A rebelião se justifica! Denunciamos mais uma vez a farsa dos novos julgamentos e a condenação contra o presidente Gonzalo (MPP (CR), 2018)

Tradução não-oficial


A rebelião se justifica!

Denunciamos uma vez mais a farsa dos novos julgamentos e a condenação contra o presidente Gonzalo

 Os monopólios dos meios de comunicação no país informaram que o colegiado “A” da Sala Penal Nacional condenou na terça-feira (11 de setembro) à prisão perpétua o presidente Gonzalo juntamente a outros 9 acusados, pela autoria mediada do atentado na rua Tarata, em Miraflores, em 16 de julho de 1992.

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Peru: Viva o 38º aniversário da Guerra Popular (Partido Comunista do Peru, setembro de 2018)

Nota do blog: Publicamos agora tradução não-oficial da declaração do Partido Comunista do Peru, em processo de reorganização geral do partido, por ocasião dos 38 anos da Guerra Popular no Peru, que ainda hoje mantém-se invencível, apesar de todas as dificuldades e ziguezagues invariáveis da luta de classes.


Proletários de todos os países, uni-vos!

Viva o 38º aniversário da Guerra Popular

Aprender com o Presidente Gonzalo encarnando e aplicando o Pensamento Gonzalo!

“Assim, sobre essa negra perspectiva econômica se levantam caducas e reacionárias instituições que só sobrevivem pela força da inércia e das armas que as sustentam, cada vez derramando mais e banhando-se no incendiário sangue do povo desarmado, vilmente oprimido, que já começou a dizer Basta!, e a cada dia crê menos no velho Estado e espera menos do governo. Em conclusão, o desprestígio, a desordem, o caos –  além da corrupção e do mais desavergonhado cinismo – corroem o Estado latifundiário-burocrático, por cujo governo competem de novo frívola e alegremente, com escaramuças verbais e quiçá algum que outro choque, uns quantos demagogos de interesses mal encubertos e ambições desenfreadas…” ─ Presidente Gonzalo

O Partido Comunista do Peru, sob nossa invicta e todopoderosa ideologia, o marxismo-leninismo-maoismo pensamento gonzalo, nos reafirmamos uma vez mais em defender a vida e a saúde do Presidente Gonzalo, cerrando fileiras pela esquerda do partido, que briga incansavelmente pela reorganização geral do partido.

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Em defesa da vida do Presidente Gonzalo desfraldar mais alto a bandeira do Maoismo! (Partidos e Organizações maoistas, setembro de 2018)

Nota do blog: Divulgamos tradução não-oficial de importante documento conjunto assinado por Partidos e Organizações marxistas-leninistas-maoistas por ocasião do 26º aniversário do Discurso do Presidente Gonzalo em setembro de 1992.

Os Partidos e Organizações marxistas-leninistas-maoistas declaram: “Entendemos que a defesa do Presidente Gonzalo implica lutar da forma mais consequente por pôr o maoismo como único mando e guia da nova grande onda da revolução proletária mundial, que já está se desenvolvendo. Entendemos que essa luta é parte da tarefa para reunificar os comunistas do mundo, que exige pôr em primeiro lugar os princípios do marxismo, os interesses de classe do proletariado internacional, a luta de libertação dos povos e nações oprimidas, enfim, a luta pelo Comunismo.”


 

Proletários de todos os países, uni-vos!

Em defesa da vida do Presidente Gonzalo desfraldar mais alto a bandeira do Maoismo!

Finalmente agora escutemos isto, com vemos no mundo, o maoismo marcha incontivelmente para comandar a nova onda da revolução proletária mundial, entenda-se bem e compreenda-se!Quem tem ouvidos, ouça, quem tem entendimento e todos temos, manejemo-o, basta de tolices, basta de obscuridades! Entendamos isso! O que é se desenvolve no mundo? O que necessitamos? Necessitamos que o maoismo seja encarnado e está sendo encarnado, e através da geração Partidos Comunistas, para manejar, dirigir, essa nova grande onda da revolução proletária mundial que vem. (Discurso do Presidente Gonzalo, set 1992)

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A disciplina do Partido (Partido Comunista da China, 1974 – Parte VIII)

Nota do blog: Publicamos a seguir o oitavo capítulo do importante documento do Partido Comunista da China, intitulado Uma compreensão básica do Partido, datado de 1974, num esforço de sintetizar a Base de Unidade Partidária, os princípios, estratégia, tática e métodos adotados pelo Partido para fazer a Revolução, prevenir-se do revisionismo, aplastar a restauração capitalista e seguir a via socialista. Publicamos objetivando servir melhor à formação ideológica e política, sobretudo da juventude.

