A fabricação de um relógio de frequência do tipo chinês nos apoiando em “Sobre a prática” e “Sobre a contradição” (China, 1966)

Nota do blog: No desfraldar da Grande Revolução Cultural Proletária, momento onde a direita reacionária no PCCh impulsionava em grande escala a restauração capitalista através dos aparelhos do Estado chinês e dos órgãos do Partido Comunista, o Presidente Mao – dirigindo a esquerda proletária e revolucionária – chamou os revolucionários a mobilizar as amplas massas populares com vistas a impulsionar uma contrarrestauração, combatendo a restauração em curso. Neste aspecto, o desfraldar da GRCP se deu mediante uma luta por mobilizar as massas para combater tal restauração – campanha propagada pela esquerda -, enquanto que a direita reacionária apregoava as massas como ignorantes com fins de impedir sua mobilização e dar prosseguimento ao caminho capitalista.

O seguinte texto, igual ao já publicado Aplicação da filosofia na venda de melancias em uma grande cidade, é produção das massas proletárias e camponesas explicando como aplicaram a dialética materialista para resolver seus problemas cotidianos e de trabalho. Este texto é expressão do esforço da esquerda revolucionária por reafirmar que as massas são todo-poderosas, que as massas são sábias e capazes de servir à revolução e libertar-se a si mesma. Daí se impôs uma luta decidida entre restauração-contrarrestauração no âmbito da GRCP; o desfraldar da GRCP só foi possível pela mobilização das massas, e este texto é expressão dessa luta.

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Estudar os 16 pontos, assimilá-los, pô-los em prática (China, 1966)

Nota do blog: O Documento dos 16 pontos foi resultado de uma longa e dura luta de duas linhas no qual a esquerda revolucionária impôs a linha política geral da Grande Revolução Cultural Proletária. Muito esforço foi necessário para impulsionar a mobilização das massas na crítica aos elementos revisionistas e direitistas burgueses no seio do Partido e em postos dirigentes na China Vermelha; este Editorial do órgão oficial do PCCh, Renmin Ribao, foi um entre várias iniciativas neste sentido, de consolidar o programa da Grande Revolução Cultural Proletária.

Traduzido ao português pelo núcleo de colaboração da versão espanhol retirada do blog “Cultura Proletaria”.

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O Documento dos 16 pontos deu a direção a ser seguida pelas massas

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Somos os críticos do velho mundo (China, 1966)

Nota do blog: Servindo para que os leitores se familiarizem e avancem no estudo e na compreensão da importância da Grande Revolução Cultural Proletária em todos seus aspectos, tanto à luta do proletariado e massas populares chinesas quanto seu aporte universal como continuação indispensável e necessária da revolução sob ditadura do proletariado, dado o fato que neste ano se completa o 50º aniversário de tamanha façanha; estaremos a publicar, com certa regularidade, textos de fundo produzidos na época da GRCP pelas massas ou pelos organismos do Partido, revistas e jornais revolucionários e ademais. Levantemos alto a bandeira vermelha do marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo, e lancemos longe a consigna de ‘Celebrar os 50 anos da Grande Revolução Cultural Proletária!’

Iniciamos então tal jornada com a publicação do texto a seguir, produzido em Editorial pela revista Renmin Ribao logo ao explodir do movimento e chamando as massas, estudantes, camponeses, operários, enfim, para a destruição da ideologia burguesa, do velho mundo, através da GRCP.

Tradução ao português deve-se ao núcleo de colaboração do Servir ao Povo de Todo Coração; digitalizado por Arquivo Revolucionário Comunista (Chile), novembro 2007. Fonte: China, Revista Ilustrada, nº 10, 1966.

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Milhões de chineses, formando uma poderosa massa revolucionária, criticou a ideologia burguesa, o revisionismo e os agentes da burguesia em postos de autoridade, exercendo seu Poder e impedindo a restauração capitalista.

