Somos os críticos do velho mundo (China, 1966)

Nota do blog: Servindo para que os leitores se familiarizem e avancem no estudo e na compreensão da importância da Grande Revolução Cultural Proletária em todos seus aspectos, tanto à luta do proletariado e massas populares chinesas quanto seu aporte universal como continuação indispensável e necessária da revolução sob ditadura do proletariado, dado o fato que neste ano se completa o 50º aniversário de tamanha façanha; estaremos a publicar, com certa regularidade, textos de fundo produzidos na época da GRCP pelas massas ou pelos organismos do Partido, revistas e jornais revolucionários e ademais. Levantemos alto a bandeira vermelha do marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo, e lancemos longe a consigna de ‘Celebrar os 50 anos da Grande Revolução Cultural Proletária!’

Iniciamos então tal jornada com a publicação do texto a seguir, produzido em Editorial pela revista Renmin Ribao logo ao explodir do movimento e chamando as massas, estudantes, camponeses, operários, enfim, para a destruição da ideologia burguesa, do velho mundo, através da GRCP.

Tradução ao português deve-se ao núcleo de colaboração do Servir ao Povo de Todo Coração; digitalizado por Arquivo Revolucionário Comunista (Chile), novembro 2007. Fonte: China, Revista Ilustrada, nº 10, 1966.

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Milhões de chineses, formando uma poderosa massa revolucionária, criticou a ideologia burguesa, o revisionismo e os agentes da burguesia em postos de autoridade, exercendo seu Poder e impedindo a restauração capitalista.

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1 de Maio – Declaração conjunta dos partidos e organizações marxistas-leninistas-maoistas (2016)

Nota do blog: Repercutimos aqui a Declaração Conjunta por ocasião do 1º de Maio, assinada por 29 partidos e organizações marxistas-leninistas-maoistas de todo o mundo, analisando a situação internacional e particular de alguns países, o andamento das guerras populares (particularmente na Índia) e fazendo um grandioso chamamento a arvorar e aplicar o marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo, como mando e guia da Revolução Proletária Mundial; o faz, sobretudo, relembrando o exemplo do Partido Comunista da China sob direção do Presidente Mao Tsetung que, em 1966, deu início ao maior e mais pujante movimento de massas da história humana, a Grande Revolução Cultural Proletária que completa neste ano seu 50º aniversário, e que sepultou, batalha após batalha, as diferentes formas de revisionismo que ousou pôr-se em seu caminho, combatendo a ideologia, a política e a cultura burguesas. Tal como na ocasião da GRCP com os comunistas chineses, os comunistas de todo o mundo devem enterrar toda ideologia não-proletária no seio do movimento comunista e ousar hastear a bandeira vermelha do marxismo-leninismo-maoismo, avançando, pela vitória da Revolução Proletária Mundial.

Chinese Communist Poster with Karl Marx, Vladimir Lenin and Mao Zedong
Marx, Lenin e Presidente Mao.

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