Celebrar o 42º aniversário da Guerra Popular no Peru! (Jornal Internacional Comunista, 17 de maio de 2022)

Celebrar o 42º aniversário da Guerra Popular no Peru!

Hoje, o Movimento Comunista Internacional celebra o aniversário do início da guerra popular no Peru em 17 de maio de 1980. Um momento histórico. Um marco na epopéia do proletariado internacional, com o qual se entra na ofensiva estratégica da revolução proletária mundial.

Reafirmamos que o glorioso Partido Comunista do Peru é a Fração Vermelha do MCI e o Presidente Gonzalo – mais brilhante do que nunca – é a garantia da vitória, o maior marxista-leninista-maoísta da presente época, continuador de Marx, Lenin e do Presidente Mao Tsetung, professor de professores, grande filósofo e estrategista, forjador das legiões de ferro, que hoje se lançam novamente no novo período de revoluções, nas quais estamos entrando, forjando uma vermelhissíma unidade.

Nesta ocasião, destacamos o peso e a importância das novas guerras populares que hão de iniciar, na chispa que incendiará toda a pradaria, que fará cinzas o velho, e finalmente, como uma fenix, puro e glorioso, o comunismo surgirá.

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Fora imperialistas russos da Ucrânia! Apoiemos ao povo ucraniano! (Movimento Popular Peru, Fevereiro de 2022)

Tradução não-oficial.

Proletários de todos os países, uni-vos!

No dia 23 do presente mês e ano, às 5 da manhã tropas de ar, mar e terra do exército russo em uma operação relâmpago penetraram no território da Ucrânia dando início a sua guerra de agressão imperialista contra este país, hoje em dia em seu avanço se encontra às portas da capital Kiev com o aberto propósito de derrubar ao governo do país e estabelecer uma administração títere em todos os níveis estatais e impôr a “desmilitarização” do país, isto é, pô-lo sob o protetorado do exército do Estado imperialista russo.

Pode surpreender a alguns que esta guerra de agressão e ocupação do país pela superpotência atômica imperialista russa, se produziu agora em que esta superpotência atômica e a superpotência imperialista hegemônica única, o imperialismo ianque, como parte do desenvolvimento de sua contradição em meio de conluio e pugna, haviam regressado à mesa de negociações para discutir um acordo geral sobre armas estratégicas e demais problemas de “segurança” e, entre estes, sobre a expansão da aliança imperialista OTAN aos países que antes pertenceram ao chamado “Pacto de Varsóvia”, as ex semicolonias do social-imperialismo soviético.

Porém, não pode ser nenhuma surpresa se se tem em conta que desde fins de janeiro os imperialistas ianques haviam tornado público que o imperialismo russo ia a invadir de todas maneiras a Ucrânia e que para isso a concentração de mais de cem mil soldados na fronteira comum de Rússia com Ucrânia, fazendo um chamado depois a que todo seu pessoal diplomático, cidadãos, etc. abandonem a Ucrânia de imediato e que, poucos dias antes do ataque russo, o genocida presidente Biden e outros altos representantes do imperialismo ianque e de seu instrumento, a OTAN, haviam declarado em forma categórica que “a OTAN não permitirá que Rússia toque um só troço de terreno de nenhum país sócio da OTAN”, o que repetiram em todas as ocasiões e que em caso que Rússia invada a Ucrânia se lhe imporia as mais duras sanções econômicas. Conhecido é que Ucrânia não é sócia da OTAN nem da União Europeia. Foi uma mensagem oblíqua, com o que transmitiram a mensagem clara que os imperialistas ianques não iriam arriscar nenhum choque direto com os imperialistas russos, assim se dava carta branca para que os imperialistas russos desatem sua guerra de agressão contra Ucrânia. Os imperialistas ianques haviam visto sua oportunidade de aproveitar a desesperada situação de Putin e os imperialistas russos para facilitar-lhes o caminho a ser apanhado em uma guerra de ocupação que esperam que tenha consequências muito similares para os imperialistas russos que a de Afeganistão teve para os social-imperialistas soviéticos.

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Nossa posição contra a guerra imperialista de agressão do imperialismo russo contra a Ucrânia (Revista Internacional Comunista, março de 2022)

Tradução não-oficial.

Proletários de todos os países, uni-vos!

A agressão do imperialismo russo contra Ucrânia é uma guerra de agressão injusta, a agressão criminosa de uma superpotência atômica contra um país oprimido. Assim, se expressa novamente a contradição principal de nosso tempo, imperialismo-nações oprimidas, isto é o que acontece e não outra coisa. Não há que se deixar confundir.

