Linha de Massas (Partido Comunista do Peru, 1988)

Nota do blog: Publicamos tradução não-oficial do documento Linha de Massas do Partido Comunista do Peru, parte da Linha Política Geral do PCP disponível na internet.

Proletários de todos os países, uni-vos!

INTRODUÇÃO

O Presidente Gonzalo, desfraldando, defendendo e aplicando o marxismo-leninismo-maoismo, estabeleceu a linha de massas do Partido. Inicia reafirmando a concepção proletária que se deve ter para avaliar o problema das massas, planteia o papel político que as massas têm, a luta pelo Poder através da guerra popular e que a luta reivindicativa deve servi-la; [estabeleceu] quais são as massas às quais devemos ir – às massas básicas principalmente, operários e camponeses e às diversas frentes segundo suas reivindicações específicas, aplicando a única tática marxista de ir ao fundo e ao profundo, educá-las na violência revolucionária e na luta contra o oportunismo. Especifica que o trabalho de massas do Partido que dirige a guerra popular se faz através do exército; assinala a importância dos organismos gerados, uma das formas de organizá-las; e que fazemos o trabalho de massas na e para a guerra popular.

REAFIRMAÇÃO NO PRINCÍPIO “AS MASSAS FAZEM A HISTÓRIA”

Se reafirma no poderoso princípio marxista “As massas fazem a história” e nos ensina a forjarmos nossa concepção comunista em luta contra a [concepção] burguesa de centrar no indivíduo como eixo histórico. Diz: “As massas são a própria luz do mundo… elas são a própria fibra, o palpitar inesgotável da história… quando falam tudo se estremece, a ordem começa a tremer, os altos cumes agacham-se, as estrelas têm outra rota porque as massas fazem e podem tudo”.

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Entrevista do Século com o Presidente Gonzalo (Parte IV)

Nota do blog: A seguir, a parte IV da Entrevista do Século realizada pelo jornal peruano El Diario, em 1988. Nessa parte, a entrevista trata sobretudo da Guerra Popular.

III. Guerra Popular

El Diario: Presidente, agora falemos da guerra popular. O que significa a violência para o Presidente Gonzalo?