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Adereço aos quadros diplomáticos (Chiang Ching, 1975)

Nota do blog: Publicamos o pronunciamento da grandiosa guia do proletariado chinês, seguidora e uma das lideranças da linha vermelha do Partido Comunista vanguardeada pelo Presidente Mao, camarada Chiang Ching, sobre o trabalho diplomático na perspectiva marxista-leninista-maoista, o modo proletário de conceber as coisas e o mundo, que reside em colocar a política no comando, compreendendo a luta de classes na frente diplomática, assumindo, defendendo e aplicando o maoismo (à época, Pensamento Mao Tsetung), com otimismo revolucionário proletário, servindo à Revolução Proletária Mundial.

O pronunciamento data março de 1975, durante encontro promovido visando uma ofensiva da linha revolucionária de esquerda sobre a frente diplomática, dado os vários problemas expostos na política externa chinesa da época, controlada sobretudo pelos revisionistas sob guarda-chuva de Chou En-lai.

Traduzido pelo núcleo de colaboração.

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Camarada Chiang Ching

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Sobre a Nossa Política (Mao Tsetung, 1940)

Nota do blog: Reproduzimos a seguir a obra do Presidente Mao “Sobre a nossa política”, onde se demarca uma linha nítida sobre a conduta do Partido Comunista dentro da Frente Única Revolucionária, que, naquele momento, abarcava todas as forças e classes que se opunham à agressão japonesa contra a nação chinesa, de modo que tal política se sustentava na síntese “avançar as forças progressistas, ganhar as forças intermediárias e isolar as forças reacionárias”.

Por sua importância com relação ao modo correto do manejo da Frente Única Revolucionária pelo proletariado (hegemonizado pelo seu Partido Comunista), publicamos aqui.

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Atividades de Chiang Ching no campo da Literatura e da Arte (China, 1967)

Nota do blog: Por ocasião e aproveitando do Dia Internacional da Mulher Proletária, levantamos a defesa da obra desta que foi uma das mais importantes mulheres proletárias que conheceu o proletariado mundial, a camarada Chiang Ching, fiel aliada e colaboradora da linha proletária e revolucionária do Presidente Mao!

Chiang Ching foi muito importante na defesa do socialismo e na prevenção contra o revisionismo e a restauração capitalista no período da Grande Revolução Cultural Proletária, sobretudo nas frentes culturais e artísticas – ramo onde viveu antes de dedicar-se à Revolução. Combateu as tendências confucianas, revisionistas e burguesas no meio artístico, impondo a consciência e o modo proletário de conceber o mundo.

Com a morte do Presidente Mao, seu companheiro, a camarada Chiang Ching era, definitivamente, o quadro revolucionário proletário mais bem preparado para levar adiante não somente o socialismo na China, mas também o tenaz combate contra a linha burguesa no seio do Partido. Exatamente por isso, com a morte do Presidente Mao, foi presa, junto aos demais líderes da linha revolucionária seguidora do Presidente Mao, acusados de “conspiração” e “grupo antipartido”, sendo apregoados como “bando dos quatro”. Em julgamento, Chiang Ching, com moral proletária, desmascarou os revisionistas como restauradores do capitalismo e que “não tinham coragem de atacar frontalmente o Presidente Mao”.

À seguir, publicamos o artigo original de 1967, fazendo um rápido relato das atividades da camarada Chiang Ching na GRCP.

 

"Aprender com a camarada Chiang Ching!"
“Aprender com a camarada Chiang Ching!”

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O pensamento de Mao Tse Tung é a nossa bandeira de vitória (China, 1959)

Nota do blog: Publicamos a seguir o artigo de autoria de Liu Tze-chiu, publicado na revista “Estudo Político” (China, 1959), exaltando e estabelecendo o Pensamento Mao Tsetung (maoismo à época) como a verdade universal e continuação do Marxismo-Leninismo. Traduzido pelo nosso núcleo de colaboração.

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Do ponto de vista teórico, nós devemos derrotar a onda do Pensamento Antimarxista (China, 1959)

Nota do blog: Publicamos a seguir uma matéria escrita na China, antecedendo aos grandes movimentos de massas que varreriam os quarteis generais da burguesia e dos revisionistas. Daqui temos um ótimo retrospecto da luta anterior à GRCP que foi travada entre as linhas dentro do PCCh, e, sobretudo, entendermos o papel da ideologia e da linha política no socialismo. Traduzido pelo nosso núcleo de colaboradores.

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