O Terceiro Pleno do Partido Comunista do Peru estabeleceu corretamente que:

Para ver isto, há que recordar ou voltar a estudar o que disse o Presidente Mao sobre a contradição (no tomo I, na página 354 e na seguinte), ele disse assim: Em um país semicolonial como China, a relação entre a contradição principal e as contradições não principais oferece um quadro complexo”; e nos planteia três possibilidades: a primeira é “Quando o imperialismo desata uma guerra de agressão contra um país assim, as diferentes classes deste, exceto um pequeno número de traidores, podem unir-se temporariamente em uma guerra nacional contra o imperialismo”, essa é a primeira, isso é assim, quando os imperialistas desatam uma guerra de agressão, invadem um país, então obviamente se invade, quando Japão invade China, quando Japão invade Coreia ou quando Estados Unidos invade Vietnam ou quando o social-imperialismo que dirigia a URSS invade Afeganistão, aí a contradição é nação-imperialismo, porém o que diferencia é a agressão, vai a conquistar, subjugar, pôr seus interesses mundiais do que for, ou seja, aí não se apresenta que há uma revolução, esse é o terceiro caso, ou seja quando há uma agressão de acordo com suas contendas mundiais ataca um país e se possessiona dele, é a primeira, disse”.

Depois de tratar das outras duas possibilidades, que não é o caso referir-se aqui, o Presidente Gonzalo conclui sobre a primeira possibilidade resumindo assim:

“… quando o imperialismo invade, desata agressão sem que haja uma revolução, era um caso predominante no século anterior que faziam todas as grandes potências e se dá em todo século quando não há uma revolução porém o imperialismo por suas contendas hegemônicas leva a isto, assim se dá”.

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Vídeo: Dia Internacional de Ações contra Prahaar-3

Publicamos a seguir o vídeo divulgado pela revista Internacional Comunista sobre a campanha internacional de ações contra a operação militar contrarevolucionária Prahaar-3, que ocorreu no dia 24 de novembro de 2021. O objetivo desta campanha é denunciar a operação realizada pelo governo reacionário de Narendra Modi e demonstrar apoio a luta do povo indiano e à Guerra Popular dirigida pelo Partido Comunista da Índia (Maoista).

‘Vencer as torturas é dever revolucionário’ (Manoel Lisboa, 1972)

Vencer as torturas é dever revolucionário’
(Manoel Lisboa, 1972)

A ditadura militar brasileira necessita do terror policial como o peixe necessita da água. Ela surgiu no nosso cenário histórico, justamente para impor o terror. Era preciso proteger os interesses do capital estrangeiro, da alta-burguesia nacional e dos latifundiários, ameaçados pela relativa liberdade existente no governo João Goulart. Tal liberdade facilitava o esclarecimento e a organização do povo pelas forças revolucionárias. Esse esclarecimento e essa organização desembocariam, mais cedo ou mais tarde, numa rebelião total contra a dominação imperialista em nosso país. Para esmagá-la no nascedouro, a Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos revolveu o museu de nossa história, lá encontrando os agentes indicados, os generais mais fascistas, mais fiéis aos monopólios norte-americanos e seus aliados nacionais.

Para cumprir sua missão, sabiam e sabem os generais, era indispensável prolongar a secular miséria de nosso povo, desde que a melhoria das condições de vida do mesmo é incompatível com a dominação de nossa economia pelos monopólios estrangeiros e a estrutura agrária, em que predomina o latifúndio. Sabiam e sabem os generais que sua missão se constituía na mais vergonhosa traição, no mais terrível crime contra o povo. No entanto, aceitaram, e cumprem com perfeição o papel de fiéis lacaios do imperialismo ianque. Para eles, nada mais honroso que os dólares recebidos e os elogios de Nixon ao “milagre brasileiro”.

Da noite para o dia, o Brasil se transformou no reino do capital estrangeiro. Empresas ianques, alemãs, japonesas, inglesas, francesas, etc. investem no Brasil, pois aqui está garantida a expansão dos seus lucros. Os generais brasileiros, chibata em punho, protegem o capital estrangeiro contra os “altos salários”, as greves e outros atropelos, mesmo que isso resulte em mais fome, mais desemprego, mais doenças para os trabalhadores.

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Por uma Conferência Internacional Maoista Unificada! Proposta acerca do balanço do Movimento Comunista Internacional e de sua atual Linha Política Geral (CCIMU, 2022)

O Comitê Coordenador para uma Conferência Internacional Maoista Unificada ­– CCIMU entrega ao proletariado internacional a seguinte proposta acerca do balanço do Movimento Comunista Internacional e de sua atual Linha Política Geral, com o objetivo de servir aos debates e preparação da Conferência Internacional Maoista Unificada.