Os capítulos anteriores: I, II, III, IV, V, VI e VII.

Tradução não oficial, realizada voluntariamente por uma leitora.


Capítulo VIII
A disciplina do Partido

Os Estatutos do Partido estipulam: “Todo o Partido deve observar a disciplina unificada: o indivíduo está subordinado à organização, a minoria está subordinada à maioria, o nível inferior está subordinado ao nível superior e todo o Partido está subordinado ao Comitê Central”. A disciplina do Partido é uma condição necessária para garantir a implementação da linha, para fortalecer a unidade e a consolidação do Partido, para refinar sua organização, consolidar a ditadura do proletariado e lograr a vitória na revolução. Todo membro do Partido Comunista deve submeter-se conscientemente a esta disciplina e mantê-la.

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O centralismo democrático do Partido (Partido Comunista da China, 1974 – Parte VII)

Nota do blog: Publicamos a seguir o sétimo capítulo do importante documento do Partido Comunista da China, intitulado Uma compreensão básica do Partido, datado de 1974, num esforço de sintetizar a Base de Unidade Partidária, os princípios, estratégia, tática e métodos adotados pelo Partido para fazer a Revolução, prevenir-se do revisionismo, aplastar a restauração capitalista e seguir a via socialista. Publicamos objetivando servir melhor à formação ideológica e política, sobretudo da juventude.

Os capítulos anteriores: I, II, III, IV, V e VI.

Tradução não oficial, realizada voluntariamente por uma leitora.


Capítulo VII
O centralismo democrático do Partido

Os estatutos do Partido declaram: “O princípio organizativo do Partido é o centralismo democrático”. Implementar conscientemente o centralismo democrático é de grande importância para organizar a unidade do Partido, fortalecer sua liderança centralizada, aumentar sua capacidade de combate e revigorar a vida do Partido. Todos os comunistas devem compreender cabalmente o significado e o papel do centralismo democrático no Partido e esforçarem-se por elevar seu nível de consciência sobre como aplica-lo.

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A direção centralizada do Partido (Partido Comunista da China, 1974 – Parte VI)

Nota do blog: Publicamos a seguir o sexto capítulo do importante documento do Partido Comunista da China, intitulado Uma compreensão básica do Partido, datado de 1974, num esforço de sintetizar a Base de Unidade Partidária, os princípios, estratégia, tática e métodos adotados pelo Partido para fazer a Revolução, prevenir-se do revisionismo, aplastar a restauração capitalista e seguir a via socialista. Publicamos objetivando servir melhor à formação ideológica e política, sobretudo da juventude.

Os capítulos anteriores: I, II, III, IV e V.

Tradução não oficial, realizada voluntariamente por uma leitora.


Capítulo V
A direção centralizada do Partido

Os Estatutos do Partido estipulam: “Os órgãos do Estado, o Exército Popular de Libertação e a milícia, os sindicatos, as associações de camponeses pobres e médios da camada inferior, as federações de mulheres, a Liga da Juventude Comunista, as Guardas Vermelhas, as Pequenas Guardas Vermelhas, e outras organizações revolucionárias de massas, devem todas aceitar a direção centralizada do Partido”. O fortalecimento desta direção centralizada, a plena implementação de seu papel revolucionário nas fileiras do proletariado – esta é a garantia fundamental de que nossa causa socialista logrará ainda maiores vitórias. Todos os comunistas devem fortalecer seu conceito de Partido, submeter-se conscientemente à direção centralizada do Partido e preservá-la.

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Lenin militante ilegal (B. Vasiliev e M. Kedrov)

CONTEÚDO

 I – LENIN E A AÇÃO CLANDESTINA

-MÉTODOS DE MAQUIAGEM DO CAMARADA LENIN

-NÃO CHAMAR A ATENÇÃO

-A DESPEITO DA CLANDESTINIDADE

-MUDANÇA DO ASPECTO EXTERNO

-CORRESPONDÊNCIA CLANDESTINA

-TRANSPORTES ILEGAIS

-A TRAVESSIA DA FRONTEIRA

-PARTICIPAÇÃO NAS REUNIÕES CLANDESTINAS

 II – O que disse Lenin sobre a estrutura orgânica e os métodos de edificação de um partido ilegal – Que fazer?

