A luta pelo maoísmo, pela guerra popular e novas cisões

Nota do blog: O seguinte documento, assinado pelo Núcleo de Estudos do Marxismo-Leninismo-Maoísmo (Brasil) e publicado originalmente no Jornal A Nova Democracia (nº 86, fevereiro de 2012), faz uma análise do movimento comunista brasileiro e suas diversas lutas de duas linhas pela assimilação e afirmação do maoismo, as resultantes cisões entre marxistas e revisionistas no curso destas lutas e, por fim, a perspectiva histórica tirada destas lutas e da vasta experiência do proletariado na sua luta pela constituição do seu partido comunista autêntico e revolucionário.

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1 de Maio – Declaração conjunta dos partidos e organizações marxistas-leninistas-maoistas (2016)

Nota do blog: Repercutimos aqui a Declaração Conjunta por ocasião do 1º de Maio, assinada por 29 partidos e organizações marxistas-leninistas-maoistas de todo o mundo, analisando a situação internacional e particular de alguns países, o andamento das guerras populares (particularmente na Índia) e fazendo um grandioso chamamento a arvorar e aplicar o marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo, como mando e guia da Revolução Proletária Mundial; o faz, sobretudo, relembrando o exemplo do Partido Comunista da China sob direção do Presidente Mao Tsetung que, em 1966, deu início ao maior e mais pujante movimento de massas da história humana, a Grande Revolução Cultural Proletária que completa neste ano seu 50º aniversário, e que sepultou, batalha após batalha, as diferentes formas de revisionismo que ousou pôr-se em seu caminho, combatendo a ideologia, a política e a cultura burguesas. Tal como na ocasião da GRCP com os comunistas chineses, os comunistas de todo o mundo devem enterrar toda ideologia não-proletária no seio do movimento comunista e ousar hastear a bandeira vermelha do marxismo-leninismo-maoismo, avançando, pela vitória da Revolução Proletária Mundial.

Chinese Communist Poster with Karl Marx, Vladimir Lenin and Mao Zedong
Marx, Lenin e Presidente Mao.

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Adereço aos quadros diplomáticos (Chiang Ching, 1975)

Nota do blog: Publicamos o pronunciamento da grandiosa guia do proletariado chinês, seguidora e uma das lideranças da linha vermelha do Partido Comunista vanguardeada pelo Presidente Mao, camarada Chiang Ching, sobre o trabalho diplomático na perspectiva marxista-leninista-maoista, o modo proletário de conceber as coisas e o mundo, que reside em colocar a política no comando, compreendendo a luta de classes na frente diplomática, assumindo, defendendo e aplicando o maoismo (à época, Pensamento Mao Tsetung), com otimismo revolucionário proletário, servindo à Revolução Proletária Mundial.

O pronunciamento data março de 1975, durante encontro promovido visando uma ofensiva da linha revolucionária de esquerda sobre a frente diplomática, dado os vários problemas expostos na política externa chinesa da época, controlada sobretudo pelos revisionistas sob guarda-chuva de Chou En-lai.

Traduzido pelo núcleo de colaboração.

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Camarada Chiang Ching

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Haiti: A Revolução é a única saída (Movimento Revolucionário Internacionalista)

Nota do blog: A seguinte publicação compila trechos de documentos elaborados por revolucionários maoistas e simpatizantes do Movimento Revolucionário Internacionalista (MRI) no Haiti, publicado na revista dirigida pelo MRI “Um Mundo a Ganhar”, de 1988. Traduzido pelo companheiro Alessandro Santos.

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Manifestação democrática contra a ocupação das forças da ONU no país.

Atualmente, o Haiti é palco de uma ocupação genocida pelas forças da ONU, ocupação ditada pelo imperialismo ianque e coordenada pelas forças armadas brasileiras que treinam seus soldados no espírito da brutalidade genocida com nossos irmãos haitianos para depois trazê-los de volta e praticar todo o terror aqui também.
Os documentos a seguir são, portanto, cada vez mais atuais.

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