Presidente Gonzalo: Sobre a violência, nós partimos de um princípio estabelecido pelo Presidente Mao Tsetung: a violência é uma lei universal sem exceção alguma, quero dizer, a violência revolucionária; essa violência é a que nos permite resolver as contradições fundamentais com um Exército e através da guerra popular. Por que partimos da tese do Presidente Mao? Porque cremos que com ele o marxismo se reafirmou e chegou a estabelecer que não há exceção alguma. Marx já defendera a violência como parteira da história que segue sendo plenamente válida e grandiosa, Lenin defendeu a violência, e nos falou do panegírico da violência revolucionária feito por Engels; porém foi o Presidente quem nos disse que é uma lei universal sem exceção alguma, por isso partimos dessa tese. É uma questão substantiva do marxismo porque sem violência revolucionária não se pode substituir uma classe por outra, não se pode derrubar uma velha ordem para criar uma nova – nova ordem que hoje deve ser dirigida pelo proletariado através de partidos comunistas. O problema da violência revolucionária é uma questão que cada vez mais se põe sob tapete, assim nós comunistas e revolucionários temos que reafirmar-nos em nossos princípios. O problema da violência revolucionária é como concretizamos a guerra popular; para nós a questão é que o Presidente Mao Tsetung, ao estabelecer a guerra popular, dotou o proletariado de sua linha militar, de sua teoria e prática militar de validade universal, portanto, aplicável em todas as partes, segundo as condições concretas. O problema da guerra nós vemos assim: a guerra tem dois aspectos, um de destruição e outro de construção, principal é o de construção, e não ver dessa maneira é abalar a revolução, debilitá-la. Por outro lado, desde que o povo toma as armas para derrubar a velha ordem, desde esse momento a reação busca esmagá-lo, destruí-lo, aniquilá-lo e usa todos os meios disponíveis em suas mãos, chegando ao genocídio. Em nosso país temos isso, e estamos vendo e veremos ainda mais até demolir o caduco Estado peruano. Quanto à chamada guerra suja, preferiria simplesmente dizer que é atribuída a nós a guerra suja, e dizem que a força armada reacionária aprendeu conosco a tal guerra suja; essa imputação é uma clara expressão de não entender o que é uma revolução, é não entender o que é uma guerra popular. A reação aplica, através de suas forças armadas e repressivas em geral, uma grande violência, busca varrer-nos e desaparecer-nos. E por qual razão? Porque nós queremos o mesmo para eles, varrê-los e desaparecê-los como classe. Já Mariátegui dizia que somente destruindo e demolindo a velha ordem se podia gerar uma nova ordem social. Nós avaliamos, em última instância, estes problemas à luz do princípio básico da guerra estabelecido pelo Presidente Mao: o princípio de aniquilar as forças do inimigo e preservar as próprias, e sabemos muito bem que a reação aplicou, aplica e aplicará o genocídio, disso estamos sumamente claros. E, consequentemente, está colocado o problema da cota: a questão de que para aniquilar o inimigo e preservar as próprias forças – e mais ainda desenvolvê-las – há que pagar um custo de guerra, um custo de sangue, a necessidade do sacrifício de uma parte para o triunfo da guerra popular. Quanto ao terrorismo: nos acusam de terroristas, somente quero responder desta maneira para que todos reflitamos. Foi ou não o imperialismo ianque e, particularmente, Reagan, que tachou de terrorismo todo movimento revolucionário? Sim ou não? Assim se pretende desprestigiar e isolar para esmagar, é o que sonham. Porém, não só o imperialismo ianque e as demais potências imperialistas combatem o chamado terrorismo, também assim fazem o social-imperialismo, o revisionismo e, hoje, o próprio Gorbachov defende unir-se para lutar contra o terrorismo. E não é simples coincidência que no VIII Congresso do Partido do Trabalho da Albânia, Ramiz Alía se dedique também a combatê-lo. Porém será muito útil que todos recordemos o que Lenin escreveu: “Vivam os iniciadores do Exército Popular revolucionário! Isto já não é um complot contra um personagem qualquer odiado, não é um ato de vingança, não é uma saída provocada pelo desespero, não é um simples ato de ‘amedrontamento’, não: isto é o começo, bem meditado e preparado, calculado desde o ponto de vista da correlação de forças, é o começo das ações dos destacamentos do exército revolucionário”. “Afortunadamente, passaram os tempos em que por falta de um povo revolucionário ‘faziam’ a revolução terroristas revolucionários isolados. A bomba deixou de ser a arma do ‘petardista’ individual e passou a ser elemento necessário do armamento do povo”. Lenin já nos ensinava que os tempos haviam mudado, que a bomba passou a ser arma de combate da classe, do povo, que já não era uma conjura, uma ação individual isolada, e sim a ação de um Partido, com um plano, com um sistema, com um Exército. Assim são as coisas. Onde está o imputado “terrorismo”? Infâmia pura. Finalmente, deve ter-se muito presente que na guerra contemporânea, em especial, é precisamente a reação quem usa o terrorismo como um de seus meios de luta e o é, como está provado à saciedade, uma quotidiana forma de luta das forças armadas do Estado peruano. Visto o anterior podemos concluir que os que julgam desesperados porque a terra treme sob seus pés, querem imputar terrorismo para ocultar a guerra popular, porém esta é tão estremecedora que eles mesmos reconhecem que a guerra popular tem dimensão nacional e que tornou-se no problema principal que o Estado peruano enfrenta. Nenhum terrorismo é assim, nenhum. E, mais ainda, já não podem negar que um Partido Comunista dirige a guerra popular. Porém nestes momentos há os que começam a refletir; não há que pôr cruzes antecipadas a ninguém, há os que podem avançar. Outros como Del Prado, jamais.