Proletários de todos os países, uni-vos!

Por uma Conferência Internacional Maoista Unificada!

Proposta acerca do balanço do Movimento Comunista Internacional e de sua atual Linha Política Geral

I. INTRODUÇÃO
Como comunistas, somos filhos e filhas de uma classe única no mundo, o proletariado internacional, com um destino indissoluvelmente soldado, o comunismo, onde todos entram ou ninguém entra. Por isto, nos sujeitamos firmemente ao internacionalismo proletário como um princípio fundamental para o MCI, manifestando nosso poderoso e imortal lema estabelecido no Manifesto do Partido Comunista de Marx e Engels: “Proletários de todos os países, uni-vos!”.


O comunismo é a meta inexorável da história, em sua direção marcha a humanidade e a essa imarcescível meta se chegará, seja qual forem as vicissitudes que hoje enfrentamos.


A tarefa principal dos comunistas é conformar-se e desenvolver-se como Partido Comunista, marxista-leninista-maoista, para iniciar e desenvolver a guerra popular para conquistar o Poder, que temos que desenvolver segundo a particularidade de cada país, como parte e em serviço da Revolução Proletária Mundial para chegar à nossa meta final: o comunismo. Na Nova Era na qual nos desenvolvemos, a existência de um partido comunista é decisiva para fazer a revolução proletária. Sem um Partido Comunista marxista-leninista-maoista, a revolução não pode levar-se à cabo e muito menos desenvolver-se para conquistar e defender o Novo Poder.


O Movimento Comunista Internacional é a vanguarda do proletariado internacional. O principal problema hoje para o MCI é a dispersão de forças e o perigo principal segue sendo o revisionismo. Sua unidade se constrói sobre a base e o guia do marxismo, hoje marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo, e sua aplicação à prática concreta da revolução em cada país e ao processo da revolução mundial.

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‘Viva os 100 anos da fundação! Retomar e desenvolver Luis Emilio Recabarren!’ (Fração Vermelha do Partido Comunista do Chile)

Tradução não-oficial.

Várias ações de embandeiramento, colagem de cartazes e pichações foram realizadas na comuna de Parral, região de Maule, por ocasião do 100º aniversário da fundação do Partido Comunista do Chile

Proletários de todos os países, uni-vos!

Viva os 100 anos da fundação do Partido Comunista do Chile!

Retomar e desenvolver Luis Emilio Recabarren!

Há 100 anos, um importante contingente do proletariado de nosso país, dirigido por Luis Emilio Recabarren, fundou o Partido Comunista do Chile. Não foi uma mera mudança de nome. Fê-lo no meio de uma longa luta contra aqueles que negavam o marxismo, o socialismo, a ditadura do proletariado e a violência revolucionária. Ele fundou o Partido seguindo o exemplo de Lenin e da Revolução Russa, e por esta razão Recabarren se reafirmou no marxismo-leninismo para cumprir esta importante tarefa.

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Declaração conjunta: ‘Unir-se sob o maoismo!’ (dezembro, 2021)

Tradução não-oficial

Proletários de todos os países, uni-vos!

Unir-se sob o maoismo!

O Presidente Mao Tsetung nasceu em 26 de dezembro de 1893, durante uma vida cabal e completamente dedicada a serviço do povo, às mais fundas e mais profundas massas, foi o principal protagonista, reconhecido líder da revolução chinesa e tornou-se chefe da revolução proletária mundial. Fundou o Partido Comunista da China e o Exército Vermelho dos operários e camponeses do povo chinês, estabeleceu o caminho de cercar as cidades pelo campo, desenvolveu a Guerra Popular e com ela a teoria militar do proletariado. Como teórico da Nova Democracia, fundou a República Popular, foi o principal gestor do Grande Salto Adiante e promoveu o desenvolvimento do socialismo. O presidente Mao foi o líder da luta contra o revisionismo contemporâneo de Khrushchev e seus sequazes. Ele liderou a Grande Revolução Cultural Proletária, conquistando o marco mais alto até agora na luta pelo comunismo. Em todo esse imenso processo, em meio à luta de classes e à luta de duas linhas, ele desenvolveu qualitativamente as três partes integrantes do marxismo como uma unidade – a filosofia marxista, a economia política marxista e o socialismo científico – a um nível superior e a ideologia do proletariado deu o salto para o marxismo-leninismo-maoismo.

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