Jornal CI-IC: ‘Un camarada de la Comisión Internacional – PCm – Italia – Por el debate y la lucha de las dos lineas – Algunas críticas al documento “¡Por una Conferencia Internacional Maoísta Unificada!” –’

Tradução em andamento.

¡Proletarios de todos los países, uníos!

Por el debate y la lucha de las dos lineas – Algunas críticas al documento “¡Por una Conferencia Internacional Maoísta Unificada!” –

Premisa

Con el colapso del Movimiento Revolucionario Internacionalista (MRI) desapareció la única organización internacional existente que agrupaba la mayoría de partidos y organizaciones MLM.

El MRI representó, después de la crisis que se produjo en el Movimiento Comunista Internacional (MCI) con la muerte del presidente Mao y la derrota de la Gran Revolución Cultural Proletaria (GRCP), un esfuerzo concreto para reunir los partidos y organizaciones MLM dispersos internacionalmente y luego iniciar una contra-tendencia para combatir esta nefasta dispersión.

Hoy los partidos y organizaciones MLM coherentemente internacionalistas no pueden sino combatir cada residuo del revisionismo avakianista y prachandista y retomar el hilo rojo del MRI, con sus lecciones positivas y negativas, para seguir avanzando en el largo camino que, pasando por la construcción de un nueva organización internacional de partidos y organizaciones MLM, tiene como objetivo la construcción de la Internacional Comunista.

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Jornal CI-IC: ‘Partido Comunista da Colômbia (Fração Vermelha) – Resposta à Declaração da União Operária Comunista (UOC) sobre a Proposta do Comitê Coordenador para a Conferência Internacional Maoista Unificada (CIMU)’

Tradução não-oficial e revisão em andamento.

Proletários de todos os países, uni-vos!

Partido Comunista da Colômbia (Fração Vermelha) – Resposta à Declaração da União Operária Comunista (UOC) sobre a Proposta do Comitê Coordenador para a Conferência Internacional Maoista Unificada (CIMU)¹

Partido Comunista da Colômbia (Fração Vermelha)
Julho 2022

Realizamos o presente documento com o objetivo de servir ao desenvolvimento da luta de duas linhas dentro do Movimento Comunista Internacional (MCI), o único método que nos levará ao estabelecimento de uma Linha Política Geral justa e correta, e à unidade de todos os comunistas ao seu redor, a fim de desenvolver a revolução proletária mundial nestes tempos tempestuosos em que vivemos.

Tentamos responder aqui à maioria das divergências levantadas pelos camaradas da UOC em seu Pronunciamento de janeiro de 2022, analisando-as uma a uma e deixando para o final a questão da ideologia como um todo, já que a consideramos como o “terreno” da síntese. Lamentamos não termos conseguido abordar a questão da Guerra Popular, que acreditamos ser uma das polêmicas mais importantes no MCI hoje, pois é uma questão central do maoismo. A abordagem desta e de outras polêmicas pendentes teria atrasado ainda mais esta publicação, o que consideramos inconveniente, pois o atraso poderia levar à perda do objetivo específico do documento: servir aos preparativos para a Conferência Internacional Maoista Unificada (CIMU). Esperamos poder ao menos abordar a polêmica sobre o que é a Guerra Popular no futuro próximo ou que outros Partidos irmãos o façam. Por enquanto, para aprofundar o tema da Guerra Popular, recomendamos a todos os camaradas do MCI o estudo do valioso artigo do Partido Comunista do Brasil (Fração Vermelha), Guerra Popular e Revolução, publicado na revista El Maoista No 1.

Em algumas partes deste documento, consideramos oportuno fazer referência aos debates que os camaradas do TKP/ML e do CCPCMG colocaram sobre a mesa, mas, é claro, não pretendemos responder inteiramente aos pontos levantados por esses camaradas, pois o objetivo central da publicação é responder aos comentários dos camaradas da União.

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Jornal CI-IC: ‘9 de Julho de 2022: Saída às ruas: Apoiar a Guerra Popular na Índia!’

Proletários de todos os países, uni-vos!

9 de Julho de 2022:
Saída às ruas: Apoiar a Guerra Popular na Índia!