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Entrevista do Século com o Presidente Gonzalo (Parte III)

Nota do blog: A seguir, a parte III da Entrevista do Século realizada pelo jornal democrático peruano El Diario, em 1988. Nesta parte a entrevista concentra-se no tema Partido.

II –  Sobre o Partido

El Diario: E passando a outro tema tão importante nesta entrevista que é o Partido, que lições você considera as mais importantes do processo do PCP?

Presidente Gonzalo: Sobre o processo do Partido e suas lições. Nós compreendemos a história do Partido em três partes correlatas com os três momentos da sociedade peruana contemporânea. O primeiro momento, a primeira parte, a Constituição do Partido. Nela tivemos a sorte de contar com José Carlos Mariátegui, um marxista-leninista integral, porém Mariátegui, como tinha que ser, foi combatido em vida, foi negado, se abandonou sua linha e nunca se cumpriu o Congresso de Constituição que ele deixara como tarefa pendente, pois o congresso que chamam “de constituição” aprovou – como bem sabemos – a chamada linha de “unidade nacional” totalmente oposta à tese de Mariátegui. Assim o Partido vai precipitando-se no oportunismo, sofre a influência do browderismo ao qual Del Prado está ligado e depois a do revisionismo contemporâneo. Todo este processo vai levar-nos a um segundo momento, o da Reconstituição do Partido: esta é uma luta em síntese contra o revisionismo, é um período que começa a desenvolver-se a partir do começo dos anos 1960 de forma já mais clara e mais intensa; este processo leva as bases do Partido a unir-se contra essa direção revisionista e, como dissera antes, a expulsá-la na IV Conferência de janeiro de 1964. O processo de Reconstituição vai desenvolver-se no Partido até o ano 1978-79; por volta desses anos vai terminar este período e vai-se entrar num terceiro momento, o momento da Direção da guerra popular que é no qual estamos vivendo. Que lições poderíamos tirar? A primeira lição, a importância da base de unidade partidária e sua relação com a luta de duas linhas; sem esta base e seus três elementos [1) marxismo-leninismo-maoismo, pensamento Gonzalo, 2) programa e 3) linha política geral] não há sustentação para a construção ideológico-política do Partido; porém sem luta de duas linhas não há base de unidade partidária. Sem uma firme e sagaz luta de duas linhas no Partido não se pode apreender firmemente a ideologia, não pode-se estabelecer o programa nem a linha política geral assim como tampouco defendê-los, aplicá-los e menos desenvolvê-los. A luta de duas linhas para nós é fundamental e tem a ver com conceber o Partido como uma contradição em concordância com o caráter universal da lei da contradição. Uma segunda lição, a importância da guerra popular: um Partido Comunista tem como tarefa central a conquista do Poder para a classe e o povo; um Partido uma vez constituído e considerando as condições concretas tem que brigar por consolidar essa conquista e somente pode fazê-lo mediante a guerra popular. Terceira lição importante é a forja de uma direção, a direção é chave; e, uma direção não se improvisa, requer longo tempo, dura briga, árdua luta para forjar uma direção, particularmente para que seja uma direção da guerra popular. Uma quarta lição que poderíamos tirar é a necessidade de construir a conquista do Poder, porque assim como se faz a guerra popular para conquistar o Poder, há que também construir essa conquista do Poder. O que queremos dizer? Que há que gerar organismos superiores aos da reação. Cremos que estas são importantes lições. Uma final é o internacionalismo proletário, desenvolver-se sempre como parte do proletariado internacional, sempre conceber a revolução como parte da revolução mundial, desenvolver a guerra popular – como diz a palavra de ordem partidária – servindo à revolução mundial. E por quê? Porque um Partido Comunista, ao fim e ao cabo, tem uma meta final insubstituível: o comunismo, e nele, como foi estabelecido, entramos todos ou não entra ninguém. Cremos que estas são as mais relevantes lições que poderíamos colocar.

