Críticas à literatura revisionista moderna na União Soviética (China, 1966)

Nota do blog: Publicamos a seguir uma crítica revolucionária marxista-leninista-maoista, produzida na frágua da Grande Revolução Cultural Proletária, contra a literatura revisionista que florescia na URSS após a restauração capitalista desencadeada mediante um golpe de Estado por Kruschov (após morte do camarada Stalin, 1953) e prosseguida por seus sucessores, até culminar na bancarrota do Estado social-imperialista na década de 90.


Algumas questões acerca da literatura revisionista moderna na União Soviética

Por Hsiang Hung e Wei Ning, 1966

Introdução

Desde a usurpação da liderança do Partido Soviético e do governo, a camarilha revisionista de Kruchov tem seguido a linha política da colaboração URSS-EUA para a dominação do mundo na literatura e na arte como em todas as outras esferas, traindo o princípio de Lenin do espírito de Partido na literatura, e liquidou os interesses dos povos revolucionários do mundo, assim escrevendo as mais vergonhosas e decadentes páginas na história da literatura Soviética.

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A criação artística das massas

Tsin Yen [1]

Um artigo do “Hongqi” sobre o desenvolvimento da criação literária e artística dos amadores operários-camponeses-soldados

 

As brilhantes “Intervenções nas palestras sobre a literatura e a arte de Ienan” feitas há 30 anos pelo Presidente Mao continuam, salvaguardam e desenvolvem a concepção marxista-leninista do mundo e a teoria marxista-leninista sobre a literatura e a arte. Resolveram as questões fundamentais de saber como e porquê a literatura e a arte devem servir os operários, camponeses e soldados, e definem a linha, os princípios e a política para o desenvolvimento da literatura e da arte proletária. No decorrer desses 30 últimos anos, as “Intervenções” guiaram-nos na derrota da linha burguesa em matéria de literatura e de arte sob todas as formas, e encorajaram os trabalhos literários e artísticos revolucionários e a grande massa de operários, camponeses e soldados a tomar parte ativa na revolução e na criação no domínio cultural.

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“Combatente guerrilheiro”, canção popular peruana

Retirado do site da FERP (Chile)

Combatiente guerrillero,
rojo corazón que hacia las Bases te vas;
ven, dime cómo en los Andes
está floreciendo la Guerra Popular.

Se ve la bandera en la cumbre
señalando el rumbo al nuevo Perú;
el mundo de la hoz y el martillo
con el Presidente Gonzalo y su luz (bis)

Para el viejo orden el sol ya se apaga,
la nueva aurora lo enterrará;
los que con su sangre el surco regaron,
la nueva semilla cosechando están.

Para el viejo orden el sol ya se apaga,
la nueva aurora lo enterrará;
los que con su sangre el surco regaron,
la nueva semilla cosechando están (bis).

Killincho, hermano guerrero,
rojo corazón que hacia las Bases te vas,
ordénale al pukuysito
que de la señal para el asalto final.

Desarrollar Bases de Apoyo,
es la gran consigna que cumpliendo están.
Los campos ya reverdecen,
con el astro rojo del nuevo poder (bis)

Porque que en nuestra patria asaltamos los cielos
y en el horizonte se levanta el sol.
Con la lucha armada vencer las tinieblas.
Viva el maoísmo, ¡viva el PCP!. (bis)

“Presidente Gonzalo”, canção popular peruana

Retirado do site da FERP (Chile)

El Presidente Gonzalo, luz de las masas,
el Presidente Gonzalo es nuestro jefe.
Él desarrolla guerrillas del campo a la ciudad
para instaurar bases de apoyo del nuevo Estado (x2)

García es el verdugo de nuestro pueblo,
García es el verdugo de nuestro pueblo.
Está usando a los sinchis para matar guerrilleros,
a los mejores hijos del pueblo que hacen justicia (x2)

La sangre del pueblo riega la lucha armada,
la sangre del pueblo riega la lucha armada.
El tiempo nos pertenece, la aurora despliega ya,
ya se derrumban los viejos mundos del viejo orden (x2)

“O caminho está definido”, Presidente Gonzalo

Nota do blog: Um dos poemas estruturados a partir de intervenções do Presidente Gonzalo, compilados no livro “Poemas de Guerra” (edições Ayacucho).

O caminho está definido

Que as ações

armadas

falem.

É peremptório,

urgente.

É uma voz de ordem.

A demanda a classe

A demanda a história

A demanda o povo

É uma necessidade

O feito antes

nos trouxe

até aqui.

O caminho está definido

As ações estabelecidas

Cumpri-lo!

Não

temos

outro

direito.

“Não podemos falhar”, por Presidente Gonzalo

Nota do blog: Um dos poemas estruturados a partir de intervenções do Presidente Gonzalo, compilados no livro “Poemas de Guerra” (edições Ayacucho).

Não podemos falhar

Assim há de ser, camaradas,

Assim há de ser.

A briga será dura

longa

difícil

cruenta

há que temperar a alma

ser fortes

vigorosos

não temer

e estar seguros

da vitória

Com decisão e firmeza

iniciaremos

a Luta Armada

a desataremos

e suas bandeiras

povoarão nossa terra

com rotundas ações

que registrará

a história.

Camaradas,

nosso povo entra

a tomar o poder

pelas armas

Isso faremos nós!

A isso servimos

e serviremos

O povo

a classe

o proletariado

o demandam

Não podemos

não devemos

falhar.

“Os homens da terra”, por Vinicius de Moraes

Vinicius de Moraes

Em homenagem aos trabalhadores da terra do Brasil, que enfim despertaram e cuja luta ora inicia.

Senhores Barões da terra
Preparai vossa mortalha
Porque desfrutais da terra
E a terra é de quem trabalha
Bem como os frutos que encerra
Senhores Barões da terra
Preparai vossa mortalha.
Chegado é o tempo de guerra
Não há santo que vos valha:
Não a foice contra a espada
Não o fogo contra a pedra
Não o fuzil contra a enxada:
– União contra granada!
– Reforma contra metralha!

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