Sobre a atual situação na Venezuela – Parte III Seção II

Nota do blog:  Continuamos hoje com a publicação da “Leitura Crítica do Artigo ‘Venezuela: a crise econômica de 2016’, de Manuel Sutherland”, parte da importante análise feita pelos camaradas da Associação de Nova Democracia – Hamburgo.


Seção II

Uma leitura crítica do artigo “Venezuela: a crise econômica de 2016”, de Manuel Sutherland.

Antes de seguir com o artigo e nossa crítica, é necessário anotar que, como foi demonstrado pelo marxismo, a acumulação do capital é uma importante categoria econômica que expressa como se desenvolvem as forças produtivas da sociedade sob as relações econômicas capitalistas de produção, sob o sistema de produção capitalista, e seus limites que levam necessariamente a sua caducidade. É importante reiterar, para deixar bem claro, que a acumulação capitalista não expressa uma relação entre o homem e as coisas, mas um relação entre homens, uma relação social de produção, porque aí está precisamente a armadilha para tirar seu caráter de classe e velar as contradições, para negar a existência da situação revolucionaria em desenvolvimento desigual.

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50 Anos do Levantamento de Naxalbari

Nota do blog: Hoje publicamos imagens de atividades feitas no Brasil e na Alemanha, por organizações democráticas e revolucionárias em celebração aos 50 Anos do Levantamento de Naxalbari e em apoio a Guerra Popular na Índia.

Retiradas de dazibaorojo.com, andblog.com e vnd-peru.blogspot.com


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Desenvolvimento da Campanha pela Defesa de nossa Chefatura o Presidente Gonzalo: Conversas com a Camarada Laura nas Bases das Montanhas Vizcatán

CONVERSAS COM A CAMARADA LAURA NAS BASES DAS MONTANHAS VIZCATÁN

INTRODUÇÃO

Hoje, publicamos as CONVERSAS COM A CAMARADA LAURA NAS BASES DAS MONTANHAS VIZCATÁN, no VRAEM (Vale dos Rios Apurímac, Ene e Mantaro), realizada por volta de 2012, o essencial da entrevista é que nela, como tem que ser, com guerra popular se assume a defesa do Presidente Gonzalo, a chefatura do Partido e da revolução, do pensamento gonzalo, o I Congresso e da BUP (Base de Unidade Partidária) e todo o caminho percorrido até agora e se toma firme posição contra a LOD (Linha Oportunista de Direita) revisionista e capitulacionista encabeçada pela ratazana Miriam e especialmente contra a linha oportunista de direita, disfarçada de esquerda, revisionista e capitulacionista da ratazana José e sua camada que usurparam o CRP (Comitê Revolucionário do Povo). Consideramos que é um magistral documento marxista-leninista-maoista, pensamento gonzalo. Nele com a documentação partidária em mãos a camarada Laura, desde as mesmas montanhas de Vizcatán, com profundo sentimento e ódio de classe, com firme convicção e posição comunista e com a ideologia do marxismo-leninismo-maoismo, pensamento gonzalo assume a defesa de nossa chefatura, o Presidente Gonzalo, e de seu todopoderoso pensamento, e deslinda, aplasta e varre contra todas as patranhas da CIA- reação peruana e seus serviçais do novo revisionismo contra o Presidente Gonzalo, o PCP e a guerra popular.

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Equador: Viva o 37 anos da imarcescível Guerra Popular no Peru

Nota do blog: Reproduzimos comunicado da Frente de Defesa das Lutas do Povo (Equador) com razão do 37º aniversário da Guerra Popular no Peru, desatada em 17 de maio de 1980 (ILA-80), fato que abriu a Nova Grande Onda da Revolução Proletária Mundial e sua etapa de Ofensiva Estratégica, época dos 50 a 100 anos em que o socialismo se imponhará e varrerá o imperialismo e a reação da face da Terra.


O proletariado e povos oprimidos do mundo celebram com júbilo e otimismo de classe o 37º aniversário do início da guerra popular no Peru.

Esta celebração está sujeita de muitas conotações. Uma delas, reafirmar-nos na ideologia, marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente maoísmo, porque precisamente foi a GP no Peru que permitiu uma melhor compreesão do desenvolvimento dialético do marxismo-leninismo numa nova e superior etapa: o MAOÍSMO. Mas não só isso, a aplicação criadora do MLM à realidade do Peru, exposta como Pensamento Gonzalo, que além de ter uma leitura científica cingida à especificidade da sociedade peruana, imprime em seu desenvolvimento teórico-científico novos elementos ao marxismo-leninismo-maoísmo, com caráter e validez universal.