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Entrevista do Século com o Presidente Gonzalo (Parte II)

Entrevista do Século com o Presidente Gonzalo (Parte II)

Nota do blog: A seguir, a parte II da Entrevista do Século realizada pelo jornal democrático peruano El Diario, em 1988. Nesta parte a entrevista concentra-se no tema Ideologia.

I – Questões de ideologia

El Diario: Presidente, agora falemos de uma das fundamentações ideológicas do PCP: o maoismo. Por que vocês consideram que o maoismo é a terceira etapa do marxismo?

Presidente Gonzalo: Este é um ponto de vista vital e de imensa transcendência. Para nós, o marxismo é um processo de desenvolvimento e este grandioso processo nos deu uma nova, terceira e superior etapa. Por que dizemos que estamos frente a uma nova, terceira e superior etapa, que é o maoismo? Dizemos isto porque vendo as três partes integrantes do marxismo é claramente evidente que o Presidente Mao Tsetung desenvolveu cada uma destas três partes. Assim, simplesmente para enumerar: na filosofia marxista ninguém pode negar seu grandioso desenvolvimento na dialética, centralmente na lei da contradição, estabelecendo que ela é a única lei fundamental; se vermos o problema da economia política, podemos dizer que neste campo basta destacar duas coisas: uma, para nós de importância imediata e concreta, a tese do capitalismo burocrático e, dois, o desenvolvimento da economia política do socialismo, pois, em síntese, poderíamos dizer que é ele quem realmente estabeleceu e desenvolveu a economia política do socialismo. Quanto ao socialismo científico, bastaria destacar a guerra popular, pois é com o Presidente Mao Tsetung que o proletariado internacional alcança uma teoria militar cabal, desenvolvida, e nos dá assim a teoria militar da classe, do proletariado, com aplicação em todas as partes. Acreditamos que estas três questões nos demonstram que há um desenvolvimento de caráter universal. Visto o problema desta maneira, então estamos frente a uma nova etapa e a chamamos terceira porque o marxismo tem duas etapas precedentes: a de Marx e a de Lenin, daí que falemos de marxismo-leninismo. No pertinente a superior, assim dizemos porque no maoismo a ideologia do proletariado universal alcança o mais alto desenvolvimento adquirido até hoje, seu mais alto cume, porém entendendo que o marxismo é uma – desculpem a reiteração – unidade dialética que dá grandes saltos e esses grandes saltos são os que geram etapas. Assim, para nós, o que existe no mundo hoje é marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo.

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Entrevista do Século com o Presidente Gonzalo (Parte I)

Entrevista do Século com o Presidente Gonzalo (Parte I)

Nota do blog: Publicamos, a seguir, a Entrevista do Século, tomada pelo jornal democrático peruano El Diario, em 1988, com o Presidente Gonzalo – chefe do Partido Comunista do Peru e da Revolução Peruana. A entrevista foi publicada em plena guerra popular e desde a clandestinidade, quando a revolução armada completava 8 anos de marcha vitoriosa. A edição que trouxe a entrevista com o chefe revolucionário foi vendida em tempo recorde em todo o país. Publicamos a seguir uma tradução não oficial da versão em espanhol disponível em vários sites da internet. A entrevista é um dos materiais políticos e ideológicos de maior importância para a nova geração de revolucionários que despontam na luta contra a exploração, a opressão e todo o sistema de esmagamento das massas populares. A parte que segue é a primeira.

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Somos os iniciadores (Presidente Gonzalo, 1980)

Nota do blog: Segue tradução não-oficial de trecho do documento do PCP “Somos os iniciadores” de 1980, pronunciado pelo Presidente Gonzalo e assinado pelo Comitê Central Ampliado, de grande valor histórico.


