“Meu rompimento com a UJR, e porque decidi militar no MEPR”

Nota do blog: Repercutimos a Carta de esclarecimento acerca do rompimento de uma então militante da UJR (juventude do PCR, cuja direção revisionista, com suas bravatas à esquerda, prende principalmente a juventude no mais vil legalismo, reformismo e demais variantes do revisionismo); ademais de sua decisão de militar no MEPR – Movimento Estudantil Popular Revolucionário.

Isto é expressão cabal de que, com a crise generalizada do velho Estado e de suas estrutura e instituições falidas, aqueles partidos que, posando de “esquerda” e agindo no mais cretino revisionismo e legalismo, insistindo em se integrar em troco de migalhas nas entranhas daquilo que está podre, só vai, daqui para frente, acelerar seu já certo processo de fracasso e apodrecimento. Os seus militantes de base mais abnegados, dedicados, sérios, entusiastas da luta revolucionária, comprometidos de coração e razão com a causa do proletariado, com a causa do povo; estes já começam a sair de suas fileiras, já largam no chão essas suas bandeiras falidas de “acumulação de forças” via eleições, “propaganda revolucionária” através da mendingança de votos, etc. etc. etc..

O revisionismo, como ofensiva ideológica da burguesia dentro das fileiras da classe proletária, deve ser combatido como e na mesma intensidade que o imperialismo e as classes dominantes locais. Eis, pois, a condição de triunfo da classe. E assim farão os militantes honestos que estão já se desprendendo da camisa de força do oportunismo e que, daqui em diante, hão de se desprender cada vez mais, adentrando nas organizações combativas e revolucionárias geradas e continuadoras das resolutas e cruentas lutas das massas em nosso país.

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