O mundo está convulsionado. Em todos os continentes, os amos imperialistas da guerra, da destruição, da opressão e exploração desatam seu assalto sanguinário contra os povos do mundo. Os vestígios do caos, miséria e fome estão por todas as partes. O genocídio em curso no Iêmen; as constantes tentativas de apagar a Palestina; a guerra reacionária contra os povos da Turquia, Peru, Filipinas e outros; a guerra reacionária não declarada, mas real, contra os povos de países como Brasil e México; as guerras que fazem estragos em cada vez mais partes do mundo. Esses vampiros, os imperialistas e seus cupinchas, também fortalecem seu agarre ao redor do pescoço das massas em seus próprios países enquanto, ao mesmo tempo, afilam suas facas de carniceiro para voltarem-se uns contra os outros para decidir pela força se os imperialistas ianques devem continuar na posição de cachorro superior ou se algum dos outros ladrões deve deslocá-los. Mas, a opressão gera resistência, e os povos buscam e encontram formas de contra-atacar. Os heroicos povos do mundo demonstram uma e outra vez ao mundo, derrotando com guerras prolongadas até mesmo a máquina de guerra mais mortífera que já vista na história, os ianques e seus conluiados, que um povo oprimido, sempre que persistir na luta armada e confiar em sua própria força, pode alcançar a vitória, ainda que a direção da resistência nacional leve consigo bandeiras reacionárias. No entanto, essa vitória não pode libertar realmente o povo do jugo do imperialismo, senão que muito rapidamente se perde o que ganhou, uma vez que a direção leva bandeiras reacionárias. Esse processo ocorre vez ou outra, os povos lutam e ganham, mas são traídos por falsos dirigentes. Nesse sentido, a arremetida do imperialismo e a luta e resistência dos povos depende de proporcionar uma direção correta que realmente sirva ao povo se torna crucial, e é nesse contexto que todos os oprimidos e explorados devem voltar seus olhos para a Índia.

A GUERRA POPULAR NA ÍNDIA MOSTRA O CAMINHO A SEGUIR

O Partido Comunista da Índia (Maoista) construiu um poderoso exército popular, o Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL), que defende os interesses dos trabalhadores, dos camponeses e todos os outros setores do povo que se opõem ao Estado reacionário indiano, que serve aos interesses dos capitalistas burocráticos, latifundiários e ao imperialismo estrangeiro. O EGPL levanta as massas para a luta e as organiza para lutar com armas nas mãos para destruir o Estado reacionário e construir um novo, que sirva aos povos da Índia e não aos chupa-sangues. Hoje, em diferentes partes do campo da imensa geografia do país, foram criados comitês populares revolucionários. Nesses comitês populares se distribuíram a terra a quem nela trabalha, foram abolidas todas as leis reacionárias, a opressão contra a mulher é ferozmente combatida e os governantes das massas são as próprias massas. Uma nova sociedade está nascendo em meio à velha. Esses comitês populares revolucionários contam agora com milhões de pessoas que vivem neles e, em seu conjunto, converteram-se em florescentes bases de apoio da revolução indiana. Seguindo o caminho de cercar as cidades pelo campo, a guerra popular avança, por caminhos escarpados, até a conquista do poder político no segundo país mais populoso do mundo. Essa árdua e prolongada luta, dirigida por um verdadeiro Partido Comunista, é um poderoso farol de esperança e inspiração para todos os que querem ver o fim do grilhão imperialista e que lutam pela construção de uma sociedade livre de opressão e exploração.

ABAIXO A GUERRA CONTRA O POVO!

O velho Estado indiano, como máquina burocrático-militar a serviço dos inimigos do povo, fez tudo o possível para afogar em sangue a luta das massas, independentemente da fração das classes dominantes que ocupou os postos de governo; não houve, nem pode haver, outro caminho para eles que não desatar suas operações de guerra contrarrevolucionária contra a maré que avaça do movimento popular em geral, e sua ponta de lança, o movimento revolucionário dirigido pelo PCI (Maoista), em particular. O notório regime reacionário e genocida encabeçado por Modi, infame no mundo por coisas como seus vis crimes contra os muçulmanos na Índia e sua misoginia rampante, evidentemente não fica atrás deste sujo empreendimento. “Operação Caçada Verde”, “SAMADHAN” e “Prahar” são nomes de campanhas reacionárias que levam a cabo segundo o conceito imperialista de “Guerra de Baixa Intensidade”, que não só incluem medidas militares (genocídio e repressão contundentes), como também componentes “sociais” (como o “socorro e assistência” por parte dos defensores armados da velha ordem, isto é, utilizando a fome e a miséria das massas como arma) e a guerra psicológica (difundindo rumores, mentiras e medo). O regime de Modi utiliza todas essas “táticas” enquanto promove o comunalismo bramânico hinduísta mais chauvinista. Em seu mórbido empenho, utiliza inclusive o Exército e a Força Aérea da Índia contra o povo. Um exemplo recente e pérfido são os bombardeios aéreos massivos contra as massas em Chhattisgarh, em 15 de abril deste ano, quando foram utilizados mais de 50 drones. Todas essas ofensivas dos inimigos do povo só demonstram sua impotência contra a Guerra Popular, e definitivamente, só trará uma amarga colheita, com a crescente incorporação de combatentes para as fileiras revolucionárias.

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