uma longa luta contra aqueles que negavam o marxismo, o socialismo, a ditadura do proletariado e a violência revolucionária. Ele fundou o Partido seguindo o exemplo de Lenin e da Revolução Russa, e por esta razão Recabarren se reafirmou no marxismo-leninismo para cumprir esta importante tarefa.

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Declaração conjunta: ‘Unir-se sob o maoismo!’ (dezembro, 2021)

Tradução não-oficial

Proletários de todos os países, uni-vos!

Unir-se sob o maoismo!

O Presidente Mao Tsetung nasceu em 26 de dezembro de 1893, durante uma vida cabal e completamente dedicada a serviço do povo, às mais fundas e mais profundas massas, foi o principal protagonista, reconhecido líder da revolução chinesa e tornou-se chefe da revolução proletária mundial. Fundou o Partido Comunista da China e o Exército Vermelho dos operários e camponeses do povo chinês, estabeleceu o caminho de cercar as cidades pelo campo, desenvolveu a Guerra Popular e com ela a teoria militar do proletariado. Como teórico da Nova Democracia, fundou a República Popular, foi o principal gestor do Grande Salto Adiante e promoveu o desenvolvimento do socialismo. O presidente Mao foi o líder da luta contra o revisionismo contemporâneo de Khrushchev e seus sequazes. Ele liderou a Grande Revolução Cultural Proletária, conquistando o marco mais alto até agora na luta pelo comunismo. Em todo esse imenso processo, em meio à luta de classes e à luta de duas linhas, ele desenvolveu qualitativamente as três partes integrantes do marxismo como uma unidade – a filosofia marxista, a economia política marxista e o socialismo científico – a um nível superior e a ideologia do proletariado deu o salto para o marxismo-leninismo-maoismo.

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Partido Comunista do Brasil – Fração Vermelha (PCB-FV): ‘Levantar alto a bandeira vermelha da IC e do seu VII Congresso’ (fevereiro, 2020)

Tradução não-oficial.

Proletários de todos os países, uni-vos!

Levantar alto a bandeira da Internacional Comunista e do seu VII Congresso

I – Introdução

A crise geral do imperialismo se agrava formidavelmente agudizando suas contradições fundamentais, principalmente a que opõe nações/povos oprimidos ao imperialismo, empurrando amplas massas populares a rebelarem-se contra a exploração, opressão, a subjugação nacional e guerras de agressão imperialista. Nas sublevações das massas destacam-se as lutas armadas de libertação nacional e especialmente a heroica persistência das guerras populares do Peru, Índia, Filipinas e Turquia. Além do mais, resultante do agravamento da contradição entre proletariado e burguesia nos países imperialistas, aumenta e radicaliza-se o protesto das camadas mais profundas do proletariado neles, contra as brutais “políticas de austeridade” de seus governos e cada dia mais contra estes mesmos governos da burguesia imperialista. Por sua vez, as contradições interimperialistas intensificam-se na luta por nova partilha do mundo por meio de relações de pugna e conluio. Nelas o USA, como superpotência hegemônica única, inimigo No 1 dos povos do mundo, tem sua hegemonia questionada na rivalização com a superpotência atômica Rússia e outras potências como China, etc., das quais Alemanha pugna por estabelecer sua hegemonia na Europa e das contradições que opõem outras potências a cada uma destas primeiras. Todos estes acontecimentos caracterizam a situação mundial como de crescente situação revolucionária em desenvolvimento desigual, dentro da qual estão se dando reconstituição e constituição de partidos comunistas militarizados, para desatar novas guerras populares como parte da luta por impor o maoismo como único mando e guia da revolução proletária mundial.

Neste contexto histórico e como produto dessa agudização da luta de classes no mundo e elevação da luta de duas linhas no MCI, cujo processo de dispersão já se reverteu (no fundamental) com os avanços de reunificação, através da crescente unidade de sua esquerda, é que marchamos para a realização da I Conferência Internacional Maoista Unificada (CIMU). Conferência que dará luz a uma Nova Organização Internacional do Proletariado (NOIP), significando um passo adiante na luta por reconstituir a Internacional Comunista, sob o mando e guia do marxismo-leninismo-maoismo. Evento este de tamanho significado após décadas de dispersão, ao tratar dos mais candentes problemas da luta de classes e do MCI atuais, coloca para si como tarefa imprescindível tomar a posição que deslinde cabal e resolutamente com o revisionismo, o trotskismo e todo o oportunismo acerca de problemas fundamentais da experiência histórica da luta do proletariado internacional, da revolução proletária em geral e do Movimento Comunista Internacional em particular.

Dentre esses se destaca de forma inequívoca, por sua grandiosidade e transcendência, o VII Congresso da Internacional Comunista (Comintern), de meados de 1935, que enfrentou problemas fundamentais da época e cruciais para o Movimento Comunista Internacional naquela tão particular situação de ascenso do fascismo e desabalada corrida imperialista por nova partilha do mundo, por nova guerra mundial e de grave ameaça à União Soviética e à ditadura do proletariado, situação de gigantesco desafio para a Revolução Proletária Mundial (RPM). VII Congresso no qual se condensou e plasmou o papel magistral da direção (chefatura) do camarada Stalin.

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