“Isso é o que somos. ‘Um punhado de homens, de comunistas, acatando o mandato do Partido, do proletariado e do povo, postos de pé expressaram sua declaração de fé revolucionária, com o coração ardendo de paixão inextinguível, vontade firme e resoluta, e com mente clara e audaz assumiram sua obrigação histórica de serem os iniciadores; e o que decidiram… plasmaram em outono e colheitas, prosseguiram em ações contra o poder reacionário, apontando ao poder local, continuaram com invasão e com as massas camponesas alçadas arrancaram as guerrilhas, e as guerrilhas geraram o poderoso exército que somos hoje e o Estado que se sustenta sobre ele. Nossa pátria é livre…’. Isso se concretiza em nossa decisão partidária aparentemente simples, mas de grande dimensão histórica.” (Presidente Gonzalo, “Somos os iniciadores”, 1980)

Oitenta e tantos anos de classe operária, cinquenta e dois de Partido, dez anos, mais ou menos, levou um grupo de homens encabeçados por Mariátegui a fundá-lo, seu nome ficará para sempre em nossas fileiras, em nosso povo e no povo do mundo e na classe operária internacional. O tempo passou, muito brigamos, seguimos brigando, o faremos até que seja eliminada a exploração; esse é nosso destino. Somos uma torrente crescente contra a qual se lança o fogo, pedras e lodo; mas nosso poder é grande, nós converteremos tudo em nosso fogo, o fogo negro nós converteremos em vermelho e o vermelho é luz. Isso somos nós, essa é a Reconstituição. Camaradas, estamos reconstituídos.

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As eleições do USA e o papel de Avakian (revista Internacional Comunista)

Tradução não-oficial enviada por um leitor. do documento emitido pela nova revista do Movimento Comunista Internacional, “Internacional Comunista”.

“[…]vocês dizem que o seu Estado é livre, quando na realidade, enquanto existir a propriedade privada, o Estado de vocês, embora seja uma república democrática, não é mais do que uma máquina em mãos dos capitalistas para reprimir os operários e, quanto mais livre o Estado for, com maior clareza isto se há de patentear. Exemplos disto são a Suíça, na Europa, e os Estados Unidos, na América. Em parte alguma domina o capital de forma tão cínica e implacável e em parte alguma a sua dominação é tão ostensiva como nestes países, apesar de se tratar de repúblicas democráticas, por muito belamente que as pintem e por muito que nelas se fale de democracia, do trabalho e de igualdade de todos os cidadãos. O fato é que na Suíça e nos EUA domina o capital, e qualquer tentativa dos operários por atingir a menor melhoria efetiva da sua situação provoca imediatamente a guerra civil. Nestes países há poucos soldados, um exército regular pequeno – a Suíça conta com uma milícia e todos os cidadãos suíços têm um fuzil na sua morada, enquanto, nos Estados Unidos, até há bem pouco, não existia um exército regular —, de modo que, quando estala uma greve, a burguesia arma-se, contrata soldados e reprime a greve; em nenhuma parte a repressão ao movimento operário é tão cruel e feroz como na Suíça e nos Estados Unidos e em nenhuma parte se manifesta com tanta força como nestes países a influência do capital sobre o Parlamento. A força do capital é tudo, a Bolsa é tudo, enquanto o Parlamento e as eleições não são mais do que bonecos, títeres…”1

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Declaração conjunta maoista pelos 28 anos do Discurso do Presidente Gonzalo (setembro de 2020)

Traduçã não-oficial.

Proletários de todos os países, uni-vos!

Aprender com o Presidente Gonzalo!

O discurso do Presidente Gonzalo brilha diante do mundo como uma poderosa arma de combate. No aniversário deste evento histórico, nós, partidos e organizações marxistas-leninistas-maoístas de todo o mundo, saudamos nossa classe, o proletariado internacional, e os povos do mundo com o otimismo revolucionário nestes tempos tempestuosos em que estamos vivendo.

Consideramos necessário, e que é nosso dever, nestes tempos de tanto caos, reafirmar a plena validade do discurso do Presidente Gonzalo e de nós mesmos no marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo, com os aportes universalmente válidos do Presidente Gonzalo, contribuindo assim para a defesa da vida e da saúde do Presidente Gonzalo, inseparavelmente ligadas à campanha pelo maoismo, como parte e a serviço da revolução proletária mundial.

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