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As correntes filosóficas no movimento feminista (Anuradha Gandhy)

 Tradução-contribuição de leitora (crédito ao fim da publicação)


(Original em inglês: http://massalijn.nl/theory/philosophical-trends-in-the-feminist-movement/) trechos a mais

Disponível em espanhol: https://culturaproletaria.wordpress.com/2016/12/09/critica-al-feminismo-en-occidente/) – reproduzido pelo Da.Rjo


O seguinte texto é obra de Anuradha Gandhy, fundadora do PCI(M-L) e membro do CC do PCI(Maoísta) até sua morte.

Introdução geral ao Movimento de Mulheres no Ocidente, pela Camarada Janaki (Anuradha Ghandy):

– Feminismo liberal.

– Crítica.

– Feminismo radical.

– Crítica

– Sistema sexo/gênero e patriarcado.

– Sexualidade: a heterossexualidade e o lesbianismo.

– Crítica.

– Anarcofeminismo.

– Ecofeminismo.

– Feminismo socialista.

– Estratégia do feminismo socialista para a libertação da mulher.

– Crítica.

– O feminismo e o pós-modernismo.

– Resumo.

Feminismo liberal

O feminismo liberal desfrutou de uma longa história nos séculos XVIII e XIX com pensadoras como Mary Wollstonecraft (1759-1797), Harriet Taylor Mill (1807-1858), Elisabeth CadyStanton (1815-1902), argumentando a favor dos direitos da mulher na base da compreensão filosófica liberal. O movimento pela igualdade de direitos para mulheres, especialmente a luta pelo direito ao voto, se baseou principalmente no pensamento liberal.

Os primeiros filósofos políticos liberais, como John Locke e Jean Jacques Rousseau, que haviam defendido a regra da razão, a igualdade para todos, não incluíram as mulheres em sua compreensão de merecedores de igualdade, em particular de igualdade política. Não aplicaram sua teoria liberal para a posição da mulher na sociedade. Os valores do liberalismo, incluindo a crença fundamental na importância e na autonomia do indivíduo foram desenvolvido no século XVII.

Isto surgiu com o desenvolvimento do capitalismo na Europa em oposição aos valores patriarcais feudais baseados na desigualdade. Era a filosofia da burguesia em ascenso. Os valores feudais se baseavam na crença da superioridade inerente à elite – em especial os monarcas. Os demais eram objetos, os subordinados. Defendiam a hierarquia, junto à desigualdade de direitos e o poder. Em oposição a estes valores feudais a filosofia liberal desenvolveu a crença na igualdade natural e na liberdade dos seres humanos.  “Defendiam uma estrutura social e política que reconhecesse a igualdade de todas as pessoas e que proporcionasse igualdade de oportunidades. Esta filosofia foi rigorosamente racional e secular e, por sua vez, a potência máxima e o desenvolvimento progressivo do maior período do Iluminismo. Caracterizou-se por um intenso individualismo. Contudo, os famosos filósofos liberais do século XVII, como Rousseau e Locke, não aplicaram os mesmos princípios à família patriarcal e à posição das mulheres nela. Esta foi a inclinação patriarcal residual do liberalismo que se aplicou apenas aos homens no mercado.” – Zillah Eisenstein.

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Honra e glória à camarada María! (Partido Comunista do Equador – Sol Rojo)

Retirado de pukainti.blogspot.com.br. Tradução não-oficial

Com profundo pesar, o proletariado e povo do Equador recebeu a notícia da morte da camarada “María”, a “Flor de retama” como a conheciam carinhosamente seus camaradas.

Desde cedo militou na luta popular como fazem muitos daqueles que vivem sob a sombra da pauperização social: organizando, mobilizando massas, temperando sua forja em meio das dificuldades por sobreviver que é onde se gesta e consolida a rebeldia. Posteriormente passou a militar nas fileiras do Partido Comunista do Equador – Sol Vermelho.

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Sobre as eleições no USA – comentário Associação de Nova Democracia (Hamburgo, Alemanha)

Nota do blog:Publicamos comentário da Associação de Nova Democracia (Hamburgo, Alemanha), baseado no artigo publicado recentemente no Dazibao Rojo denominado “Trump antissistema?”, de autoria do camarada J.L. Forneo, sobre o resultado da farsa eleitoral no USA, por se tratar, na nossa avaliação, da análise científica sobre a questão.

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