 -PRINCÍPIOS DE ORGANIZAÇÃO DE UM PARTIDO COMUNISTA ILEGAL

-CENTRALIZAÇÃO DA DIREÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO DAS FUNÇÕES

-AS ORGANIZAÇÕES AUXILIARES PRÓXIMAS AO PARTIDO

-A CÉLULA DE FÁBRICA

-MAIS SOBRE A CENTRALIZAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES ILEGAIS DO PARTIDO

-LENIN E OS SINDICATOS ILEGAIS

-O ÓRGÃO CENTRAL

-RESOLUÇÃO DE 1908, RELATIVA A ORGANIZAÇÃO

-RESOLUÇÃO DE 1913, SOBRE ORGANIZAÇÃO

 III – LENIN E AS FORMAS SUPERIORES DA LUTA DE CLASSES

 -CARTA DO CAMARADA LENIN AO COMITÊ DE PETERSBURGO

-OS ENSINAMENTOS DA INSURREIÇÃO DE MOSCOU

-OS SOVIETS COMO ÓRGÃOS DA INSURREIÇÃO

-AS ORGANIZAÇÕES MILITARES

-1917


I – Lenin e a ação clandestina

 

 Vladimir Ilich não foi somente o criador e chefe do grande Partido Bolchevique, mas também um notável revolucionário prático, e sua longa experiência no trabalho revolucionário [o confirma]. Neste capítulo aproveitamos a rica literatura sobre as memórias do camarada Lenin que caracterizam sua atividade de militante ilegal e, especialmente, as recordações de pessoas de sua intimidade: N. K. Krupskaia e as irmãs de Lenin, Maria e Ana.

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Os princípios básicos do Partido (Partido Comunista da China, 1974 – parte V)

Nota do blog: Publicamos a seguir o quinto capítulo do importante documento do Partido Comunista da China, intitulado Uma compreensão básica do Partido, datado de 1974, num esforço de sintetizar a Base de Unidade Partidária, os princípios, estratégia, tática e métodos adotados pelo Partido para fazer a Revolução, prevenir-se do revisionismo, aplastar a restauração capitalista e seguir a via socialista. Publicamos objetivando servir melhor à formação ideológica e política, sobretudo da juventude.

Os capítulos anteriores: I, II, III e IV.

Tradução não oficial, realizada voluntariamente por uma leitora.


Capítulo V – Os princípios básicos do Partido de “os três o que fazer e os três o que não fazer”

Os Estatutos do Partido planteiam que os camaradas devem aderir aos princípios de “praticar o marxismo e não o revisionismo, unir-nos e não dividir-nos, e ser francos e abertos e não urdir intrigas nem maquinações”. Estes três princípios sobre o que fazer e o que não fazer representam uma profunda síntese da experiência histórica do nosso grande líder, o Presidente Mao, à respeito das duas linhas no Partido. Eles distinguem a norma que nos permite distinguir a linha correta da linha incorreta.  São os três princípios básicos que os membros do Partido devem respeitar. Todo membro do Partido deve ter sempre em mente estes três princípios e aderir a eles para travar a luta de duas linhas dentro do Partido ativamente e de maneira correta.

Praticar o marxismo e não o revisionismo

Destes três princípios formulados pelo Presidente Mao sobre o que há que fazer e o que há que não fazer, o mais fundamental é praticar o marxismo e não o revisionismo. Uma pessoa que pratica o marxismo e não o revisionismo e que serve de todo coração aos interesses da ampla maioria da população da China e do mundo, necessariamente trabalha pela unidade e é franca e aberta; uma pessoa que pratica o revisionismo e serve à minoria dos elementos das classes exploradoras. inevitavelmente trabalha pela cisão e toma parte em intrigas e maquinações.

Por mais de 50 anos, as lutas dentro do nosso Partido entre a linha marxista representada pelo Presidente Mao e as diversas linhas oportunistas sempre têm sido, em última instância, sobre a questão de se praticar o marxismo ou o revisionismo. Esta é uma importante questão à respeito do futuro da revolução proletária, do caráter do partido político proletário e do destino do Estado da ditadura do proletariado. É por isso que o princípio de “Praticar o marxismo e não o revisionismo” (79) é essencial para construir o partido político do proletariado – constitui a orientação política à qual devemos aderir e a garantia de que nosso Partido e nosso Estado nunca mudará seu caráter.

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