Charu Mazumdar sobre Mao Tsetung

Nota do blog: Publicamos citações selecionadas do grande dirigente maoista indiano Charu Mazumdar, principal dirigente do Levante Camponês de Naxalbari e do Partido Comunista da Índia (Marxista-Leninista) que dirigia, e desbravador do caminho da guerra popular. Aqui Charu Mazumdar fala sobre a guerra popular, a ideologia, o Levante de Naxalbari.


“E, então, como chuva de verão, deflagrou a luta de Naxalbari em Maio de 1967. Por toda a Índia as massas escutaram as reverberações do movimento e queriam compreender seu significado, sua mensagem. A direção revisionista do partido reiteradamente fazia pensar que o pensamento maotsetung não servia para a Índia, que não era possível livrar a Índia da luta armada e que falar sobre a luta armada levaria à destruição das organizações combativas do povo. E, então, as massas com as ladainhas revisionistas ao pé do ouvido, viram pela primeira vez a aplicação do pensamento de maotsetung em Naxalbari. Isso as ajudou a compreender que somente o todopoderoso pensamento de Mao Tsetung pode ser aplicado na Índia, além de ser o único caminho para sua libertação.”

O ano novo pressagia conquistas ainda maiores, 29 de dezembro de 1969

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“Boicotar as eleições!” – Importante Campanha internacional (Charu Mazumdar)

Nota do blog: Publicamos agora o artigo de Charu Mazumdar, grande dirigente comunista indiano, muito importante para a história do Movimento Revolucionário indiano. Tal artigo fala sobre a necessidade de boicotar as eleições no contexto em que vive o autor e seu país, a Índia, castigada pela semicolonialidade e semifeudalidade. Hoje, naquelas terras, o Partido Comunista da Índia (Maoista) dirige uma vitoriosa Guerra Popular contra o velho Estado e as retrógradas classes dominantes indianas.

Crédito a Pedro Lacerda pela tradução enviada.

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Guerra Popular na Índia

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1 de Maio – Declaração conjunta dos partidos e organizações marxistas-leninistas-maoistas (2016)

Nota do blog: Repercutimos aqui a Declaração Conjunta por ocasião do 1º de Maio, assinada por 29 partidos e organizações marxistas-leninistas-maoistas de todo o mundo, analisando a situação internacional e particular de alguns países, o andamento das guerras populares (particularmente na Índia) e fazendo um grandioso chamamento a arvorar e aplicar o marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo, como mando e guia da Revolução Proletária Mundial; o faz, sobretudo, relembrando o exemplo do Partido Comunista da China sob direção do Presidente Mao Tsetung que, em 1966, deu início ao maior e mais pujante movimento de massas da história humana, a Grande Revolução Cultural Proletária que completa neste ano seu 50º aniversário, e que sepultou, batalha após batalha, as diferentes formas de revisionismo que ousou pôr-se em seu caminho, combatendo a ideologia, a política e a cultura burguesas. Tal como na ocasião da GRCP com os comunistas chineses, os comunistas de todo o mundo devem enterrar toda ideologia não-proletária no seio do movimento comunista e ousar hastear a bandeira vermelha do marxismo-leninismo-maoismo, avançando, pela vitória da Revolução Proletária Mundial.

Chinese Communist Poster with Karl Marx, Vladimir Lenin and Mao Zedong
Marx, Lenin e Presidente Mao.

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